Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: O corpo que pariu, o corpo que partiu
    Exposição: O corpo que pariu, o corpo que partiu
    Exposição: O corpo que pariu, o corpo que partiu

    A partir da experiência da maternidade de seu primeiro filho e da partida com apenas cinco dias após o nascimento, a artista Daniela Schneider encontra, por meio da arte, uma forma de expressar esse processo tão íntimo e ao mesmo tempo coletivo e que atinge tantas mulheres.

    A exposição apresenta um conjunto de fotografias e quatro esculturas em tecido realizadas pela técnica em crochê em tons de rosa e vermelho.

    Essas estruturas fazem referência aos corpos, cheios ou murchos, grávidos ou vazios, com ou sem vida e que podem ser vistos também como órgãos e vísceras, especialmente femininos.

    Através das esculturas, que podem ser sentidas e tocadas, há uma tentativa de provocar questões individuais do público e tentar demonstrar os momentos vividos pela artista, principalmente sua transformação como pessoa e artista.

    A imagens das fotografias, presentes na exposição, demonstram os sentimentos externalizados em movimentos de uma performance que vai do amor até a dor e de volta ao amor.

  • Exposição: O corpo que tenho
    Exposição: O corpo que tenho
    Exposição: O corpo que tenho

    No dia 10 de outubro, às 19h, o artista Rafael Fernandes Alves lança o catálogo da exposição O corpo que tenho, em cartaz na Galeria de Arte BDMG Cultural. 

    Com entrada e distribuição gratuita da publicação, o evento conta com uma visita mediada para o público.

  • Rafael Fernandes Alves
    Rafael Fernandes Alves
    Exposição: O corpo que tenho

    Entre 12 de setembro e 20 de outubro, o BDMG Cultural recebe a exposição “O corpo que tenho", uma série de desenhos do artista plástico Rafael Fernandes Alves, terceira ocupação artística selecionada no edital Ciclo de Mostras 2024. A abertura da mostra ocorre, a partir das 19h, na Galeria de Arte BDMG Cultural com entrada gratuita.

    Com um conjunto de 37 obras, a exposição traz desenhos de dimensões variadas em pastel seco, nanquim, guache, tinta acrílica e caneta esferográfica, que representam seres que se constituem de formas humanas, com características animalescas, criando uma simbiose entre o humano e o animal. Essas representações são o tema principal do conjunto de trabalhos, que transitam entre o onírico, o selvagem e o divino.

    Os desenhos exibidos na mostra foram produzidos entre 2021 e 2024, sendo que o mais recente deles foi finalizado recentemente, dias antes da abertura da exposição. Ao longo desse período, o artista integrou elementos mitológicos a vivências pessoais, criando figuras que, embora partam de uma base corporal familiar, transcendem o humano e se tornam entidades híbridas, carregadas de significados múltiplos.

    A exposição convida o público a explorar as complexidades da experiência corporal, mergulhando em um universo visual que mescla realidade e imaginação, simbolismo e mitologia.