Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Exposição: "Mar de Morro" Pedro David - BDMG Cultural
    Exposição: "Mar de Morro" Pedro David - BDMG Cultural
    Exposição: "Mar de Morro" Pedro David - BDMG Cultural

    Até 24 de julho, Pedro David apresenta série de fotografias na exposição “Mar de morro”, em cartaz na Galeria de Arte BDMG Cultural.

    O artista visual criou trabalhos a partir da Serra do Abreu, Pico do Itabirito e Pedra da Mina, no Quadrilátero Ferrífero. “Crio imagens pictóricas que me parecem mais palatáveis do que as imagens que poderia criar a partir das paredes das minas, que nada mais são que restos da geografia mineira desmontada.

    São registros fictícios daqueles morros em paredes em construção”, explica o fotógrafo.

    Pedro David foi selecionado pelo projeto Ciclo de Mostras 2022, que vai receber exposições da dupla Bárbara Lissa e Maria Vaz e da artista Massuelen Cristina.

    A galeria fica na Rua Bernardo Guimarães, 1.600, no Bairro de Lourdes, e funciona das 10h às 18h, diariamente.

    Às quintas, o horário se estende até as 21h.

    A mostra pode ser conferida também na plataforma mostrasbdmgcultural.org.

  • Exposição: Marina Nazareth na Fundação de Educação Artística
    Exposição: Marina Nazareth na Fundação de Educação Artística
    Exposição: Marina Nazareth na Fundação de Educação Artística

    A Fundação de Educação Artística inaugura sua programação cultural de 2024 com a exposição Marina Nazareth, em que a artista mineira mostra sua produção mais recente. Realizadas entre 2019 e 2023, os cerca de 60 trabalhos consistem em desenhos de pequeno e médio formato que serão exibidos ao público pela primeira vez.

    A abertura da exposição será na próximas sexta-feira, dia 10 de maio, às 18h, no Centro Cultural Fernando Pinheiro Moreira, com entrada franca.

    Marina Nazareth (Belo Horizonte, MG, 1938) é pintora, desenhista, gravadora, escultora e professora. Em 1965, inicia estudos de desenho com Maria Helena Andrés em Belo Horizonte e frequenta o curso de Belas Artes da UFMG, onde tem aulas com Álvaro Apocalypse, Yara Tupinambá, Herculano de Campos e Haroldo Mattos. Muda-se para o Rio de Janeiro para estudar teoria da composição e história da arte com Fayga Ostrower, entre 1966 e 1968. Suas pesquisas e estudos rendem exposições na Reitoria da UFMG (1969) e participação no XV e XVI Salão de Arte Moderna do Rio de Janeiro, entre outras.

    Retorna a Belo Horizonte e trabalha como assessora da Coordenadoria de Cultura do Estado de Minas Gerais, além de realizar pesquisas sobre cor, paisagens mineiras, temas da natureza, que marcaram sua trajetória de 60 anos como artista. Participa da criação da Casa Litográfica e do Atelier Santo Antônio do Monte, em 1978, do Núcleo Experimental da Escola Guignard, dirigido por Amilcar de Castro, em 1981, e dirige o Museu Mineiro em 1983.

    Nesta exposição, Marina Nazareth explora diferentes técnicas do desenho, voltados à abstração, as formas livres e a experimentação de traços sobrepostos a cores. Os trabalhos refletem a extrema liberdade poética da artista, aliando composição ao equilíbrio formal e cromático.

  • Exposição: "Matéria e Memória"
    Exposição: "Matéria e Memória"
    Exposição: "Matéria e Memória"

    A exposição ‘Matéria e Memoria visa apresentar uma série de pinturas que surgiu na época da pandemia, onde as relações pessoais passaram a ser feitas a distância, a qual reforçou ainda mais a busca por elementos arquitetônicos que tivessem algum apelo de memória afetiva para a artista. As imagens dos ornamentos acabam sendo ressignificadas, assumindo a função de articuladores das suas memórias e estimuladores das suas lembranças. Embora a pandemia tenha acabado, esse resgate da memória afetiva proveniente dos ornamentos arquitetônicos continua em suas obras, como uma forma de resgatar essas memórias e vivenciá-las novamente, recriando novos sentimentos.

    O campo pictórico, dessa forma, acaba ganhando mais corpo, se tornando mais matérico e, por sua vez, as imagens começam a sofrer interferências com a materialidade da pintura, que acaba alterando-as, ressignificando assim a recordação afetiva contida nelas.

    A pintura se apresenta como um resultado da atualização dessas lembranças, passando assim a matéria fazer parte da memória, de modo que surja o passado e o presente, colocados em comunhão. O acréscimo dos elementos arquitetônicos promove um novo processo artístico, composto por diferentes elementos artísticos: o estêncil (gravura), as fotografias arquitetônicas, o Autocad (software da arquitetura surgindo arte digital).

    Para essa exposição, a artista irá expor também pinturas posteriores ao momento da pandemia, visando elucidar o espectador que o estudo da artista no aspecto da relação matéria continua presente. Sobretudo em relação ao aspecto do uso das cores, onde em alguns momentos remetem as dores sentidas no momento da feitura, principalmente se são causadas por problema de saúde. Em virtude disso, os usos das cores nas pinturas da artista em alguns momentos continuam sendo provenientes das dores, que acabam refletindo em seu trabalho por meio das cores.