Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: "Faces do Imaginário"
    Exposição: "Faces do Imaginário"
    Exposição: "Faces do Imaginário"

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição individual ‘Faces do Imaginário’, do artista visual Matheus Silva, com curadoria de Camila Moreira. 

    Acolhendo a produção de máscaras como cerne da pesquisa, a mostra apresenta um conjunto de desdobramentos visuais evidenciados por fotografias, desenhos e vídeo, no qual o artista traz um recorte de um momento vivenciado pelo mundo – a pandemia da Covid-19 – e o efeito desse período/tempo sobre a sua produção.

    As obras poderão ser vistas até 04 de maio de 2025. 

    A entrada é gratuita e tem classificação livre.

  • Exposição: Faina
    Exposição: Faina
    Exposição: Faina

    A exposição “Faina” mergulha na investigação da experiência humana, sua relação com o espaço e a história. O trabalho de Julia e Dalber vai além da arte, refletindo a dedicação ao ofício e a poética do cotidiano. 

    Guiados pela persistência nos materiais e pela rotina do ateliê, eles nos mostram como o labor se encontra com a poesia dos dias. 

    Entrada Gratuita
     

  • Exposição: Falar de Longe por José Bechara
    Exposição: Falar de Longe por José Bechara
    Exposição: Falar de Longe por José Bechara

    O tempo, a geometria e o erro se encontram na obra de José Bechara, que apresenta sua nova exposição individual “Falar de Longe” em todo o primeiro andar da Albuquerque Contemporânea. Com texto crítico de Luiz Armando Bagolin, a mostra reúne obras realizadas nos últimos 6 anos e será inaugurada na terça-feira 12 de novembro, ficando em cartaz até 18 de janeiro.

    O título “Falar de Longe” alude a condição que a obra tem de espalhar-se para além do espaço de criação. Sugere a ideia de que a obra carrega um conjunto de reflexões surgidas no processo de criação, sejam formais ou simbólicas, e que possam disparar outras conexões poéticas aos observadores para além do espaço do ateliê.

    A lona de caminhão é um elemento chave na trajetória de José Bechara, que se faz presente em seu trabalho desde os anos 90. Antes de chegar nas mãos do artista, é impregnada de sua própria história. Manchas de sol, chuva, terra e poluição estabelecem uma base, na qual Bechara trabalha novas formas e linhas através da tinta acrílica e a oxidação de cobre e ferro.