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  • Exposição: Quimera
    Exposição: Quimera
    Exposição: Quimera

    A fauna do Cerrado, do Pantanal e dos Campos Rupestres – biomas característicos de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e São Paulo – são retratados em um universo onírico e dramático nesta primeira exposição individual de Paulo Agi. 

    Com inspiração do monstro mitológico que une dois animais em sua composição corporal, o nome da exposição promove uma reflexão sobre a relação do ser humano com a natureza. 

    O artista visual expande e aprofunda sua pesquisa pictórica por meio da pintura e incorpora cenas da natureza para construir narrativas que confundem as percepções de ilusão e realidade. 

    Com 11 pinturas, sendo nove a óleo e duas a carvão, a atmosfera selvagem atua como reverberação de questões contemporâneas, que refletem sobre o antropoceno e o protagonismo do ambiente nas relações universais. 

    Na abertura da exposição “Quimera”, Agi irá contar sobre o seu processo de criação, inspirações e técnicas utilizadas, além de revelar suas pesquisas sobre o imaginário e suas memórias. Após o bate-papo, haverá uma visita mediada à exposição.

  • Exposição: ‘Quimeras’, da artista Tatyana Müller Soares
    Exposição: ‘Quimeras’, da artista Tatyana Müller Soares
    Exposição: ‘Quimeras’, da artista Tatyana Müller Soares

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição ‘Quimeras’, da artista Tatyana Müller Soares, dia 26 de maio de 2025, segunda-feira, às 19 horas. 

    A mostra tem a curadoria do professor Fabrício Fernandino e poderá ser vista até o dia 29 de junho de 2025. 

    A entrada é gratuita e integra o projeto Escultura no Centro, que destaca os trabalhos tridimensionais desenvolvidos por alunos do curso de Artes Visuais com habilitação em Escultura da Escola de Belas Artes da UFMG. 

    A classificação é livre.

  • Exposição: “Quimeras”, de Fernando Cardoso
    Exposição: “Quimeras”, de Fernando Cardoso
    Exposição: “Quimeras”, de Fernando Cardoso

    A exposição “Quimeras”, individual do artista Fernando Cardoso, está em seus últimos dias para visitação na Galeria Manoel Macedo, em Belo Horizonte. Em cartaz desde o início de setembro, a mostra pode ser conferida até 6 de outubro, reunindo um conjunto de aquarelas inéditas que apresentam figuras híbridas: humanos fundidos a animais, árvores com semblantes humanos e seres improváveis que emergem do inconsciente. 

    O conceito de quimera acompanha a trajetória de Cardoso desde os anos 1970 e surgiu de forma espontânea em seus primeiros desenhos. Com o tempo, esse imaginário se fortaleceu, sobretudo a partir da década de 1990 e após uma experiência em Tóquio, em 2008, que expandiu seu repertório visual e deu ainda mais consistência à criação dessas criaturas. Embora a aquarela seja a técnica predominante na mostra, Cardoso não a considera uma escolha definitiva. 

    Para ele, o processo é sempre guiado pela imagem que se impõe no momento. “Nunca sei como um trabalho vai terminar. Ele depende muito do momento em que estou vivendo”, afirma. Essa abertura ao acaso resulta em composições marcadas por transparências e camadas fluidas, que oscilam entre delicadeza e estranhamento. O texto curatorial de Marta Neves relaciona os trabalhos às diferentes acepções da palavra quimera, da mitologia à genética, ressaltando que ninguém é puro ou inteiramente definido. “O mundo inteiro é quimera, ninguém é estritamente uma coisa só”, escreve. 

    Ao longo de mais de três décadas de trajetória, Fernando Cardoso construiu um imaginário que reinventa a natureza e transforma a imperfeição em potência poética. Agora, em fase de encerramento, “Quimeras” reafirma essa poética marcada pela experimentação e convida o público a vivenciar a experiência de habitar mundos que transitam entre sonho e realidade.