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  • Exposição: Semeadura
    Exposição: Semeadura
    Exposição: Semeadura

    Semeadura na Piccola Galleria
    Em uma jornada visual pelas profundezas do sincretismo que define a espiritualidade e a identidade cultural brasileira, a exposição “Semeadura”, de Eduardo Ver, encanta pelas cores, detalhes, delicadeza e técnica. 

    São seis xilogravuras por meio das quais o artista evoca o encontro entre diversas tradições religiosas que moldaram o Brasil: desde as crenças indígenas ancestrais até a influência africana trazida pelos povos escravizados, passando pelo catolicismo europeu que permeia as festas e rituais populares. Esse rico entrelaçamento de cosmovisões se revela através de camadas sobrepostas de símbolos e formas, em composições detalhadas que remetem à fertilidade e à transformação. 

    A exposição convida o público a contemplar essa mistura espiritual e cultural, a reconhecer a beleza que surge do encontro e da convivência entre diferentes tradições, e a refletir sobre o que significa pertencer a uma terra onde a fé é cultivada em suas mais variadas formas.

    Exposição Semeadura | Piccola Galleria I Casa Fiat de Cultura | presencial e virtual

     

  • foto convidativa da esposição contento titulo, hora, data e local. A foto tambem mostra uma das obras do artista
    foto convidativa da esposição contento titulo, hora, data e local. A foto tambem mostra uma das obras do artista
    Exposição Sentinelas: Carrancas Pinceladas

    Kdu dos Anjos apresenta Sentinelas: Carrancas Pinceladas, uma exposição que reinventa as carrancas em linguagem contemporânea, atravessando memória familiar, espiritualidade e imaginário popular.

    Com pinceladas intensas e cores rituais, o artista transforma essas figuras tradicionais em portais visuais entre passado e futuro. Das raízes no Aglomerado da Serra aos laços com o Norte de Minas, sua obra constrói pontes entre território, identidade e resistência cultural.

    Cada carranca carrega proteção, gesto íntimo e afirmação política. Um percurso sensorial que convida o público a atravessar tempos e reconhecer novas formas de guardiões.

  •  Exposição: ‘Seres’, da artista maranhense Tâmara Sardinha
    Exposição: ‘Seres’, da artista maranhense Tâmara Sardinha
    Exposição: ‘Seres’, da artista maranhense Tâmara Sardinha

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição ‘Seres’, da artista maranhense Tâmara Sardinha, na quarta-feira, dia 9 de novembro de 2022, às 19 horas.

    A mostra reúne pinturas de animais, plantas, seres reais e imaginários e poderá ser vista até o dia 11 de dezembro de 2022.

    A entrada é gratuita com classificação livre. Tâmara Sardinha descobriu aos seis anos de idade que era atraída por seres.

    Alguns de seus primeiros traços revelam desenhos de galinhas e calangos, uma anunciação do que viria a definir sua trajetória na arte.

    Animais, plantas e outros seres povoam suas criações.

    Quem são eles? De onde vieram? Pertencem ao mundo real ou imaginário? A resposta pode não ser simples, mas é fácil se encantar e admirar esse mundo tão exuberante de cores, sinais e simbologias múltiplas nas obras dessa exposição.

    Os seres pintados adquiriram volume e vida própria, passando a ser protagonistas como objetos palpáveis nas telas. Com a função de acolher símbolos de várias culturas, não fazem distinções claras entre eles, numa rica sopa multicultural.

    Nas obras estão em evidência cores, tracejados, pontilhados, texturas, padrões geométricos e alinhavos, presentes em manifestações de povos antigos nômades e tribais.

    Os seres, que a princípio representavam pequenos humanoides, com sugestões de braços e pernas, ao longo do processo foram se transformando, restando apenas seus troncos.

    Posteriormente, começaram a incorporar elementos existentes em sarcófagos e urnas funerárias, porém, sem conotações mórbidas, já que esses objetos também abrigam vida e cápsulas de sobrevivência, que acolhem o seu conteúdo com conforto pelo tempo que for necessário.

    Esses objetos foram se transformando – pequenos totens em peças maiores – ampliando a superfície a ser trabalhada e elaborada. Sendo assim, eles continuam crescendo e se multiplicando em dimensões diversas.