Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Bordados pendurados em uma sala espaçosa
    Bordados pendurados em uma sala espaçosa
    Exposição Trama: Processos Educativos na Pampulha

    O Museu Casa Kubitschek - MCK recebe a exposição “Trama: processos educativos na Pampulha”, que reúne os projetos “Bordando Memórias” e “Lab Design”. A principal proposta é colocar em diálogo com a casa modernista bordados e protótipos de objetos de design inspirados no território Pampulha.

    O projeto “Bordando Memórias” é realizado pelo Museu Casa Kubitschek desde 2017 e já reuniu mais de cem participantes. A cada ano, uma temática é escolhida e os bordados são produzidos a partir de pesquisas, imersões e compartilhamento de técnicas.

    A exposição “Trama: processos educativos na Pampulha” também incorpora produtos desenvolvidos pelo projeto “Lab Design”, coordenado pelo artista visual Flávio Vignoli. O projeto convidou oito designers e dois coletivos de Belo Horizonte para uma experiência em laboratório para a criação de protótipos de produtos de design que apresentassem uma nova leitura sobre a Pampulha, suas referências históricas, culturais, paisagísticas e urbanísticas.

    Dois videodocumentários que compartilham os processos criativos e as práticas educativas que vinculam os projetos à Pampulha e aos acervos da unidade museal também fazem parte da mostra. 

    • A programação é gratuita; 
    • Visitação: de quarta a domingo, das 10h às 18h, com entrada até 17h30 
    • Visitas mediadas devem ser agendadas pelo e-mail educativos.ck@pbh.gov.br
  • EXPOSIÇÃO “TRAMA: PROCESSOS EDUCATIVOS NA PAMPULHA”, NO MUSEU CASA KUBITSCHEK, PROPÕE DIÁLOGO ENTRE BORDADOS E PRODUTOS DE DESIGN

    A partir de 25 de junho, o Museu Casa Kubitschek reabre para visitação gratuita e apresenta a exposição “Trama: processos educativos na Pampulha”, que reúne o resultado dos projetos “Bordando Memórias” e “Lab Design”. A proposta é que bordados e protótipos de produtos de design, inspirados no território Pampulha, dialoguem entre si e com os acervos do museu, como os móveis e as intervenções produzidas por dona Juracy Guerra (1909-2004), moradora que residiu na casa que hoje é o Museu Casa Kubitschek, preservando a edificação e as características originais do espaço.

    O projeto “Bordando Memórias”, realizado pelo Museu Casa Kubitschek desde 2017, já recebeu mais de cem participantes que se dedicam a bordados que são produzidos a partir de pesquisas, imersões e compartilhamento de técnicas. A cada ano, uma temática é escolhida, como os móveis e os jardins do Museu Casa Kubitschek, as aves que habitam a Pampulha, as memórias afetivas que resgatam os modos de morar das participantes e sua associação com os acervos do museu, contextualizados pelo patrimônio da Pampulha.

    A exposição “Trama: processos educativos na Pampulha” também incorpora produtos desenvolvidos pelo projeto Lab Design”, coordenado pelo artista visual Flávio Vignoli, e que reuniu trabalhos de oito designers e dois coletivos de Belo Horizonte. Esses profissionais foram convidados a participar de um laboratório para a criação de protótipos de produtos de design, com diferentes tipologias, que tecem as relações entre a Pampulha e a capital mineira.

    Integram o acervo, além dos resultados dos projetos, dois videodocumentários que compartilham seus processos criativos e as práticas educativas que os vinculam ao território da Pampulha e, especialmente, aos acervos do Museu Casa Kubitschek.

    As visitas à exposição são gratuitas e podem ser realizadas de quarta-feira a domingo, das 10h às 18h, com entrada até as 17h30. O Museu Casa Kubitschek fica na Av. Otacílio Negrão de Lima, 4188 - Bandeirantes (Pampulha). Visitas mediadas devem ser agendadas pelo e-mail educativos.ck@pbh.gov.br.
     

  • Exposição: Tramas da Memória - Museu de Artes e Ofícios
    Exposição: Tramas da Memória - Museu de Artes e Ofícios
    Exposição: Tramas da Memória - Museu de Artes e Ofícios

    A exposição Tramas da Memória que abre dia 10 de Setembro de 2022 no Museu de Artes e Ofícios com apoio do SESI/FIEMG é uma idealização dos artistas Rodrigo Mogiz e Lívia Limp e que assinam a curadoria.

    Eles estarão expondo juntamente com outros 24 artistas contemporâneos e 3 projetos sociais que atuam em oficinas e orientação de artesãs que trabalham com o têxtil.

    São ao todo 29 expositores e mais de 100 obras que se relacionam com práticas manuais têxteis direta ou indiretamente, explorando outras mídias como pintura, desenho, escultura, colagem, performance, cerâmica e instalação.

    Tramas da Memória se propõe a mostrar um recorte de como as artes têxteis têm ganhado força dentro do cenário artístico brasileiro e internacional.

    Nos últimos anos tem aparecido em outras curadorias e mostras importantes como Bienais e Feiras de Arte Contemporânea.

    Mesmo sendo uma atividade tradicional em muitas culturas do mundo, o têxtil encontra força e abordagens próprias no estado de Minas Gerais, estando presente na memória afetiva de todos que têm mães e avós costureiras, bordadeiras ou tecelãs.

    Por tal razão, a exposição é composta por artistas e artesãs mineiras ou que aqui escolheram trabalhar e viver.

    A partir de um olhar sobre o artesanal, as obras que estarão expostas tendem a nos provocar sobre os limites entre arte, artesanato e design, por meio de um grupo diverso em faixa etária, formação, trajetória, gênero, sexualidade, crenças, e que trazem suas vivências, angústias e desejos para suas poéticas visuais.

    Não à toa, portanto, que essa exposição encontrou espaço no Museu de Artes e Ofícios propondo-se a dialogar com a memória de um acervo que fala dessa mineiridade por meio do trabalho.

    Um museu também de Artes, pois assim os ofícios eram considerados, mas que também pode e devem ser das Artes apreciativas e engajadas em causas diversas da contemporaneidade.

    A exposição passa por três eixos curatoriais: TRABALHO, CORPO e TESSITURAS, promovendo realmente uma trama de múltiplas conexões que tem seu início nas memórias reais e ficcionais de cada artista com o têxtil, passando por como cada um transforma materialidades diversas e trazendo provocações poéticas e políticas de como se relacionam com o mundo ao redor.

    A exposição que vai até 5 de Novembro tem em sua programação visitas mediadas com os curadores e artistas, rodas de conversa, mini oficinas e ações coletivas com bordado, feirinha de produtos artesanais e performance, durante o período expositivo.