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  • Exposição Uma linha para contar história | Vanuza Bárbara
    Exposição Uma linha para contar história | Vanuza Bárbara
    Exposição: "Uma linha para contar história" | Vanuza Bárbara

    A Fundação Municipal de Cultura recebe no Museu da Moda, até 1º de dezembro, a exposição “Uma linha para contar história”, com a mostra sustentável desenvolvida pela estilista mineira Vanuza Bárbara. Composta por 33 looks e seis bolsas, ela tem como tema um personagem muito presente na vida dos mineiros: o trem. O enredo da exposição evoca visitantes a uma viagem interior com questionamentos e reflexões atuais sobre a vida. 

    Natural de Ipatinga, a artista visual Vanuza Bárbara tem como assinatura um estilo atemporal e uma forma de produção com vistas a um menor impacto ambiental e inclusão social de mulheres de baixa renda. Hoje sua terra natal tem o segundo maior polo de produção de uniformes do Brasil. E foi nestas fábricas que a estilista viu potencial de reaproveitamento para suas produções. Uma parceria que garante a captação de matéria prima base para seu trabalho: os retalhos. O conceito atual, que segue na contramão do consumismo, fez com que surgisse o convite do museu à artista para a exposição no espaço. A mostra ocupa 150 m², com ambientes que contam histórias e transportam os visitantes a uma viagem de trem. Uma das atrações é um túnel, com dimensões de 8 metros de comprimento, 6 metros de largura e 2,80 metros de altura. Ao fim, um manequim com uma saia feita de mais de 11 metros de tecido é um convite para que os visitantes possam ali deixar bordado um pouco da sua história.Ao lado do manequim, uma infinidade de linhas de todas as cores, tesouras e agulhas convidam o público a participar da imersão no mundo da moda. Além disso, as fotos na estação ferroviária de BH também enfeitam a galeria. A exposição conta com recursos da Lei de Incentivo à Cultura do Estado de Minas Gerais e patrocínio da Provest Uniformes, Produtos Plinc e Fraldas Carinho.

  • Exposição: “Uma Noite Sagrada - Presépios de Minas Gerais”
    Exposição: “Uma Noite Sagrada - Presépios de Minas Gerais”
    Exposição: “Uma Noite Sagrada - Presépios de Minas Gerais”

    Dos dias 6 de dezembro de 2022 (terça-feira) até 6 de janeiro de 2023 (sexta-feira), o Palácio da Liberdade recebe a exposição “Uma Noite Sagrada - Presépios de Minas Gerais”, realizada pela Fundação Clóvis Salgado em parceria com o Centro de Artesanato Mineiro (CEART) e Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDE), por meio da Diretoria de Artesanato. Utilizando diferentes materiais e suportes, os presépios foram concebidos por artesãos de cidades do Norte de Minas Gerais, incluindo a região do Vale do Jequitinhonha.

    A mostra faz parte das celebrações do Natal da Mineiridade, que acontecem a partir do dia 2 de dezembro em diferentes espaços públicos e culturais da cidade. A exposição conta com um recorte específico de duas regiões do Estado: o Norte de Minas e o Vale Jequitinhonha, localidades onde se encontram importantes mestres artesãos e onde o artesanato tradicional e a arte popular mineira são o seu patrimônio cultural. Cada presépio expressa o simbolismo da fé católica, com suas próprias características, refletindo personagens presentes no cotidiano de cada artista: o pescador, o violeiro, o lavrador, o barqueiro, os bichos, dentre outros.

    O acervo conta com cerca de 40 peças, elaboradas com exclusividade para o evento, e contempla as cidades de Araçuaí, Caraí, Felício dos Santos, Itaobim, Jenipapo de Minas, Minas Novas, Pedra Azul, Ponto dos Volantes, no Vale Jequitinhonha, e Curral de Dentro, Januária, Salinas, São João do Paraíso e Taiobeiras, no Norte de Minas. As peças foram elaboradas com diversas matérias primas, como a argila, fibras naturais, cabaça, ferro e materiais reciclados.

    Algumas obras também possuem diferentes técnicas tradicionais, como o bordado e o crochê. As peças expostas em “Uma Noite Sagrada - Presépios de Minas Gerais” trazem em si a expressividade e o saber do povo mineiro. Para Douglas Cabido, Subsecretário de Desenvolvimento Regional da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, “o Natal é um momento de reflexão e renascimento, e os nossos artesãos demostram toda sua fé, arte e religiosidade através dos presépios mineiros, mesclando cultura de tradição com oportunidade de negócios, uma vez que toda exposição estará disponível para comercialização.

    A Secretaria de Desenvolvimento Econômico agradece a Secult e a FCS, por meio do Circuito Liberdade, por essa oportunidade de integrar o Natal da Mineiridade com essa exposição tão expressiva”, destaca. Segundo Sérgio Rodrigo Reis, Presidente da Fundação Clóvis Salgado, a exposição de presépios no Palácio da Liberdade reforça a importância de ocupação do espaço para além de uma contemplação exclusivamente arquitetônica.

    “O espaço do Palácio da Liberdade é de todos os mineiros, e deve abrigar as mais variadas formas de expressão artística. A mostra de presépios traz ao espaço a riqueza do Vale do Jequitinhonha e Norte de Minas Gerais, regiões com expressiva produção artística, ocupando cada vez mais espaços de destaque”, celebra. Após o período expositivo, todas as peças estarão disponíveis para venda, que será realizada por meio do Centro de Artesanato Mineiro, no Palácio das Artes.

    Desta forma, além de possibilitar o acesso a um acervo único e de afinidade universal, a mostra também cumpre com mais uma contrapartida prevista em termo de Permissão de Uso do Espaço, ao qual há atenção para o compartilhamento e difusão e bens artísticos do artesanato tradicional mineiro. A tradição de montar presépios – Há mais de 2 mil anos, uma história muito conhecida deu origem ao presépio de Natal. Uma tradição que conhecemos e que é representada através de desenhos, pinturas, bordados, esculturas, em diversos tipos de matérias-primas e com diferentes técnicas.

    A origem dos presépios se deu em 1223, através de uma pregação feita por São Francisco de Assis, em que o mesmo, de uma forma teatral, tentava mostrar às pessoas como teria acontecido o nascimento do menino Jesus. Com autorização de um papa da época, ele então construiu um cenário utilizando a argila como matéria-prima. Fez as personagens que fizeram parte da noite memorável.

    As pessoas se impressionaram de tal maneira com o espetáculo que passaram a adotar o costume de montar um presépio dentro de casa, tradição esta que segue até os dias atuais.

  • Exposição no Centro Cultural UFMG
    Exposição no Centro Cultural UFMG
    Exposição " Um Caminho pelas Sombras "

    Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição coletiva “Um caminho pelas sombras”, dos artistas residentes em Belo Horizonte Daniel Pizani, Felipe Florêncio, Júlia Melo e Manassés Muniz, na sexta-feira, dia 11 de outubro de 2019, às 19 horas. A mostra reúne trabalhos em desenho, gravura e modelagem e poderá ser vista até o dia 08 de dezembro de 2019. Entrada gratuita. Dos encontros e experiências no ateliê de gravura em metal e desenho da Escola de Belas Artes da UFMG, atravessando todo um ciclo de exposições realizadas dentro e fora do circuito belo-horizontino, o grupo vem dispor à comunidade um novo conjunto de trabalhos que demonstram, primeiro, um particular fascínio pelo fazer, e, segundo, particularidades e afinidades na observação e aprofundamento do tema principal: o grotesco, o sombrio, o multiforme. Conceber, projetar, riscar, traçar, modelar, amassar, enxertar, colar, cavar, escavar, desgastar, raspar, cortar, manchar, desmanchar, mesmo soprar, respirar e acender; em cada um destes gestos de aventura gráfica reside a criação mesma do sentido, o engendramento das poéticas que se buscam e se prometem realizar na proposição do grotesco e do sublime. São realizados, para tanto, seres e atmosferas, figuras e paisagens de dúvida e incerteza, de aparição e suspensão, de deformidade, metamorfose, falta, loucura, escárnio, podridão e demência (o profano, o bizarro, o grotesco), mas também de sonho, delírio, éter, devaneio, graça e encantamento (o divino, o sagrado, o sublime): formas da busca incessante que o humano demonstra e pratica diante de seu caminho de respostas insuficientes, um caminho pelas sombras.