Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • “Serras, ruínas e matas: pintura ao ar livre em Belo Horizonte”
    “Serras, ruínas e matas: pintura ao ar livre em Belo Horizonte”
    Exposição: “Serras, ruínas e matas - pintura ao ar livre em Belo Horizonte”

    Na quinta-feira, 20 de fevereiro, às 19h, será inaugurada a exposição “Serras, Ruínas e Matas: Pintura ao Ar Livre em Belo Horizonte”, uma mostra que reúne mais de 100 obras do coletivo Pintura ao Ar Livre, resultado de três anos de imersão em diversos cenários da capital e arredores.

    A exposição faz parte do programa AMA – Ano Mineiro das Artes, da Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais, e propõe uma reflexão sobre a cidade por meio da arte. Com trabalhos de 23 artistas, a mostra apresenta paisagens variadas, incluindo mineradoras, terrenos baldios, córregos poluídos, florestas urbanas incendiadas e parques municipais.

    Serviço:
    Evento: Exposição “Serras, Ruínas e Matas: Pintura ao Ar Livre em Belo Horizonte”
    Abertura: 20 de fevereiro, às 19h
    Período de visitação: Até 23 de março
    Entrada: Gratuita

    Horário de Funcionamento do Museu
    Terça a sexta: de 12h às 19h
    Sábado e domingo: de 11h às 17h.

  • Exposição Serro Sem Retoque: fotografias de Félix Tolentino
    Exposição Serro Sem Retoque: fotografias de Félix Tolentino
    Exposição Serro Sem Retoque: fotografias de Félix Tolentino

    O Museu Inimá de Paula abre suas portas, entre 6 de setembro e 8 de dezembro, para a exposição Serro Sem Retoque, que reúne cerca de 70 fotografias de Félix Tolentino. O artista lança seu olhar sobre a cidade encravada no alto da Serra do Espinhaço e compõe imagens que retratam suas belezas naturais e o cotidiano dos moradores. O acervo arquitetônico local, com suas edificações seculares e igrejas monumentais, também é foco das lentes de Tolentino, assim como o entorno da cidade, famoso polo de produção do Queijo do Serro, patrimônio imaterial reconhecido em nível nacional. Os trabalhos ficarão expostos no Salão Inimá de Paula e no Mezanino, com entrada franca. A exposição é fruto dos esforços da Associação de Amigos do Serro (AASER). Na entrada, um texto do jornalista, escritor e advogado Angelo Oswaldo apresenta as imagens ao público. Angelo já foi prefeito de Ouro Preto, secretário de cultura de Minas Gerais e presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

  • "SerTão Kalunga" de André Dib
    "SerTão Kalunga" de André Dib
    Exposição: "SerTão Kalunga" de André Dib

    A mostra convida o público a uma imersão visual na ancestralidade e na resistência do povo Kalunga. Apresenta o olhar sensível do premiado fotógrafo André Dib, que revela as belezas e narrativas do maior quilombo do Brasil.

    As imagens de André Dib são testemunhos de uma história que atravessa séculos e gerações. A vida cotidiana dos Kalunga — suas celebrações, saberes, festejos e plantações — é retratada em harmonia com a força do Cerrado, que não é apenas morada, mas também guardião de uma herança ancestral que resiste ao tempo.

    Produzida pelo Instituto Jardim e com apoio do Fundo de Arte e Cultura de Goiás (FAC), a exposição reafirma o valor da herança cultural como um farol para o futuro, e conta com audiodescrição via QR code, proporcionando uma experiência mais imersiva e acessível para todos os visitantes.

    O anfitrião do projeto em Belo Horizonte é o ponto de cultura Vozes de Mestres, uma rede de apoio a mestres e mestras da cultura popular e aos demais artistas que difundem seus saberes. 

    Idealizado pela gestora Geovana Jardim que é a elaboradora do projeto Sertão Kalunga, que foi concebido como um livro em um primeiro projeto em 2016 e em 2017 como a exposição que circulou por Alto Paraíso, Goiânia e se encerra em Belo Horizonte, em 2025, afirmando um lugar de respeito e apoio à cultura popular brasileira.