Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Exposição: "POP FELLOWS"
    Exposição: "POP FELLOWS"
    Exposição: "POP FELLOWS"

    Hellooooo BH, Cafellow e Espaço mARTE Galeria se juntaram para trazer pra vocês uma exposição inspirada no café e na arte pop.

    Esperamos vocês, no próximo sábado de 15h às 19h, com muito cafellow, carajillo e aperitivos

    Eles nasceram embalados em sachês, mas foram feitos para a parede. Nesta primeira exposição da Cafellow, os Fellows — personagens irreverentes criados por Paula Veloso — ganham escala, moldura e presença. Saem do universo gráfico da marca para ocupar a galeria Marte, em Belo Horizonte, a partir do dia 9 de agosto, em uma mostra que transforma o café em obra e a cultura pop em discurso. 

    O artista Sergio Marzano também participa da exposição com obras especiais que dialogam com o universo do café, ampliando o repertório visual da mostra e conectando diferentes olhares sobre a bebida mais amada do planeta. Fundadora da Cafellow, Paula cresceu entre pés de café, mas foi em Nova York — cidade onde viveu por cinco anos — que entendeu o potencial simbólico da bebida. Lá, o café não era apenas líquido: era linguagem visual, hábito urbano, item de cena. Um ícone. 

    Tão presente quanto uma Campbell’s Soup, tão estilizado quanto um look de rua. Andy Warhol teve a lata. Paula, o café. Foi nesse caldo efervescente de referências — entre Lichtenstein e os letreiros da cidade — que nasceram os Fellows: personagens que não apenas bebem café, mas incorporam seus efeitos. Cada um encarna um arquétipo da vida contemporânea — acelerada, digital, irônica. Com traços gráficos e slogans provocativos, eles falam a língua das massas, mas com sotaque artístico. 

    Em POP!!POP!! FELLOWS, cinco obras inéditas capturam esse espírito com humor e impacto. As telas ampliam o gesto, o traço e a provocação, reforçando aquilo que a pop art sempre nos ensinou: o ordinário, quando observado de perto, é pura ficção. E o consumo — com suas embalagens, manias e exageros — é talvez o espelho mais honesto da nossa época. Aqui, o café deixa de ser produto e vira performance. Os Fellows, nossos guias nesse universo vibrante e deliciosamente absurdo, nos lembram que tudo pode ser arte — desde que venha com personalidade e uma boa dose equilibrada de Cafellow.

  • Exposição: “Por Onde Andei” | Adenor Gondim - Memorial Vale
    Exposição: “Por Onde Andei” | Adenor Gondim - Memorial Vale
    Exposição: “Por Onde Andei” | Adenor Gondim - Memorial Vale

    O Café do Memorial recebe a exposição “Por Onde Andei” do fotógrafo baiano Adenor Gondim até o dia 18 de agosto.

    A exposição, que integra o projeto Mostra de Fotografia, reúne imagens dos mais de 40 anos dedicados à fotografia documental, com ênfase nos registros de manifestações religiosas populares no nordeste brasileiro. A curadoria é de Eugênio Sávio. 

    Com um reconhecido trabalho já apresentado em diversos museus do Brasil e do exterior, Adenor Gondim nasceu em Ruy Barbosa, no sertão da Bahia, em 1950. Graduado em Biologia pela UFBA, adotou a fotografia como meio de sobrevivência e de expressão.

    A religiosidade popular se impôs como tema à medida que se afirmavam o fascínio e o respeito pelas manifestações da fé.

    Nos últimos 40 anos, Adenor construiu um representativo acervo de imagens sobre o catolicismo popular, a religiosidade afro-brasileira e o sincretismo. 

     

  • Exposição: "Por que Belo Horizonte?"
    Exposição: "Por que Belo Horizonte?"
    Exposição: "Por que Belo Horizonte?"

    No dia 19 de julho, sábado às 10h, inauguramos a exposição "Por que Belo Horizonte?" que reúne seis painéis em xilogravura impressos em plástico cristal transparente e uma instalação exclusiva na varanda do Sesc Mercado das Flores idealizado e elaborado pela geógrafa e artista plástica Angela Biegler.

    Angela Biegler é natural de Porto Alegre/RS e chegou a Belo Horizonte como geógrafa, mas, por desvio providencial de rota, trilhou outro caminho. Foi nesse momento de reorientação que ela encontrou a gravura como linguagem e território. Angela desenvolve uma produção que explora cenas do cotidiano e espaços urbanos, tensionando os limites entre o público e o privado. A convite do Sesc em Minas, a exposição registra uma de suas investigações mais recentes. A artista se volta para suportes transparentes: superfícies onde a matéria quase desaparece para ceder lugar a um jogo entre luz e sombra.

    Nessas obras, a gravura não se encerra na superfície, mas se projeta. E ela se expande no espaço e se distorce conforme o ângulo do olhar e da incidência luminosa. O que se vê não é apenas a imagem entalhada, mas também sua sombra. A transparência, longe de ser ausência, torna-se presença sutil e inquieta. Ao mesclar o traço com a projeção, a artista amplia os limites do suporte e transforma a gravura em um acontecimento tridimensional, onde matéria e luz constroem, juntas, novas possibilidades de forma e percepção.