Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: "Habita-me - A Face Oculta dos Transtornos Mentais"
    Exposição: "Habita-me - A Face Oculta dos Transtornos Mentais"
    Exposição: "Habita-me - A Face Oculta dos Transtornos Mentais"

    “Habita-me – A Face Oculta dos Transtornos Mentais” retorna em sua segunda edição propondo a arte como espaço de escuta, reflexão e aproximação das experiências humanas que muitas vezes permanecem invisíveis. Reunindo diferentes artistas, linguagens e poéticas no Teatro da Cidade, a mostra convida o público a atravessar memórias, afetos, fragilidades e processos de reconstrução, ampliando o olhar sobre a saúde mental por meio de uma experiência sensível e profundamente humana.

  • Foto de capa da exposição "Habitante: Registros de um bolinho pela cidade"
    Foto de capa da exposição "Habitante: Registros de um bolinho pela cidade"
    Exposição: "Habitante: Registros de um bolinho pela cidade"

    A Fundação Clóvis Salgado apresenta Bolinho 15 anos, exposição comemorativa que celebra a trajetória da artista visual e grafiteira Maria Raquel Bolinho, conhecida por criar o personagem Bolinho, uma das imagens mais reconhecidas da paisagem urbana de Belo Horizonte. Desde 2009, os Bolinhos ocupam muros, fachadas e diversos suportes artísticos, transformando a cidade por meio de cores vibrantes, humor e afeto. Ao longo de quinze anos, a artista expandiu sua produção para além da arte urbana, desenvolvendo pinturas, objetos, gravuras e instalações, consolidando uma pesquisa visual que dialoga com o espaço público e com diferentes públicos

  • EXPOSIÇÃO “HABITAR O /IN/VISÍVEL – COABITAR A CIDADE”

    Casa Rosada Gasmig Minas Na exposição “Habitar o /in/visível – Coabitar a cidade”, com curadoria de Marconi Drummond e Maurício Meirelles, pretende-se trazer uma provocação extensa sobre o que se passou no território que hoje abriga Belo Horizonte. O projeto expográfico é assinado pelos Arquitetos Associados. Mais do que uma mostra histórica e documental sobre a cidade: a exibição tenta responder o que a cidade era “antes do antes”, com registros do que existia neste espaço há milhares de anos, até como as pessoas se apropriam e vivenciam a BH de hoje.