Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: “Tradição em Movimento”
    Exposição: “Tradição em Movimento”
    Exposição: “Tradição em Movimento” – Coletivo 6+1

    A relação entre tradição e contemporaneidade ganha destaque na exposição “Tradição em Movimento”, do coletivo mineiro 6+1, que será inaugurada nesta quinta-feira (20/3), às 19h, no Centro de Arte Popular (CAP), em Belo Horizonte. 

    A mostra integra o AMA – Ano Mineiro das Artes, programa da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG), segue em cartaz até 11 de maio e marca os 13 anos do CAP, reafirmando seu compromisso com a valorização e a difusão da cultura popular.

     Desde sua fundação, em 19 de março de 2012, o Centro de Arte Popular tem sido um espaço de referência para a apreciação e o estudo das manifestações artísticas que integram o patrimônio cultural mineiro. 

    Em sua trajetória, o museu tem promovido exposições que ressaltam a diversidade da arte popular e incentivam o diálogo entre diferentes formas de expressão. Em “Tradição em Movimento”, o coletivo 6+1 apresenta obras que exploram as interseções entre a arte popular e a arte contemporânea.

     As peças em exposição evidenciam a força expressiva do feito à mão e o dinamismo da tradição, que se reinventa ao longo do tempo. 

    O público poderá conferir trabalhos que transitam entre diferentes linguagens e técnicas, destacando a riqueza e a atualidade da produção artística popular.

  • Exposição: “Tradução Automática – A Revolução da Inteligência Artificial”
    Exposição: “Tradução Automática – A Revolução da Inteligência Artificial”
    Exposição: “Tradução Automática – A Revolução da Inteligência Artificial”

    A exposição “Tradução Automática – A Revolução da Inteligência Artificial” chega à Aliança Francesa de Belo Horizonte e fica em cartaz entre os dias 21 de outubro e 15 de novembro, na Galeria Georges Vincent. A mostra foi concebida pela Cité des Sciences et de l’Industrie (Cidade das Ciências e da Indústria), um espaço Universcience, e conta com 16 obras, entre fotos, textos, áudio e vídeo que contextualizam o surgimento da tradução automática e sua evolução. A tradução vai muito além de passar uma palavra de uma língua para outra. Há fatores culturais, comportamentais e até mesmo geográficos que interferem na compreensão de uma simples frase. Por isso, até pouco tempo, parecia impossível que um programa de computador fosse capaz de captar expressões. Mas isso já é uma realidade, tornando muito mais próximo o mundo onde não é necessário conhecer o idioma do outro para conversar. A exposição “Tradução Automática – A Revolução da Inteligência Artificial” traz para o público como foi o processo de criação e evolução das ferramentas de tradução. O Google, por exemplo, teve recentemente os erros reduzidos de 45 para 15% em suas traduções. A rede neural também faz parte do debate instigado pela mostra. Inspirada no funcionamento do cérebro, essa ferramenta se revelou particularmente eficaz para traduzir textos de chinês para o inglês – uma tarefa que as tecnologias anteriores se esforçavam para realizar. Além disso, por meio dos áudios, vídeos e pesquisas apresentadas, é possível avaliar o cenário futuro da tradução automática, identificar os problemas que existem na atualidade, limites e muito mais. A mostra é resultado de uma pesquisa realizada por Barbara Vignaux e conta com edição de Alain Labouze (Science Actualités/Cité des sciences et de l’industrie).

  • Exposição: Escola de Cultura e professor Luiz Chaves: Trajetórias Parceiras
    Exposição: Escola de Cultura e professor Luiz Chaves: Trajetórias Parceiras
    Exposição: Trajetórias Parceiras - Escola de Cultura e professor Luiz Chaves

    A Escola de Cultura convida o artista e professor pioneiro Luiz Chaves que, da inauguração até os dias atuais, mantem suas atividades interruptas, estimulando talentos e formando artistas ao longo das últimas três décadas dedicadas a esta casa.  

    Luiz Chaves é natural de Jequitinhonha/MG e suas obras chegaram a vários países, como Estados Unidos, França, Itália, Portugal e Inglaterra. Segundo trechos do texto de MARI'STELLA TRISTÃO, “Partindo de suas raízes - do folclore às grandes transformações políticas - tendo a serviço de sua criação o sensível uso da observação realística que torna mais forte sua arte.

    Seus temas preferidos: o folclore nacional, o barroco, personagens da história, a narrativa urbana etc. Daí para frente, não sem muita luta, impôs-se à crítica e ao público nacional, mesmo sem sair de Minas. Venceu porque tem imaginação, bom gosto, conhece os materiais e instrumentos do seu trabalho aplicado e consciente.”