Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: Poty Lazzarotto nas Artes em Argiloxilogravuras - Fábio Brasileiro
    Exposição: Poty Lazzarotto nas Artes em Argiloxilogravuras - Fábio Brasileiro
    Exposição: Poty Lazzarotto nas Artes em Argiloxilogravuras - Fábio Brasileiro

    A exposição é uma homenagem ao ilustrador dos livros de Guimarães Rosa, Poty Lazzarotto, que faria 100 anos em março de 2024. As xilogravuras feitas por Poty para o Sagarana foram traduzidas para outro tipo de suporte, o barro, daí o neologismo ‘Argiloxilogravuras’. Objetiva-se criar uma aproximação pelo tato com o público dos deficientes visuais; apresentar as relações literárias rosianas com as influências africanas, indianas, asiáticas e orientais presentes nos livros, bem como as interações entre o barroco mineiro-rosiano com as tradições espanholas do barroco e cubismo, em termos de geometria sagrada.

  • Exposição: "Povos Originários: Arte, Resistência e Pertencimento"
    Exposição: "Povos Originários: Arte, Resistência e Pertencimento"
    Exposição: "Povos Originários: Arte, Resistência e Pertencimento"

    Sábado dia 04 de maio 2024, abrirá a exposição, Povos Originários: Arte, Resistência e Pertencimento, na Galeria Gilda Queiroz em Belo Horizonte, que convida artistas indígenas a ocupar e ativar espaços de construção e de diálogos entre movimentos culturais de luta, de retomadas e ocupações políticas.

    A exposição terá sua abertura no dia 04/05/2024, com feira de arte Indígena, de 11h às 18h e encerramento 31/05/2024, com programação diversa ao longo do mês: feira de arte indígena; performances; vídeos e cânticos ritualísticos a fim de saudar a diversidade cultural dos povos indígenas e artistas emergentes e em retomada.

    A exposição Povos Originários: Arte, Resistência e Pertencimento, tem como objetivo aprofundar as discussões e ocupações de pessoas à margem dos circuitos artísticos e fortalecer práticas do “Bem-viver”, tendo também como foco o público estudantil e escolar, disponibilizando materiais educativos e artísticos que favoreçam diferentes narrativas de conhecimento e cosmovisões.

    Curadoria:
    Simone Von Randow

    Curadora Convidada:
    A Sol Kuaray

  • Exposição: Povos Originários "Guerreiros do Tempo"
    Exposição: Povos Originários "Guerreiros do Tempo"
    Exposição: Povos Originários "Guerreiros do Tempo"

    Ricardo Stuckert apresenta exposição sobre povos originários em Belo Horizonte. 

    Exposição integra programação do evento Outras Florestas , iniciativa da ONG Contato que visa promover ações de meio ambiente, cultura e inclusão social.

    Foi em 1997, durante sua primeira viagem à Amazônia como fotógrafo de uma revista brasileira, que Ricardo Stuckert esteve com os Yanomami, um dos maiores grupos indígenas da América do Sul. Ficou fascinado pela riqueza cultural da etnia e também pela sua capacidade de preservar a cultura e a tradição milenar. Na aldeia, Stuckert conheceu Penha Góes, um Yanomami de 22 anos com uma história escrita em um único olhar. Nasça uma das fotografias mais importantes de sua carreira.

    Quase vinte anos depois, Stuckert decidiu voltar à comunidade para fotografá-la novamente. A partir daquele momento, o fotógrafo brasileiro teve a certeza de que tinha uma importante missão: registrar mais extensamente a vida dos povos originários como forma de homenageá-los e, ao mesmo tempo, mostrar a importância dessa cultura e desse universo fantástico e delicado Após a viagem à aldeia Yanomami, Stuckert iniciou uma verdadeira jornada pelas mais diversas regiões do Brasil.

    O resultado desta peregrinação está na exposição "Povos Originários – Guerreiros do Tempo" . A abertura da exposição será no dia 15 de maio, às 19h, na sede da ONG Contato, no bairro Serra, em Belo Horizonte. A mostra traz histórias e fotos, como as de Penha, que foram coletadas durante este trabalho documental .

    Com um olhar sensível e habilidades técnicas adquiridas ao longo de mais de trinta anos de carreira, o fotógrafo mostra a diversidade e pluralidade da cultura indígena, além de destacar a importância desses povos como guardiões das florestas.