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  • "FEA, morada dos sons"
    "FEA, morada dos sons"
    "FEA, morada dos sons"

    A FEA tem o prazer de apresentar mais uma edição do "FEA, morada dos sons: mini-residências artísticas e pedagógicas"!

    Será oferecida nos dias 19 e 20/10 a Oficina "Criação e performance com o violão percussivo" com o violonista, pesquisador e professor da UEMG Stanley Levi, agraciado com menção honrosa no Prêmio CAPES de Teses 2020.

    As oficinas serão gratuitas, abertas para alunos da FEA e para o público em geral.

    Poderão participar violonistas de todos os níveis (iniciantes e profissionais, estudantes e professores).

    PRÉ-REQUISITOS:

    conhecimentos básicos de partitura e violão

    VAGAS: 20 participantes

    Na sexta-feira, 21/10, haverá o concerto "Visões Contemporâneas", em que Stanley Levi mostrará as diversas possibilidades do violão de 9 cordas.

  • Pedrina: Mulher negra, usando turbante, sorrindo. Rafaela Lima: Mulher negra com turbante branco e her negraher de pele clara e cabelos curtos, com um copo na mão, sorrindo. Makota: Mulher negra com turbante sorrindo
    Pedrina: Mulher negra, usando turbante, sorrindo. Rafaela Lima: Mulher negra com turbante branco e her negraher de pele clara e cabelos curtos, com um copo na mão, sorrindo. Makota: Mulher negra com turbante sorrindo
    FÉ, ANCESTRALIDADE E DEMOCRACIA: O DIREITO DE SER QUEM SOMOS

    Mesa de Debate: FÉ, ANCESTRALIDADE E DEMOCRACIA: O DIREITO DE SER QUEM SOMOS
    ARTISTA/CONVIDADO: Makota Célia Gonçalves de Souza e Pedrina de Lourdes Santos, com mediação de Rafaela Lima
    SINOPSE: As religiões de matriz africana são historicamente atacadas no Brasil, em mais uma face violenta do racismo, ferindo o direito à religiosidade de seus praticantes. A mesa propõe uma reflexão sobre fé, ancestralidade e democracia. 

    Makota Célia Gonçalves Souza é jornalista, empreendedora social da Rede Ashoka e coordenadora nacional do Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira (CENARAB).

    Pedrina de Lourdes Santos, conhecida como Capitã Pedrina, é pesquisadora com grande conhecimento em cantos e oralidade em línguas africanas de matriz banto, em história e cultura afro-brasileiras, sobretudo, no que se refere às artes rituais do Reinado de Nossa Senhora do Rosário. É Capitã da Guarda de Moçambique de Nossa Senhora das Mercês de Oliveira e integrante da Casa de nação Angola. 

    Rafaela Lima é pesquisadora da arte na luta antirracista, da escrita colaborativa baseada em escrevivências, afrografias e histórias de vida (proposições de Conceição Evaristo, Leda Maria Martins e Karen Worman). É doutora em Comunicação Social pela UFMG e pós-doutoranda em Educação pela UFF. Integra os grupos Ipê (Instituições, Públicos e Experiências Coletivas, da UFMG) e LEAM (Laboratório de Estudos e Aprontos Multimídia: relações étnico-raciais na cultura digital, da UFF). É presidenta da AIC – Agência de Iniciativas Cidadãs, OSC que há 30 anos promove a mobilização social e cultural por direitos.


    LOCAL: Auditório 1 / 3º andar - Centro Cultural Banco do Brasil - Praça da Liberdade 450 - Belo Horizonte
    DATA: 18 de novembro, sábado
    HORA DE INÍCIO: 16h
    HORA DE TÉRMINO: 18h
    CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: Jovens e adultos

     

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