Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Exposição: “Gente de Bicas” - Parque Municipal
    Exposição: “Gente de Bicas” - Parque Municipal
    Exposição: “Gente de Bicas” - Parque Municipal

    Dos dias 5 de dezembro de 2022 (segunda-feira) até 10 de dezembro de 2023 (sábado), a área externa do Parque Municipal Américo Renné Gianetti recebe as fotografias do projeto “Gente de Bicas”, realizado pelo fotojornalista mineiro Marcelo Horta.

    Celebrando a XII Semana de Direitos Humanos e o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos (10 de dezembro), a mostra reúne 30 imagens realizadas na Penitenciária Professor Jason Soares Albergaria, na cidade de São Joaquim de Bicas.

    As imagens retratam mulheres trans em privação de liberdade na primeira penitenciária do a receber pessoas LGBTQIAP+.

    Após o período de exposição no Parque Municipal, a mostra segue para a área externa do Museu Mineiro e Arquivo Público Mineiro, permanecendo de 13 de dezembro de 2022 (terça-feira) até 2 de janeiro de 2023 (segunda-feira).

    O objetivo da mostra é sensibilizar a população mineira, assim como as instituições públicas e privadas, promovendo o debate sobre o respeito aos direitos humanos.

    A proposta é uma iniciativa da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), por meio da Subsecretaria de Direitos Humanos, em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), a Fundação Clóvis Salgado (FCS) e a sociedade civil. Ministério do Turismo, Governo de Minas Gerais e Fundação Clóvis Salgado, apresentam Gente de Bicas, que tem correalização da APPA, Arte e Cultura, patrocínio master da Cemig, ArcellorMittal, AngloGod Ashanti e Usiminas, por meio das leis estadual e federal de incentivo à cultura.

  • Exposição: “Geometrias Emotivas” - Centro Cultural UFMG
    Exposição: “Geometrias Emotivas” - Centro Cultural UFMG
    Exposição: “Geometrias Emotivas” - Centro Cultural UFMG

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Geometrias Emotivas”, da artista Daniela Moser, na quinta-feira, dia 14 de abril de 2022, às 19 horas.

    A mostra reúne obras que misturam técnicas de pintura, desenho, fotografia e colagem e poderá ser vista até o dia 24 de maio de 2022.

    A entrada é gratuita. Multiplicidade, espontaneidade e fluidez. Essas são algumas palavras que podem ser associadas ao trabalho da artista mineira Daniela Moser. Misturando técnicas de pintura, desenho, fotografia e colagem, as obras trazem composições pensadas através da modulação de cor, uma das principais assinaturas de seu trabalho.

    Ao olharmos para a obra de Daniela Moser, podemos perceber como a colagem possibilita uma poética do imaginário, especificamente sobre o corpo e a cidade, que se materializam em mosaicos de composições geométricas.

    Essa poética é repleta de paradoxos entre a tradução do mundo interno e externo, macro e micro composições, limites e espaços públicos e o íntimo ocupado pelo corpo.

    Nessa perspectiva, as colagens de Moser apontam, em sua multiplicidade, pequenos mundos de diferentes indivíduos que se manifestam e se constroem em interações sutis, surgindo novas variedades, fazendo com que essas cidades coladas sejam constituídas a partir da mistura do entrelaçamento de indivíduos e grupos – semelhantes em suas distinções.

    Essa é a preciosidade da obra.

  • Exposição “Geometrias Emotivas: (des) construção e (de) composição”, da artista Daniela Moser
    Exposição “Geometrias Emotivas: (des) construção e (de) composição”, da artista Daniela Moser
    Exposição “Geometrias Emotivas: (des) construção e (de) composição”, da artista Daniela Moser

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Geometrias Emotivas: (des) construção e (de) composição”, da artista Daniela Moser, na sexta-feira, dia 06 de março de 2020, às 18 horas. A mostra reúne obras que misturam técnicas de pintura, desenho, fotografia e colagem e poderá ser vista até o dia 05 de abril de 2020. Entrada gratuita. Multiplicidade, espontaneidade e fluidez. Estas são algumas palavras que podem ser associadas ao trabalho da artista mineira Daniela Moser. Misturando técnicas de pintura, desenho, fotografia e colagem, as obras trazem composições pensadas através da modulação de cor, uma das principais assinaturas de seu trabalho. As composições se dão tanto por formas geométricas planas – como retângulos e quadrados –, quanto por formas orgânicas fluidas; sempre numa proposição de partir do pequeno e, dele, expandir espontaneamente.

    A questão da espontaneidade é para Moser uma construção: há um esforço das composições não serem construídas racionalmente, de serem efetivamente formações de um acaso, que surgem como surpresas. Esses acasos formados aparecem primeiramente no papel – o principal suporte utilizado –, que, pela sua materialidade, permite uma constante modificação das composições e, nisso, uma multiplicidade de recortes e fragmentações; sendo na forma de adensamento, no agrupar de massas de cores, ou na espacialização dos fragmentos aplicados pelo suporte. A criação das obras, assim, parte de um entendimento da colagem não só como técnica, mas como linguagem, expandindo esta forma artística para além de elementos tradicionalmente associados a ela, como a cola.

    As duas séries Enxertos e Modulações são obras que levam a colagem para agrupamentos em camadas soltas, permitindo também que o papel aja de acordo com suas próprias características: dobras, entortamentos e eventuais separações que podem acontecer – espontaneamente. Estas séries desdobram noutra obra, que surge na proposta de um contato do espectador com o trabalho. Livros Interativos foi disparado por esta questão, sendo um convite sensorial e criativo, de desde sentir as texturas das páginas até de estar – ao folheá-las – num ato contínuo de (des)construção de composições, onde retira-se uma forma de um espaço para o outro; cria-se um outro em variações múltiplas, o corpo daquele que manipula sendo uma outra forma – orgânica – presente, que instaura uma nova dinâmica. O orgânico na obra de Moser, aliás, aparece pelo experimento de fotografar anônimos no espaço urbano.

    Nisso, a artista traçou Cartografia do Corpo II, desenhando sobre os contornos e as curvas de pessoas captadas num momento de lazer; depois sobrepostos e esvaziados de identidade, numa mistura quadriculada, modulada e fluida de corpos relocados. Estas formas perpassam por diversos outros trabalhos, como Corpocidade e (DE)forma, emprestando suas curvas às geometrias emotivas das demais obras, coladas subjetivamente entre si. O mais interessante, entretanto, é como essas formas não podem ser reduzidas à uniformidade – são uma diferença que se mantém diferente, em singularidades plurais de multidão; e aqui está a potencialidade do trabalho.