Noturno Museus - 2022 - Museus

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  •  Exposição fotográfica: Centro em Foco
    Exposição fotográfica: Centro em Foco
    Exposição fotográfica: Centro em Foco

    O centro de uma cidade é o lugar do encontro.

     É a descoberta da cidade com ela própria. Autenticando os olhares diversos da região central de Belo Horizonte, o Centro Cultural IDEA recebe, entre os dias 30 de agosto e 31 de outubro, a exposição fotográfica Centro em Foco, que destaca dezenas de obras que evidenciam múltiplas perspectivas e concepções sobre o centro da capital mineira. 

    A mostra conta com 30 quadros produzidos por 25 fotógrafos locais selecionados por meio de concurso realizado, em 2022, pelas empresas CST: Medicina do Trabalho e Novo Mundo: Meio Ambiente e Segurança do Trabalho e organizada pela IMAGO: Fotografia, Curadoria e Arquivologia. 

    A exposição fica aberta ao público na Galeria do IDEA, de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h, e a abertura acontece no dia 30 de agosto (sexta-feira), às 19h, com a palestra Diálogos Possíveis – Conversas sobre o centro de Belo Horizonte, Fotografia e Patrimônio, apresentada pelos curadores da mostra, Bruna Mibielli e Rodrigo Castilho, além de fala da escritora, filósofa e professora Maria de Lourdes Gouveia, e representantes da comissão julgadora da mostra.

  • Exposição fotográfica OP. VT do artista Vicente de Mello
    Exposição fotográfica OP. VT do artista Vicente de Mello
    Exposição fotográfica OP. VT do artista Vicente de Mello

    A fotografia vai além da arte de registrar um momento. Traz o olhar do artista, um recorte da realidade e técnicas específicas. A partir do dia 26 de outubro, o público da capital mineira terá a oportunidade de conferir uma exposição fotográfica de Vicente de Mello, na dotART galeria. Intitulada Op. VT, a mostra traz registros com efeitos de revelação que distorcem a realidade. Op. VT é a junção de duas séries do artista: Vermelhos Telúrios e Opere, em um total de sete obras. Ambas trazem um registro documental que foi transformado, por meio de técnicas laboratoriais, de modo a alterar a interpretação. Em determinadas obras foi feita uma solarização, em outras inversão e ação monocromática. Na ocasião da inauguração, haverá visita guiada com o artista e também o lançamento do livro-caixa Cinematógrafo.

  • Exposição fotográfica: O Respiro na Dor

    O Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) celebra, com o Instituto Hahaha, 13 anos de parceria, com a exposição O Respiro na Dor. Ao todo estão expostos, na Galeria de Artes do HC-UFMG, dez registros fotográficos com imagens ampliadas retratando o trabalho desempenhado pela palhaçaria profissional em ambientes hospitalares. O Respiro na Dor é parte da exposição A Arte do Encontro, lançada em 2024, no Instituto Hahaha, e que agora está disponível para apreciação de todo o público do hospital, até 10 de abril. 

    As imagens são da fotógrafa Carol Reis, que, com seu olhar sensível e poético, apresenta momentos de interação dos palhaços e palhaças com os pacientes, familiares e profissionais da saúde. Com mais de 20 anos de experiência na fotografia, a profissional destaca a transformação que a experiência trouxe para sua visão de mundo. “Expor essas fotos é dar oportunidade para que mais pessoas conheçam um pouco do trabalho que já levou alegria a cerca de um milhão de pessoas nos hospitais da rede SUS”, afirma Carol Reis. Para a gestora do instituto, Gyuliana Duarte, a exposição é uma oportunidade de celebrar essa história. “A palhaçaria é uma arte efêmera. A proposta é registrar e revelar, de forma poética e artística, o percurso do Instituto Hahaha nos atendimentos aos hospitais de Belo Horizonte.

     Ao olhar para trás, valorizamos e celebramos todas as conquistas por meio de muito trabalho e dedicação”, destaca. Colaboradora do HC-UFMG, Talita Capistrano Castro afirma ser assídua visitante da Galeria de Artes e reforça que a exposição O Respiro na Dor provocou nela algumas reflexões. “As fotos demonstram, por si só, que há motivos para nos alegrarmos mesmo em momentos de angústia, e também que tudo passa”, pontua.