Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição "Usina Wigg - Os Primórdios da Siderúrgica no Brasil"
    Exposição "Usina Wigg - Os Primórdios da Siderúrgica no Brasil"
    Exposição "Usina Wigg - Os Primórdios da Siderúrgica no Brasil"

    A exposição “USINA WIGG – OS PRIMÓRDIOS DA SIDERURGIA NO BRASIL”, em cartaz no MM Gerdau de 28/05/2024 a 07/08/2024, apresenta uma jornada ao passado, às histórias, lugares e memórias da usina. Localizada em Miguel Burnier, distrito da cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais, ela está situada na região central do estado, no Quadrilátero Ferrífero: uma província geológica brasileira, notadamente conhecida por suas jazidas de minérios de ouro, ferro e manganês.

  • Exposição “Vaivém” no CCBB BH
    Exposição “Vaivém” no CCBB BH
    Exposição “Vaivém” no Centro Cultural Banco do Brasil BH

    Belo Horizonte, fevereiro de 2020. Seja nas instalações de Tunga, Hélio Oiticica e Ernesto Neto, nas obras de Arissana Pataxó, nos quadros de Tarsila do Amaral, desenhos de Cândido Portinari ou no cinema, lá está ela: a rede de dormir. Parte do imaginário brasileiro, sua representação em mais de 300 obras de 141 artistas (entre eles, 32 indígenas) poderá ser vista na exposição Vaivém, que será inaugurada no Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte (CCBB BH) no dia 11 de março.

    Ao longo de sua itinerância pelos CCBBs de São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro, Vaivém reuniu mais de meio milhão de visitantes. A exposição, patrocinada pelo Banco do Brasil, com coordenação geral da arte3 conceito, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura nº 8.313/90, será exibida até 18 de maio no CCBB BH, diariamente (exceto às terças-feiras), de 10h às 22 horas. A entrada é franca e os ingressos podem ser retirados pelo site eventim.com.br ou na bilheteria do centro cultural (detalhes do serviço mais abaixo).

    Ocupando o terceiro andar e o pátio do CCBB, a mostra reúne pinturas, esculturas, instalações, performances, fotografias, vídeos, revistas em quadrinhos e documentos sob curadoria do historiador e crítico da arte Raphael Fonseca, que também é curador do Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC - Niterói). Exibindo obras clássicas do século 16 aos dias de hoje, ele ressalta que Vaivém transita entre tempos, linguagens e artistas.

    “Longe de reforçar os estereótipos da tropicalidade, esta exposição investiga as origens das redes e suas representações iconográficas: ao revisitar o passado conseguimos compreender como um fazer ancestral criado pelos povos ameríndios foi apropriado pelos europeus e, mais de cinco séculos após a invasão das Américas, ocupa um lugar de destaque no panteão que constitui a noção de uma identidade brasileira”, sublinha o curador. Fonseca, que pesquisou o tema por mais de quatro anos para sua tese de doutorado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UERJ), propôs a criação de seis núcleos temáticos que transitam pela história e propõem uma ressignificação de estereótipos.

  • Capa da exposição Varal e Senhora de pequenos espaços do artista plástico Dee Lazzerini
    Capa da exposição Varal e Senhora de pequenos espaços do artista plástico Dee Lazzerini
    Exposição Varal e Senhora de pequenos espaços do artista plástico Dee Lazzerini

    Varal, do artista Dee Lazzerini, é, como o nome sugere, um grande fio que sustenta roupas. Se sua principal função é ser suporte de roupas lavadas para que sequem, aqui, Varal tem a função de expositor das roupas-obras do artista; ainda assim, suporte, mas também condutor, elo de ligação, fio da trama.

    MAIS INFORMAÇÕES:
    Virada Cultural de Todo Mundo - Belo Horizonte 2023
    Participação gratuita.