Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Arte FLI
    Arte FLI
    4º episódio: A FANZINOTECA FAÍSCA DO USINA DE CULTURA

     

    PODCAST 30 ANOS DA BIBLIOTECA PÚBLICA INFANTIL E JUVENIL DE BELO HORIZONTE

    4º episódio: A Fanzinoteca Faísca do Usina de Cultura

    Diego D’Ávila (BH) e Helen Murta (BH)

    Diego D’Ávila é bibliotecário do Centro Cultural Usina de Cultura.

    Helen Murta é produtora cultural e jornalista, sócia-fundadora da Editora Pulo. É criadora e organizadora da Faísca, que surgiu em 2015 e teve 23 edições como feira mensal de arte impressa. Em 2020, a iniciativa se transformou em festival, estreando como Faísca Festival Internacional de Risografia. 

    Data: 13/8

    Horário: estreia às 9 horas

    Classificação: livre

    Público-alvo: jovens e adultos

    Sem recursos de acessibilidade

    Transmissão: Spotify

     

  • 4º Episódio da Rádio Memorialística: "Horizontes de Concreto" - Memorial vale
    4º Episódio da Rádio Memorialística: "Horizontes de Concreto" - Memorial vale
    4º Episódio da Rádio Memorialística: "Horizontes de Concreto" - Memorial vale

    31/03 – RÁDIO MEMORIALÍSTICA APRESENTA EPISÓDIO 4: HORIZONTES DE CONCRETO

    No dia 31 de março, quarta-feira, às 18 horas o Educativo do Memorial Vale traz o quarto episódio da Rádio Memorialística: Horizontes de Concreto (transmitido pelo Instagram, com legenda descritiva das imagens, legenda descritiva detalhada para surdo-cego e tradução em libras).

    A Ação Educativa "Rádio Memorialística" é um podcast que busca ativar no público as suas memórias afetivas e sua relação com o passado.

    Inspirados nos sons e no formato dos programas da época de ouro da rádio, quatro episódios semanais narram a história de Minas Gerais desde a sua exploração.

    Nesta última oportunidade, o episódio "Horizontes de concreto" explora a fundação da nova capital, assim como as reviravoltas da vida moderna na cidade.

  • 4º Festival Camelo de Arte Contemporânea
    4º Festival Camelo de Arte Contemporânea
    4º Festival Camelo de Arte Contemporânea

    Entre os dias 19 de outubro e 30 de novembro acontece o 4º Festival Camelo de Arte Contemporânea, na Casa Camelo, no bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte. Dedicado ao fomento das artes visuais, o festival tem, entre suas propostas, discutir e descentralizar o panorama emergente da produção artística local e nacional, ampliando perspectivas de experimentações artísticas, formação e difusão. A 4ª edição da mostra conta com quatro exposições compostas por obras de diferentes linguagens e técnicas como instalações, objetos, pinturas, fotografias, poesias e esculturas.

     A abertura do evento acontece no dia 19 de outubro, das 14h às 22h. A 4ª edição do projeto é realizada com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Toda a programação é gratuita. Mais informações no Instagram @casacamelo e no site https://festivalcamelo.com. Idealizada pelo fundador da Casa Camelo, Luiz Lemos, em parceria com sua sócia e produtora Eloá Mata, ambos artistas, a 4ª edição do Festival Camelo de Arte Contemporânea tem curadoria de Marcel Diogo, Fabiola Martins, Gabriela Carvalho e Luiz Lemos. Ao todo, o festival recebeu mais de 200 inscrições e está com uma programação intensa que visa movimentar o cenário das artes visuais na cidade.

     Nesta edição, a mostra recebe quatro exposições individuais dos artistas Alisson Damasceno (BH), que apresenta a mostra “MATA”; Dolores Orange (Maranhão - BH), com a exposição “Todos os Anéis da Minha Mãe”; Fernanda Luz (Santiago, Chile - SP), que realiza a mostra “Tentativas de desaparecer”; e da dupla Julia Bernardes (Divinópolis - BH) e Laís Velloso (BH), com o trabalho inédito “Uma queda, um grunhido, um estouro: quando os ruídos tomam ar”. Além das exposições, haverá serviço educativo para recebimento de grupos, palestras temáticas, oficinas para crianças, cursos de formação e uma publicação final com reflexões das ações que será organizada por Eduardo de Jesus. 

    Este ano, mais uma vez, o Festival Casa Camelo estabelece raízes, buscando a possibilidade de revitalizar e movimentar o cenário das artes em Belo Horizonte. Um longo caminho nos trouxe até aqui. Fundada em 2011, a Casa Camelo passou por grandes transformações. "Partindo de uma pequena casa no Santa Efigênia, seguimos um caminho sem trajetória definida pelo incerto cenário das artes visuais, transitando por instituições, estabelecendo parcerias, enfrentando adversidades, caindo e levantando, e sempre sonhando. Agora, esse sonho se tornou realidade, e convidamos o público a compartilhar conosco o desejo e a vontade de mudança”, diz Luiz Lemos. “Nessa estrada que se compõe na morada dos pés, passeamos pelas vias dos ateliês, das escritas, da pesquisa em volta à universidade.

     Levamos de lá da casinha para outros espaços a experiência de gestão e produção de projetos, ajudamos a pensar e dar forma a um bocado de exposições na cidade, realizamos cursos, oficinas e seminários sempre lembrando o gosto de dar corpo às ideias entre as prosas no fim de tarde na varanda de casa. Camelo nasceu em casa, hoje é travessia”, completa Luiz.