Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: ‘Do vazio à borda’, da artista Sara Diniz
    Exposição: ‘Do vazio à borda’, da artista Sara Diniz
    Exposição: ‘Do vazio à borda’, da artista Sara Diniz

     O Centro Cultural UFMG convida para a exposição ‘Do vazio à borda’, da artista Sara Diniz, que teve abertura na última quarta-feira, dia 12 de julho de 2023, às 19 horas.

    A mostra tem a curadoria do professor Fabrício Fernandino e poderá ser vista até o dia 13 de agosto de 2023.

    A entrada é gratuita e integra o projeto Escultura no Centro, que destaca os trabalhos tridimensionais desenvolvidos por alunos do curso de Artes Visuais com habilitação em Escultura da Escola de Belas Artes da UFMG.

    A classificação é livre.

  • Exposição: Dragões
    Exposição: Dragões
    Exposição: Dragões

    Figura mitológica presente na história de várias civilizações, o dragão será o protagonista de uma grande exposição no Pátio Savassi entre 4 de julho a 4 de agosto. Durante o período, todos os pisos do mall vão receber réplicas do animal com até cinco metros de altura, que prometem atrair os olhares dos visitantes - principalmente as crianças - não só por conta da aparência exótica, mas também porque se movimentam e emitem sons.

    Um dos bichos que estará presente é o famoso dragão de batalha, predador de duas cabeças cuja principal característica é a força bruta. Outro destaque será o dragão das trevas, com incríveis oito metros de comprimento e quatro de altura, cujas asas, totalmente abertas, não passam despercebidas. Também poderão ser vistos os dragões da terra, verde, vermelho, prismático e de presas.

    A visitação é gratuita.

    Oficininhas de pintura de dragões:

    Nos dias 13, 14, 20, 21, 27 e 28/07, das 14h às 17h, crianças entre 2 e 12 anos poderão participar dessa divertida oficina de pintura de dragões de gesso no espaço temático da Exposição Dragões.

    Cada sessão dura 40 minutos e conta com turmas de até 12 participantes. A inscrição custa R$ 45 e deve ser feita pelo aplicativo Multi. 

  • Exposição "Dual - Do Caos à Essência"
    Exposição "Dual - Do Caos à Essência"
    Exposição "Dual - Do Caos à Essência"

    Durante 26 dias, Belo Horizonte será palco para um show de arte e reflexão sobre a pandemia.

    A exposição: “Dual-Do Caos à Essência”, que acontece de 25 de novembro a 20 de dezembro nos dois andares do salão circular do espaço Avantgarde, traz, em um cenário que mistura dança, música, projeções mapeadas e criatividade, 18 imagens registradas pelas fotógrafas mineiras Daniela Braga e Juliana Lima, de bailarinos utilizando apenas três componentes que se tornaram essenciais a partir do coronavírus: máscara, consciência e atitude.

    “A sensibilidade dos artistas embutida em cada foto, por meio de movimentos e expressões faciais, reproduz um pouco das experiências e emoções vividas pelas pessoas nesse momento caótico.

    É a eternização de sentimentos e transformações em imagens históricas”, destaca Daniela Braga. As fotografias jogam com a luz, as cores e com o movimento para reproduzirem o caos e, ao mesmo tempo, mostrarem a essência das emoções humanas.

    Outro detalhe é a profundidade das imagens, que pode ser sentida nos dois metros e meio de altura de cada uma das obras. “Estamos vivendo um período delicado, com uma mistura de sentimentos, conflitos, incertezas e, ao mesmo tempo, de transformações, por isso registrar de forma artística e convidar as pessoas a refletirem sobre esse cenário histórico mundial é tão importante”, comenta Juliana Lima.

    As máscaras usadas pelos dançarinos nas fotos foram criadas exclusivamente para a mostra pelos artistas: Victor Dzenk, Fernanda Villefort, Fernanda Mello, Pj, Marcio Buzellin , Klaucia Badaró , Nath Rodrigues, Gustavo Grecco, Maurício Tizumba , Vinicius Póvoa, Cida Nogueira, Gabriela Junqueira, Sergio Viana, Joao Diniz, Claudia Parizzi , Marcia Charnizon, Alyson Carvalho, Lena Pinheiro e Kleber Lommez.

    E cada uma delas traz um recorde do caos gerado pela epidemia mundial, seja no formato, nas cores, na composição ou nos adereços. Essa percepção individual sobre a desordem emocional, física, sanitária e econômica, que impactou o planeta, ainda pode ser percebida nas projeções mapeadas que simulam a comunicação dos bailarinos com as fotos. “Cada um deles fez a sua dança do caos, com o corpo e com o rosto, que poderá ser assistida por meio das projeções que vão rodear cada um dos quadros”, adianta Juliana. A fotógrafa acrescenta que a integração será do bailarino com ele mesmo. “Na foto ele se mostra e na projeção ele se observa.

    A essência e o caos juntos”, explica. A música também terá um papel especial na mostra. “Ela fará uma conexão entre as obras, os dançarinos e os sentimentos e conflitos expressos”, diz Daniela. Para isso, o maestro André Brant, a soprano Camila Correa, o violinista Lucas Barreto, o trompetista Pacífico Júnior, o contrabaixista Camilo Christófaro e o artista Márcio Buzelin, da banda Jota Quest, criaram um arranjo musical exclusivo para a exposição.