Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: “Tradução Automática – A Revolução da Inteligência Artificial”
    Exposição: “Tradução Automática – A Revolução da Inteligência Artificial”
    Exposição: “Tradução Automática – A Revolução da Inteligência Artificial”

    A exposição “Tradução Automática – A Revolução da Inteligência Artificial” chega à Aliança Francesa de Belo Horizonte e fica em cartaz entre os dias 21 de outubro e 15 de novembro, na Galeria Georges Vincent. A mostra foi concebida pela Cité des Sciences et de l’Industrie (Cidade das Ciências e da Indústria), um espaço Universcience, e conta com 16 obras, entre fotos, textos, áudio e vídeo que contextualizam o surgimento da tradução automática e sua evolução. A tradução vai muito além de passar uma palavra de uma língua para outra. Há fatores culturais, comportamentais e até mesmo geográficos que interferem na compreensão de uma simples frase. Por isso, até pouco tempo, parecia impossível que um programa de computador fosse capaz de captar expressões. Mas isso já é uma realidade, tornando muito mais próximo o mundo onde não é necessário conhecer o idioma do outro para conversar. A exposição “Tradução Automática – A Revolução da Inteligência Artificial” traz para o público como foi o processo de criação e evolução das ferramentas de tradução. O Google, por exemplo, teve recentemente os erros reduzidos de 45 para 15% em suas traduções. A rede neural também faz parte do debate instigado pela mostra. Inspirada no funcionamento do cérebro, essa ferramenta se revelou particularmente eficaz para traduzir textos de chinês para o inglês – uma tarefa que as tecnologias anteriores se esforçavam para realizar. Além disso, por meio dos áudios, vídeos e pesquisas apresentadas, é possível avaliar o cenário futuro da tradução automática, identificar os problemas que existem na atualidade, limites e muito mais. A mostra é resultado de uma pesquisa realizada por Barbara Vignaux e conta com edição de Alain Labouze (Science Actualités/Cité des sciences et de l’industrie).

  • Exposição: Escola de Cultura e professor Luiz Chaves: Trajetórias Parceiras
    Exposição: Escola de Cultura e professor Luiz Chaves: Trajetórias Parceiras
    Exposição: Trajetórias Parceiras - Escola de Cultura e professor Luiz Chaves

    A Escola de Cultura convida o artista e professor pioneiro Luiz Chaves que, da inauguração até os dias atuais, mantem suas atividades interruptas, estimulando talentos e formando artistas ao longo das últimas três décadas dedicadas a esta casa.  

    Luiz Chaves é natural de Jequitinhonha/MG e suas obras chegaram a vários países, como Estados Unidos, França, Itália, Portugal e Inglaterra. Segundo trechos do texto de MARI'STELLA TRISTÃO, “Partindo de suas raízes - do folclore às grandes transformações políticas - tendo a serviço de sua criação o sensível uso da observação realística que torna mais forte sua arte.

    Seus temas preferidos: o folclore nacional, o barroco, personagens da história, a narrativa urbana etc. Daí para frente, não sem muita luta, impôs-se à crítica e ao público nacional, mesmo sem sair de Minas. Venceu porque tem imaginação, bom gosto, conhece os materiais e instrumentos do seu trabalho aplicado e consciente.” 

  • Exposição Trajetória Viva - da Academia Transliterária
    Exposição Trajetória Viva - da Academia Transliterária
    Exposição Trajetória Viva - da Academia Transliterária

    No mês da visibilidade trans, o Yanã - bar, cultura e gastronomia, conhecido por ser um espaço acolhedor e voltado para o público LGBTQIA+ em Belo Horizonte, inaugura nesta quinta-feira, dia 16, a partir das 18h, a exposição Trajetória Viva, da Academia Transliterária. Com curadoria da artista Bárbara Macedo, a exposição fica em cartaz até o dia 2 de fevereiro. A entrada da população trans no bar tanto para a exposição quanto para os eventos neste mês é gratuita. Registros fotográficos das performances realizadas e textos de autoria coletiva ou individual compõem a exposição, que revisita os trabalhos desenvolvidos pelo coletivo em seus três anos de atuação.

    A curadora, que participou da Academia entre 2016 e 2018, conta que o processo curatorial envolve não apenas uma organização de pensamento em tudo que permeia o trabalho, mas também muito afeto. “Fazer a curadoria da Trajetória Viva vem como algo transformador e com marcos bastantes interessantes. Primeiro, por ser minha primeira curadoria; segundo, por ser realizada no mês da visibilidade trans; e terceiro, por surgir de um coletivo majoritariamente trans do qual eu fiz parte. Então, esse trabalho envolve muitos simbolismos e significados para mim”, comenta.