Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: ‘Fernando Augusto, desenho pintura fotografia e outras intoxicações’
    Exposição: ‘Fernando Augusto, desenho pintura fotografia e outras intoxicações’
    Exposição: ‘Fernando Augusto, desenho pintura fotografia e outras intoxicações’

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição individual ‘Fernando Augusto: desenho pintura fotografia e outras intoxicações’, do artista plástico, pintor, desenhista e fotógrafo baiano Fernando Augusto dos Santos Neto, com curadoria e expografia de Isa Bandeira.

    A mostra, que leva o mesmo nome do livro do artista, oferece ao público uma retrospectiva abrangente dos 40 anos de carreira de Fernando Augusto dos Santos Neto, destacando seu percurso artístico. 

    O evento acontece no dia 04 de outubro de 2024, sexta-feira, às 19 horas. Na ocasião, haverá o lançamento do referido livro. 

    As obras poderão ser vistas até 03 de novembro de 2024. 

    A entrada é gratuita e tem classificação livre.

  • Exposição: Fernando Pacheco "Atelier de Pintura"
    Exposição: Fernando Pacheco "Atelier de Pintura"
    Exposição: Fernando Pacheco "Atelier de Pintura"

    Entre os dias 22/8 e 19/9, o Espaço Expositivo do Centro Cultural Unimed-BH Minas será ocupado pelas obras de Fernando Pacheco na exposição “Atelier em Movimento”.

    Composta por 12 pinturas que tem o humanismo como foco, a mostra também conta com o lançamento do longa-metragem “Fernando Pacheco – Atelier em movimento”.

    A entrada é franca e o espaço pode ser visitado de segunda a sábado, das 8h às 20h, e domingos e feriados, das 8h às 19h.

    A classificação é livre.

    De acordo com o escritor Bartolomeu Campos de Queirós (1944-2012), “Fernando Pacheco tem seu espaço definitivamente marcado no Movimento Artístico Nacional”.

    Nascido em São João Del Rei/MG, o artista vive e trabalha na capital mineira e em BH recebeu o título de “Cidadão Honorário”.

    Sua trajetória artística é profícua o levou a expor individualmente em todas as principais galerias de arte de Belo Horizonte.

    Também apresentou seu trabalho em nos principais museus de todo o país (MAM, MAC e Pinacoteca – São Paulo; MAM e Museu Nacional de Belas Artes – Rio de Janeiro; MAP – Belo Horizonte; etc.).

    Participou de salões nacionais da FUNARTE/RJ e do Panorama de Arte Atual Brasileira, MAM/SP.

    Obteve 20 premiações; 45 distinções diversas, incluindo as Medalhas “Liberdade e Cidadania”, das cidades de Ritápolis, Tiradentes e São João Del Rei, a Medalha Santos Dumont, a Medalha Tomás Antônio Gonzaga da Ordem dos Cavaleiros da Inconfidência Mineira, a Medalha da Inconfidência, entre outras.

    Fernando Pacheco publicou seis livros sobre suas obras plásticas/visuais e já expôs em galerias fora do país como Nova Zelândia, Taiwan, China, Japão, Estados Unidos e Chile.

  • Imagem de vários pássaros coloridos em uma mesma direção
    Imagem de vários pássaros coloridos em uma mesma direção
    Exposição: "Festa no Céu" Daiara Tukano

    O Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte (CCBB BH) apresenta Festa no Céu - Mirĩ'kʉã ʉmʉhsé'pʉ Bahsa'rã, instalação inédita da artista, curadora e ativista indígena Daiara Tukano. A obra ocupará o pátio do centro cultural com um arco composto por mais de 100 pássaros, em sua maioria araras, criado como homenagem à sabedoria ancestral, à preservação da floresta e ao papel das aves como intermediárias entre dimensões espirituais.

    Começara com a leitura de duas obras de Ailton Krenak. Primeiramente, a Roda de Leitura do Programa Educativo do CCBB traz o título infantil Kujan e os meninos sabidos. Na sequência, a artista fará a leitura do mito do nascimento dos pássaros, presente no livro Antes, o mundo não existia. 

    O trabalho se estrutura como um grande móbile, no qual os pássaros aparecem em quatro posições distintas, sugerindo movimento contínuo. Feitas em material translúcido e ornamentadas com desenhos de hori em diversos tons, as peças projetam cores no espaço tanto sob a luz do sol quanto à noite, quando recebem iluminação especial. Mais que um conjunto escultórico, a instalação se propõe a funcionar como um portal para a cosmovisão indígena. 

    Nas narrativas de criação do povo Yepá Mahsã Tukano, antes da multiplicação da humanidade, as Amõ Numiã, as primeiras mulheres, deram à luz os pássaros, que surgiram cantando, voando e espalhando cores pelo mundo. Encantados com esse nascimento, homens e animais passaram a cantar na floresta, cada um em sua própria língua, e a ter mirações, visões coloridas que originaram suas pinturas e desenhos. Assim surgiu a diversidade de povos e percepções que tornou possível a expansão humana. Desde então, os pássaros fazem a festa no céu, levando mensagens e sonhos em seus cantos e revoadas. 

    Ao trazer esse símbolo amazônico para um espaço central da cidade como o CCBB BH, Daiara Tukano reforça a urgência de cuidar da floresta, compreendida por muitos povos como um organismo vivo cujo desequilíbrio manifesta crises espirituais profundas.

    Com direção artística e curadoria de Juliana Flores e arquitetura de Camila Schmidt, a instalação integra a ação de final de ano do CCBB BH, fortalecendo a relação do museu com o público que circula diariamente pelo Circuito Liberdade.

    Para a gerente geral do centro cultural, Gislane Tanaka, “Festa no Céu nasce em diálogo com a tradicional iluminação de final de ano da Praça da Liberdade, e revela a diversidade de visões que os povos originários guardam como sabedoria, abrindo espaço para um encontro sensível com suas cosmovisões. Nesta travessia entre luz, arte e ancestralidade, o CCBB BH reafirma seu compromisso de aproximar cada vez mais as pessoas da cultura”.