Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • 3ª Prática de Kizomba e Zouk
    3ª Prática de Kizomba e Zouk
    3ª Prática de Kizomba e Zouk

    Venha fazer um picnic no parque ou desfrutar de um momento de lazer e aproveitar para dançar bastante!

    Local: Parque Ecológico da Pampulha - no anexo da administração (em frente onde se localizava a lanchonete)

    Oportunidade para os dançarinos abrirem a cabeça, exercitarem sua criatividade, treinarem e explorarem novos movimentos, evoluindo a sua técnica.

    Também para os demais visitantes poderem conhecer, aprender a dar os primeiros passos e já sair dançando.

    Evento para todos e não para um público só.

    Por isso, todos os professores e demais profissionais de dança são bem-vindos para participar do evento e mostrar ou divulgar os seus trabalhos.

    Vamos nos unir para fortalecer o zouk e a kizomba em BH novamente. Juntos somos mais fortes!

    Evento sem finalidade comercial, 100% gratuito e aberto ao público, por ser realizado nas dependências do parque.

    ATENÇÃO!

    Embora a entrada para o evento seja franca, não deixe de pegar o ingresso para identificação da expectativa de público e o melhor planejamento do evento.

  • 3ª Rodada Virtual do Patrimônio Cultural - Iepha
    3ª Rodada Virtual do Patrimônio Cultural - Iepha
    3ª Rodada Virtual do Patrimônio Cultural - Iepha

    O Iepha-MG realiza, na próxima quinta-feira, 29/04, às 10h, em seu canal no Youtube, a 3ª Rodada Virtual do Patrimônio Cultural. O tema do encontro é “Nova Portaria Iepha 06/2021 - Exercício 2023”.

    Não há necessidade de inscrição prévia.

  • 3ª Semana da Visibilidade Trans e Travesti
    3ª Semana da Visibilidade Trans e Travesti
    3ª Semana da Visibilidade Trans e Travesti

    O Dia Nacional da Visibilidade Trans e Travesti é comemorado em 29 de janeiro. Para celebrar as vivências dessas pessoas e sensibilizar a população sobre o assunto, será realizada entre os dias 23 e 29 a 3ª Semana da Visibilidade Trans e Travesti de Belo Horizonte. A edição de 2020 tem como slogan a frase “pelas vidas trans travestis, pelo direito de ser e viver trans e travesti".

    A programação conta atividades como plantões de apoio jurídico e de saúde integral, chá com as Mães Pela Diversidade, Mostra de Performances Atraque, 4ª Caminhada Pelas Vidas Trans e Travestis de Belo Horizonte, entre outras ações. Para João Maria Kaisen, ativista pelos direitos Humanos, o evento, assim como o movimento autônomo de ativistas em BH, surgiu da necessidade de afirmar a presença de pessoas trans e travestis nos espaços. "A população trans e travesti ainda luta pelo direito de ser e viver, buscamos garantir ainda nossos direitos mais básicos, incluindo o de estarmos com vida. Estamos juntes querendo fazer do mês da visibilidade uma possibilidade de abrir caminhos, encontrar, trocar, sensibilizar a sociedade, e mais que isso, transformar a realidade das estatísticas de violência", afirma.

    O avanço nos direitos sociais e proposição de pautas, mesmo que trilhado com pequenos passos, é combustível para que a Semana da Visibilidade e suas atividades continuem, segundo Juhlia Santos, artivista, jornalista e pesquisadora de gênero. "São pequenos passos que nós não vamos retroceder, ou voltar à margem da sociedade, mesmo diante de um cenário em que o Estado e a religião ditam cada vez mais sobre as nossas vivências. Queremos a naturalização dos nossos corpos, nossos corpes, dizendo que nós damos conta de pertencer, pertencemos e continuaremos a pertencer. Desejamos criar novos espaços, seguros, com afetos, diferentes dos de subserviência e subalternidade que nos eram dados. Locais onde possamos vivenciar a real alternância de poder, superando o lugar da dor, que também nos foi imposto", explica.