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  • Exposições paralelas | Museu Mineiro
    Exposições paralelas | Museu Mineiro
    Exposições paralelas | Museu Mineiro

    No mês de outubro, duas mostras paralelas ocupam a Sala de Exposição Temporária do Museu Mineiro: a exposição coletiva “Drummond Encontra Guignard” e a exposição individual do escultor Marco Aurélio R. Guimarães.

    A coletiva “Drummond Encontra Guignard” homenageia os dois expoentes da fase de amadurecimento do modernismo brasileiro.

    Obras de Jarbas Juarez, Santa, Wilde Lacerda e Yara Tupynambá, alunos de Guignard, têm participação especial na mostra que também traz poemas da jornalista e escritora Lena Bonfim, em torno dos dois homenageados.

    Em paralelo, ocorre a exposição individual do escultor Marco Aurélio R. Guimarães. Com temática variada e referências clássicas, o artista explora matérias diversas para revelar valores universais.
     

    Entrada Gratuita.

  • galeriadotart
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    Exposições: “Pierre Verger” | “Fluido” – Heleno Bernardi

    A dotART galeria apresentou, em 2022, uma extensa programação de exposições na capital mineira. Para encerrar o ano de sucesso, lança duas novas mostras: “Fluido”, do pintor Heleno Bernardi, que conta com pinturas inéditas em Belo Horizonte, e “Pierre Verger”, com fotografias do famoso artista franco-brasileiro pertencentes à Fundação Pierre Verger.

    A inauguração será no dia 14 de dezembro, das 16h às 20h, com a presença de Heleno Bernardi. As mostras ficam em cartaz até o dia 4 de março de 2023. Na exposição Fluido, Heleno Bernardi apresenta uma pesquisa pictórica que se estabelece dentro da abstração.

    E, mais precisamente, no interior de um programa de trabalho que tira partido da força da gravidade. As pinturas são realizadas com tinta em estado líquido, que escorrem pela superfície da tela de acordo com as movimentações que realizo com o chassi. Já a coleção de Pierre Verger, traz fotografias selecionadas do artista, com algumas das mais relevantes de sua prolífera carreira e que estamparam importantes espaços. Para a mostra, a curadoria trouxe em sua temática os registros que representam África, Bahia e pessoas que recebem divindades, exacerbando o lado religioso.

    Uma parceria com a galeria Paulo Darzé, de Salvador. Embora sejam exposições individuais e completamente distintas, as mostras têm em comum o movimento presente nas obras de cada um dos artistas e também o contraponto de contar ou não histórias. “Verger era um exímio contador de história a partir de cada clique feito, foi um narrador. Já a pintura do Heleno tem as histórias dentro das camadas das tintas.

    Quando você admira as obras, você vê uma pintura emocional, não é narrativo, mas com histórias que se sobrepõem”, explica Wilson Lazaro, curador da mostra e diretor artístico da dotART. Para o artista Heleno Bernardi, expor na mesma galeria que Verger é muito inusitado. “De um lado estão fotografias etnográficas, que não só registram uma história, mas uma história verdadeira. Mais que fotografias artísticas, são documentais.

    Fluido já traz um outro lado da arte, com cor, sem narrativa. Mas, ambas as artes se encontram na intensidade”, ressalta o pintor, que completa: “também é um privilégio pela relevância de Verger”.

  • Exposições: Prêmio DÉCIO NOVIELLO DE ARTES VISUAIS - Fundação Clovis Salgado
    Exposições: Prêmio DÉCIO NOVIELLO DE ARTES VISUAIS - Fundação Clovis Salgado
    Exposições: Prêmio DÉCIO NOVIELLO DE ARTES VISUAIS - Fundação Clovis Salgado

    A Fundação Clóvis Salgado anuncia a abertura das exposições do Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais, edição que marca a troca de nome do antigo Edital de Ocupação FCS de Artes Visuais, anunciada em 2019.

    Com diferentes e criativas propostas, foram contemplados o artista Froiid (MG), que ocupará a Galeria Genesco Murta com a exposição É hora da onça beber água, e a curadora Joyce Delfim (MG), responsável pela exposição Figurar o impossível, composta por obras da artista visual Marcela Cantuária (RJ).

    Em É hora da onça beber água, Froiid expõe um site specific que enlaça as potências da arte à joguificação, criando um ambiente lúdico que estimula a participação do público na construção da obra. Uma mesa de bilhar de 13 metros compõe o cenário no qual o público é convidado a refletir, suspender e recriar as regras do jogo. Já Joyce Delfim, curadora da exposição Figurar o impossível, constrói a sistematização que torna o espaço físico e simbólico da galeria um local de reflexão. Para a mostra, Joyce selecionou pinturas de Marcela Cantuária, marcadas pela representatividade do feminino nas lutas de classe, a partir de um olhar transcendente e mágico, em uma estética vibrante.

    Hoje denominado Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais, o Edital de Ocupação de Artes Visuais da FCS é uma importante ferramenta de estímulo à produção artística em âmbito nacional, permitindo o acesso do público a diferentes linguagens. Para a presidente da Fundação Clóvis Salgado, Eliane Parreiras, essa iniciativa abre as portas do Palácio das Artes às mais variadas propostas artísticas. “O Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais é reconhecido por sua diversidade.

    A cada edição, artistas de Minas e de outros estados ocupam nossas galerias com as mais variadas propostas. O fomento a essa diversidade de obras e artistas e seus resultados muito nos orgulha.

    Fazemos questão de preservar esse Prêmio, cujas exposições nos ajudam a ampliar o acesso à cultura, especialmente nesse momento em que o Palácio das Artes retoma suas atividades presenciais por meio das Galerias”, comemora. Iniciativa já consolidada como evento de destaque no cenário artístico nacional, a realização do Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais visa fomentar a produção artística contemporânea e a divulgação de novos talentos. Como premiação, os artistas recebem quantia prevista em Edital para a montagem das exposições, além de apoio da FCS na divulgação das mostras. Artistas como Adriana Maciel, André Griffo, Bete Esteves, Claudia Tavares, Eder Oliveira, Juliana Gontijo, Luiza Baldan, Luiz Arnaldo, Marcelo Armani, Nydia Negromonte, Patricia Gouvêa, Ricardo Burgarelli, Ricardo Homen, Lorena D’arc, Renata Cruz e Rodrigo Arruda já tiveram seus trabalhos contemplados em outras edições do Edital de Ocupação de Artes Visuais da FCS.

    Medidas de segurança

    – Seguindo as orientações do programa Minas Consciente, protocolo para a retomada econômica de Minas Gerais, a Fundação Clóvis Salgado estabeleceu uma série de normas para a volta das atividades de suas galerias de forma segura. Para evitar aglomerações, a galeria contará com sinalização nas áreas externas e internas para garantir distanciamento mínimo de 2 metros entre as pessoas durante a visitação.

    O uso de máscaras – tanto para visitantes quanto funcionários – será obrigatório. Todos os ambientes do Palácio das Artes serão higienizados diariamente antes da abertura ao público e serão disponibilizados tapetes para a limpeza de calçados, assim como álcool em gel 70% para desinfecção das mãos.

    Serão permitidos até 7 visitantes por vez na Galeria Genesco Murta e na Galeria Arlinda Corrêa Lima 6 pessoas, que deverão seguir recomendações como evitar conversar, manusear telefone celular, ou tocar no rosto durante a permanência no interior do centro cultural; cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar; realizar a higienização das mãos ao entrar e sair do espaço; seguir sempre as instruções dos funcionários e não frequentar a galeria caso apresente qualquer sintoma de resfriado ou gripe.

    Para o manuseio da obra interativa do artista Froiid, serão disponibilizadas luvas descartáveis, e os objetos tocáveis serão higienizados após cada uso.