Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: “Mais vasto é meu coração” de Silene Fiuza
    Exposição: “Mais vasto é meu coração” de Silene Fiuza
    Exposição: “Mais vasto é meu coração” de Silene Fiuza

    A artista e médica Silene Fiuza inaugura, na quinta-feira (7/3), às 19h, sua primeira exposição no Palácio das Artes, proponho, na PQNA Galeria Pedro Moraleida, um mergulho nas finitudes do corpo e na interseção entre sentimento e matéria. 

    Intitulada “Mais vasto é meu coração”, a mostra ficará aberta, com entrada gratuita, de 8/3 a 5/5, e é um convite para explorar os intrincados laços que unem a arte e a medicina. 

    A exposição, que teve a curadoria de Uiara Azevedo, Gerente de Artes Visuais da Fundação Clóvis Salgado (FCS), é parte das celebrações do Dia Internacional da Mulher e reitera o compromisso da FCS em reconhecer, celebrar e analisar a contribuição das mulheres para o mundo das artes.

  • Exposição: “Man Ray em Paris”
    Exposição: “Man Ray em Paris”
    Exposição: “Man Ray em Paris”

    Fotógrafo, pintor, escultor, cineasta... são vários os atributos de Man Ray, um dos maiores artistas visuais do início do século XX e expoente do movimento surrealista. E é parte de sua história criativa - um recorte significativo de seu trabalho - que os belorizontinos poderão conhecer a partir de dezembro na exposição “Man Ray em Paris” apresentada pelo Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte. Quase 130 anos após seu nascimento o público brasileiro poderá conferir 255 obras do artista ainda inéditas no país, entre objetos, vídeos, fotografias e serigrafias de tamanhos variados – de 40x30 a 130x90 cm – desenvolvidas durante os anos que viveu em Paris, entre 1921 e 1940, seu período de maior efervescência criativa.

    A mostra chega a Belo Horizonte depois de passar pela unidade do CCBB em São Paulo, e ficará em cartaz entre 11 de dezembro de 2019 e 17 de fevereiro de 2020. A realização é da Artepadilla e o projeto conta com patrocínio do Banco do Brasil e do Ministério da Cidadania. Com curadoria de Emmanuelle de l’Ecotais, especialista no trabalho do artista e responsável por seu Catálogo Raisoneé, a mostra que poderá ser vista no CCBB BH será dividida em duas categorias. A primeira trata da fotografia como um instrumento de reprodução da realidade, focando-se em seus famosos retratos - seu ateliê era uma referência entre a vanguarda intelectual que circulava pela Paris da década de 1920 - nos ensaios para a grife de Paul Poiret e em fotos para reportagens. Já na segunda, outro lado se revela: o da manipulação da fotografia em laboratório com o intuito de criar superposições, solarizações e “rayografias”, um termo criado por Man Ray (do inglês “rayographs”), em alusão a si mesmo. Assim, portanto, ele inventa a fotografia surrealista.

    O projeto da exposição prevê, ainda, reproduzir imagens da vida parisiense de Man Ray acompanhado pelos artistas que lhe foram contemporâneos e por sua musa, Kiki de Montparnasse. Além de uma programação de filmes assinados por ele, intervenções como um laboratório fotográfico, com elucidações sobre as técnicas utilizadas em sua obra, marcam a interatividade com o visitante. A produção executiva é da Artepadilla. Para a curadora Emmanuelle de l’Ecotais, esta retrospectiva, pela primeira vez no Brasil, procura abranger a imensa e multiforme obra de Man Ray e apresenta a lenta maturação de sua obra e um panorama completo de sua criatividade. Ela ressalta que apesar de ser conhecido principalmente por sua fotografia, é também criador de objetos, realizador de filmes e um faz-tudo genial. “Após tornar-se rapidamente fotógrafo profissional, sua obra oscila, de maneira contínua, entre o trabalho de encomenda - o retrato, a moda -, de um lado, e o desejo de realizar uma ‘obra artística’, do outro. Em suas palavras, ‘o artista é um ser privilegiado capaz de livrar-se de todas as restrições sociais, cujo objetivo deveria ser alcançar a liberdade e o prazer’”.

  • Exposição: “Mantos Virgens” – Marcelo Brant
    Exposição: “Mantos Virgens” – Marcelo Brant
    Exposição: “Mantos Virgens” – Marcelo Brant

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Mantos Virgens”, de Marcelo Brant, na sexta-feira, dia 8 de abril de 2022, às 19 horas.

    A mostra reúne mantos e estandartes produzidos pelo artista que percorreram as ruas de Diamantina e arredores em cortejos de festas religiosas e populares e poderá ser vista até o dia 8 de maio de 2022.

    A entrada é gratuita. Marcelo Brant comunga sua arte através de mantos e estandartes inspirados em sua trajetória: a infância, os amigos, as procissões, os santos, a religiosidade e as vivências em sua terra natal Diamantina.

    As obras expressam o interesse do artista pela cultura popular, as manifestações artísticas, as cores, as fitas, o movimento, a performance e a moda. Autodidata, Brant confecciona estandartes há 27 anos e não faz ideia de quantos foram produzidos nesse tempo, mas assegura que jamais repetiu uma obra.

    Seu entusiasmo pelas festas do Rosário e do Divino, assim como outras manifestações religiosas e populares que condizem com a sua fé e os seus princípios, é o que motiva a criação desses adornos.

    Para o artista, o estandarte é sagrado e vem para abençoar, trazer fé e alegria para o povo.