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  • 13ª Edição: Festival BH Choro
    13ª Edição: Festival BH Choro
    13ª Edição: Festival BH Choro

    Atribui-se a existência do gênero musical Choro desde os fins do século XIX. 

    Mas, somente agora, em 2024, é que ele foi declarado, pelo IPHAN, como Patrimônio Cultural do Brasil. 

    E o FESTIVAL BH CHORO executa sua décima terceira edição comemorando esse reconhecimento com todos os shows gratuitos em praça pública e total acessibilidade para o público, apresentando choro da melhor qualidade, para todos. 

    Não é exagero afirmar que o choro está para os brasileiros como o jazz para os norte-americanos e o tango para os argentinos. 

    O que os une é o fato de, tanto em um gênero quanto no outro, cada músico ter seu momento de mostrar a que veio, por isto teremos uma programação rica e diversificada. 

    A experiência da Velha Guarda em contraponto a juventude do Regional da Serra.

     A grandiosidade da Orquestra de Choro da UFMG e a competência do Clube do Choro de BH. 

    Finalizando e coroando o projeto, a malemolência e a picardia do Choro e Samba de Quintal. 

    É a manutenção e a construção dessa troca e generosidade entre os músicos o propósito que alicerçou a primeira edição, em 2008, na Praça de Santa Teresa, resultando neste espaço de tempo em 12 edições, sendo um marco cultural significativo por onde passaram mais de 100 grupos musicais. 

    Como se vê, este projeto se transformou em uma referência cultural da capital. 

    E, graças a ações como esta, o Choro se transformou, felizmente, no gênero musical mais executado ao vivo, na cidade, nos dias de hoje.

     Possivelmente, não existe uma outra cidade no país, onde todos os dias, de segunda a segunda, tenha ao vivo, a execução de choro, em um dos vários locais onde ele habita nesta cidade. 

    Inegavelmente existe uma profunda relação de amor entre o público de BH e o gênero musical. 

    Esta edição será realizada na Praça Duque de Caxias em Santa Teresa, com a seguinte programação no dia 31/08, sábado, primeiro show às 16h, com a Velha Guarda do Choro do Clube do Choro BH, e em seguida, às 17h30min, a Orquestra de Choro da UFMG. 

    Domingo, dia 01/09, às 10h, Grupo de Choro do Clube do Choro de BH. Grupo Regional da Serra, a seguir, às 11h30min. 

    Encerrando o projeto, às 13h, o Choro e Samba de Quintal, de Betim/MG. O evento tem produção da Idear Produção Cultural e Artística, apoio do Clube do Choro de Belo Horizonte e incentivo da Fundação Municipal de Cultura, Secretaria Municipal de Cultura, Prefeitura de Belo Horizonte, Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura, Governo Federal, Brasil União e Reconstrução.

  •  13ª Edição: Festival In-Edit
    13ª Edição: Festival In-Edit
    13ª Edição: Festival In-Edit

    Memórias, histórias e trajetórias de grandes nomes da música mundial, exploradas pelo cinema documental, estão novamente em foco na 13ª edição do Festival Internacional do Documentário Musical, o In-Edit.

    O evento começa nesta quarta-feira (16), apresentando 50 títulos nacionais e internacionais e fazendo uma homenagem ao diretor D.

    A. Pennebaker. Pela segunda vez, por causa da pandemia de covid-19, o festival será realizado de forma online, podendo ser acessado de todo o país.

    O evento vai até 27 de junho. Entre os documentários musicais que serão apresentados, 22 são títulos inéditos sobre artistas contemporâneos. Entre eles, o documentário Crock of Gold: A Few Rounds with Shane MacGowan, dirigido por Julien Temple e produzido por Johnny Deep, que faz uma homenagem ao vocalista da banda irlandesa The Pogues.

    Há também documentários sobre cantores brasileiros como Jair Rodrigues, Luiz Melodia e Paulo César Pinheiro. Mas não são apenas os artistas o foco desse festival.

    O In-Edit mostra também a história de bandas, estilos musicais e grandes festivais da música, além de explorar viagens e ritmos.

    Há filmes para amantes do heavy metal, como Metal: A Headbanger's Journey, dos diretores Sam Dunn, Scot McFadyen e Jessica Joy Wise; e para os amantes do hip hop brasileiro, como Histórias e rimas - O Filme, de Rodrigo Giannetto, com depoimentos de Thaíde, Mano Brown, Karol Conká, Dexter, Emicida, Projota e Marcelo D2, entre outros.

    Há também road movie, como o documentário Dois tempos, dirigido por Pablo Francischelli, uma viagem musical com Yamandu Costa e o músico argentino Lucio Yanel.

    Entre os destaques internacionais está All I Can Say, dos diretores Danny Clinch, Taryn Gould, Colleen Hennessy e Shannon Hoon, que usa imagens gravadas pelo próprio Shannon Hoon, vocalista da banda Blind Melon, entre os anos de 1990 e 1995.

    Já no Panorama Brasileiro, destaque para Chico Mário – A Melodia da Liberdade, de Silvio Tendler, que conta a história do violonista, irmão do cartunista Henfil e do sociólogo Betinho.

    Em homenagem a D.A.Pennebaker, um dos grandes nomes do documentário musical, serão apresentadas duas de suas obras: os clássicos Don’t Look Back, sobre uma turnê do cantor Bob Dylan, e Monterey Pop, sobre o festival de música realizado em 1967 que contou com apresentações de Jimi Hendrix e Janis Joplin. Curtas de Pennebaker também serão apresentados no festival, que conta ainda com uma conversa com a diretora Chris Hegedus, que foi sua parceira e esposa.

    Outro convidado do evento é o músico Nasi, vocalista da banda Ira! e protagonista do documentário Você Não Sabe Quem Eu Sou, dos diretores Alexandre Petillo, Rodrigo Cardoso e Rogério Corrêa, filme que será lançado durante o In-Edit.

    Além dos filmes, o festival promove ainda debates, shows e uma masterclass com o cineasta Marcelo Machado, diretor de Tropicália.

    Entre os shows, haverá apresentações de Alzira E e DJ Hum, entre outros.

    Toda a programação do festival pode ser consultada no site do In-Edit.

    Alguns filmes também poderão ser acessados na plataforma do Sesc Digital e no canal Tamanduá com acesso gratuito.

    Após o dia 28 de junho, 11 filmes nacionais ficarão disponíveis na plataforma Spcine Play, também com acesso gratuito.

    Todos os filmes nacionais, os debates e os shows desta edição podem ser acessados gratuitamente pelo site ou redes sociais do festival.

    O acesso aos filmes internacionais, no entanto, custa R$ 3.

  • 13ª Edição: JUNTA – Feira de Arte Contemporânea
    13ª Edição: JUNTA – Feira de Arte Contemporânea
    13ª Edição: JUNTA – Feira de Arte Contemporânea

    A JUNTA – Feira de Arte Contemporânea chega à sua 13ª edição em 2025 com a proposta de ser um contraponto à lógica tradicional do mercado de artes. O evento será realizado nos dias 4, 5, 11 e 12 de outubro, transformando a Funarte MG, em Belo Horizonte, em uma grande galeria de arte, com entrada gratuita. 

    Desde sua criação em 2016, a JUNTA se consolidou como uma das principais plataformas de exibição e comercialização de arte contemporânea em Minas Gerais, reunindo centenas de artistas locais, nacionais e internacionais ao longo de suas 12 edições. 

    Democrática e acessível, a feira aposta em formatos inovadores para aproximar o público das artes visuais e fomentar o hábito do colecionismo a preços mais acessíveis. 

    Em 2025, o público poderá conhecer e adquirir obras de mais de 60 artistas, selecionados por uma curadoria que reúne Comum e Thiago Alvim – idealizadores do projeto –, além da curadora convidada Juliana Flores, e do curador assistente Filipe Thales Bernardo. 

    A expografia dinâmica, marca registrada da JUNTA, garante um espaço fluido, onde as obras mudam de lugar e de destaque ao longo dos dias conforme são comercializadas, criando uma experiência sempre em movimento.