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  • Niki de Saint Phalle
    Niki de Saint Phalle
    Exposição: Niki de Saint Phalle

    A Casa Fiat de Cultura apresenta, de 2 de setembro a 2 de novembro de 2025, em Belo Horizonte (MG), a exposição Niki de Saint Phalle. A mostra integra a programação da Temporada França-Brasil e reúne 67 obras da artista franco-americana — 66 do acervo do MAMAC (Museu de Arte Moderna e Contemporânea de Nice) e uma da Pinacoteca de São Paulo. Com curadoria de Hélène Guenin e Olivier Bergesi, serão exibidas esculturas, assemblages, as icônicas “Nanas” e obras como Assemblage painting (cerca de 1959), Long shot – second shooting session (1961) e Nana boule sans tête (cerca de 1965), a maioria inédita no Brasil.

    A exposição destaca o engajamento da artista com temas como emancipação feminina, direitos LGBTQIA+ e racismo. Autodidata e inovadora, Niki usou a arte como cura e denúncia. Esta é a segunda parceria da Casa Fiat de Cultura com instituições francesas — em 2009, no Ano da França no Brasil, apresentou as mostras de Chagall e Rodin. Com a exposição Niki de Saint Phalle, a instituição reafirma seu compromisso com o acesso à arte e aos debates contemporâneos. O projeto conta com a parceria da prefeitura de Nice, do MAMAC e a colaboração da Niki Charitable Art Foundation e do grupo 24 Ore Cultura.

  • Exposição: Nina Soares e Elza Simone - MM Gerdau
    Exposição: Nina Soares e Elza Simone - MM Gerdau
    Exposição: Nina Soares e Elza Simone - MM Gerdau

    De 7 a 30 de julho, terá a exposição “Nina Soares e Elza Simone” no MM Gerdau.


    Os painéis desta exposição são de autoria de artistas da cena mineira de pintura e graffiti: Ana Elisa, Fenix, Juliana de Oliveira, Karine Mageste e o coletivo Minas de Minas Crew.

    Elas criaram dez obras exclusivas, trazendo suas pesquisas e estilos para homenagear as divas da música Nina Simone e Elza Soares.

    A curadoria das obras ficou por conta das idealizadoras do CURA – Circuito Urbano de Arte, um dos maiores festivais de arte pública do Brasil, que já pintou quase 30 prédios em BH.

    Acreditamos que trazer a arte para a cenografia do festival Tudo é Jazz vai provocar ainda mais impacto no público, garantindo um espetáculo não só sonoro, mas também visual.

  • Exposição:“No Balancê, Balancê: Figurinos e Adereços” - Palácio da Liberdade
    Exposição:“No Balancê, Balancê: Figurinos e Adereços” - Palácio da Liberdade
    Exposição:“No Balancê, Balancê: Figurinos e Adereços” - Palácio da Liberdade

    O Palácio da Liberdade também fará parte da programação do Atrium da Liberdade, que integra o Carnaval da Liberdade, com a exposição “No Balancê, Balancê: Figurinos e Adereços”.

    A mostra reúne trabalhos do artista visual Décio Paiva Noviello, explorando a relação que ele manteve com a produção de figurinos operísticos, em especial, para as montagens da Fundação Clóvis Salgado.

    A mostra ocupa o espaço dos dias 9 de fevereiro até o dia 27 de fevereiro, com horário de funcionamento especial.

    O acesso para visitar o Palácio da Liberdade é feito mediante retirada de ingresso no Sympla ou na portaria do local, na Av. Cristóvão Colombo, e é limitado a 30 pessoas por hora.

    A Exposição “No Balancê, Balancê: Figurinos e Adereços” contará com figurinos completos e adereços confeccionados por Décio Noviello exclusivamente para a ópera Turandot (Giacomo Puccini), realizada em 2004.

    Os figurinos foram retirados do Centro Técnico de Produção e Formação – CTPF, espaço destinado à confecção e à salvaguarda do acervo das montagens artísticas da FCS.

    A mostra celebra o trabalho de Noviello como artista, exaltando sua ampla atuação como aderecista capaz de unir os mais diversos elementos em acessórios e figurinos repletos de magnitude.

    Ao expor o trabalho de Noviello para o público, a Fundação Clóvis Salgado busca ressaltar a importância do trabalho de criação artística e do cuidado e preservação de sua memória cultural.

    O artista também contribuiu na realização de cenografias e figurinos para balés, óperas e peças teatrais produzidas pela FCS, além de outras mostras de artes plásticas.

    A obra de Noviello é recheada de manifestação, denúncia, resistência e amor, contados através de uma explosão de cor e luz, reforçando e recriando o gesto de colorir o mundo.

    Além da sua rica produção no campo das artes visuais e no cenário de ópera belo-horizontino, Noviello construiu um legado para produção carnavalesca de Minas Gerais.

    Desde 1979 já atendia a convites da prefeitura para decorar a Afonso Pena, e em 1983, o artista levou o prêmio com a ornamentação mais bonita com o tema “Transamazônica”, como crítica ao “asfalto puro” da avenida.

    Na busca da sintonia entre as ornamentações do ambiente e dos foliões, ele começou a escrever o capítulo mais luxuoso do carnaval de rua belo-horizontino, que permaneceu até 1988.