Noturno Museus - 2022 - Museus

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    Exposição: Trabalho Vivo, Trabalho Morto

    A primeira exposição individual de Luiza Poeiras aborda as condições humanas de trabalho, refletindo sobre a dicotomia entre trabalho e emprego. 

    As 15 obras, sustentadas por 60 kg — peso máximo permitido por lei para carga humana —, utilizam ráfia reutilizada e retalhos, representando corpos em momentos de descanso ou ócio, em contraste com temas como precariedade e descarte industrial. 

    A pesquisa é fundamentada em autores como Milton Santos e Gaudêncio Frigotto, destacando como o trabalho molda nossas individualidades e sonhos. 

    Durante a exposição, o público poderá acompanhar o processo criativo da artista.

  • Exposição Traçado na Memória

    Nesta mostra, 15 quadrinistas de Belo Horizonte e região metropolitana “se
    apropriaram” de 15 diferentes patrimônios da cidade. O patrimônio cultural de um povo
    é formado pelo conjunto dos saberes, fazeres, expressões, práticas e seus produtos,
    que remete à história, à memória e à identidade desse povo. Exposição integrante do
    10º FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte 2018.
    Público: livre
    Visitação: no horário de funcionamento do CCP

  • Exposição Tradição e Elegância - A alta costura de Celina Lucinda
    Exposição Tradição e Elegância - A alta costura de Celina Lucinda
    Exposição: "Tradição e Elegância - A alta costura de Celina Lucinda"

    O Museu Mineiro abre suas portas para um diálogo entre a tradição artesanal e a sofisticação contemporânea com a exposição “Tradição e Elegância: A Alta Costura de Celina Lucinda”. Até o dia 2 de novembro de 2025, o Atrium do museu se transforma em um santuário da moda autoral, apresentando uma curadoria de vestidos e trajes que são verdadeiros testemunhos do saber-fazer manual.

    A mostra é um tributo à costureira e figurinista autodidata Celina Lucinda, natural de São Vicente de Minas, cuja obra consolida a alta costura como expressão do patrimônio cultural imaterial de Minas Gerais.

    A exposição reúne uma seleção de vestidos e trajes concebidos ao longo de décadas de trabalho artesanal por Celina Lucinda. As peças destacam técnicas de modelagem, moulage e acabamentos minuciosos que marcam a assinatura da artista. Ao levar esse repertório ao espaço museológico, a exposição promove um encontro entre memória, ofício e contemporaneidade, evidenciando a potência da moda feita à mão como expressão cultural e patrimônio vivo de Minas Gerais.