Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Fotografia aérea de um prédio moderno de formato inclinado com fachada azul e teto coberto por painéis solares. Ele está situado entre edifícios históricos de arquitetura clássica e uma área arborizada, com o horizonte da cidade ao fundo.
    Fotografia aérea de um prédio moderno de formato inclinado com fachada azul e teto coberto por painéis solares. Ele está situado entre edifícios históricos de arquitetura clássica e uma área arborizada, com o horizonte da cidade ao fundo.
    Exposição: Diários Transnacionais

    A exposição constrói um espaço sensível de encontro com memórias, trajetórias e narrativas ligadas à economia popular chinesa na cidade. Por meio de imagens, textos e elementos visuais, o público é convidado a perceber os fluxos de pessoas, mercadorias e saberes que atravessam o cotidiano urbano, revelando dimensões concretas e afetivas da globalização. Os conteúdos apresentados resultam de encontros etnográficos, workshops e processos colaborativos realizados com participantes da pesquisa. A fotografia ocupa lugar central na mostra, não apenas como registro, mas como método de aproximação, troca e coautoria. As imagens revelam vínculos familiares, redes de trabalho, percursos pela cidade, idiomas, afetos e gestos que compõem a presença chinesa em Belo Horizonte.

    Na dimensão espacial, a montagem propõe uma “topografia do trânsito”, formada por tecidos coloridos suspensos, guiados por barras de bambu, fios de nylon e cabos de aço. Esses elementos flutuam no hall do 5º andar e conduzem o visitante por rolos de tecido impressos com fotografias e textos bilíngues, em português e mandarim, criando um percurso que evoca deslocamento, circulação e encontro. Integrando a programação especial de férias do museu, Diários Transnacionais amplia as possibilidades de visitação no período e convida públicos de diferentes idades a refletirem sobre migração, cidade e convivência a partir de histórias reais.

  • Exposição “Dias de calor” - Luiz Lemos
    Exposição “Dias de calor” - Luiz Lemos
    Exposição “Dias de calor” - Luiz Lemos

    Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Dias de calor”, do artista Luiz Lemos, na próxima sexta-feira, dia 13 de setembro de 2019, às 19 horas. A mostra reúne pinturas e instalações realizadas em 2018 e 2019 e apresenta um amplo conjunto de trabalhos que tem como norte de investigação as relações entre a interpretação da paisagem, elementos de comunicação e possíveis fronteiras entre imagem e palavra. A curadoria é de Gabriela Carvalho. As obras poderão ser vistas até o dia 03 de novembro de 2019. Entrada gratuita. Em Dias de calor, destaca-se o uso intenso de cores, gestos, estampas, luzes - as pinturas afirmam a repetição, superposição e anulação de signos que se escondem em campos de cores diversas. A paisagem e a linguagem não se afirmam, escondem-se de modo a afirmar o básico de sua existência: a paisagem não concebe um lugar; a letra não registra uma palavra. Segundo o artista, “recolho o que vejo e encontro, transponho as funções das coisas e apresento um conjunto de (des)significados onde nada tem sua função de origem: uma placa de trânsito se presta a carregar estampas; letras que não escrevem palavras; paisagens imaginadas que não representam locais”.

  • Exposição: Dias de calor - Luiz Lemos
    Exposição: Dias de calor - Luiz Lemos
    Exposição: Dias de calor - Luiz Lemos

    A pintura de Luiz Lemos poderá ser vista em exposição no Centro Cultural UFMG Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Dias de calor”, do artista Luiz Lemos, na próxima sexta-feira, dia 13 de setembro de 2019, às 19 horas. A mostra reúne pinturas e instalações realizadas em 2018 e 2019 e apresenta um amplo conjunto de trabalhos que tem como norte de investigação as relações entre a interpretação da paisagem, elementos de comunicação e possíveis fronteiras entre imagem e palavra. A curadoria é de Gabriela Carvalho. As obras poderão ser vistas até o dia 03 de novembro de 2019. Entrada gratuita. Em Dias de calor, destaca-se o uso intenso de cores, gestos, estampas, luzes - as pinturas afirmam a repetição, superposição e anulação de signos que se escondem em campos de cores diversas. A paisagem e a linguagem não se afirmam, escondem-se de modo a afirmar o básico de sua existência: a paisagem não concebe um lugar; a letra não registra uma palavra.