Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Divulgação
    Divulgação
    GINGA - Economia, Sustentabilidade e Trabalho na Cultura Negra

    SINOPSE: Kelma Kitutu, Hérlen Romão e Nell Araújo refletem sobre a atuação profissional e empreendedora no campo da cultura negra. O encontro aborda sustentabilidade, autonomia e os desafios da economia criativa como ferramenta de fortalecimento coletivo.

     

    LOCAL: FUNARTE – Galpão 5

    CLASSIFICAÇÃO: Livre

     

    MINI BIOS:

     

     

    KELMA KITUTU
    Mestra Kelma Zenaide é mulher negra, remanescente do kilombo de Pinhões, nascida em Contagem, graduada em Letras e especializada em Literatura Africana e Afro-brasileira pela PUC-Minas. Mestre culinarista, lésbica, umbandista, escritora, sommelier de cerveja e matrigestora da Kitutu – Gastronomia Afro-brasileira: cozinha afetiva inspirada na tecnologia ancestral. Com foco no protagonismo e na valorização do ofício da mulher negra cozinheira.

     

     

    HÉRLEN ROMÃO
    É ArTivista – Ativista + Artista (Atriz, Produtora Cultural, Dramaturga, Roteirista e Encenadora), nascida, crescida e moradora do Aglomerado da Serra. É mestre em Educação e Cultura pela UFMG, Assistente Social da Educação/Estado de MG e Especialista em Gestão de Projetos e Ações em Comunidades (pela UFMG e pela Fundação Dom Cabral – FDC). É idealizadora da Escola Preta de Teatro; co-idealizadora do FAF – Festival Arte Favela, do Movimento Social de Favela Nós Por Nós e do evento encontro de samba – Samba da Resistência e o Nós Por Nós Favela Festival; componente do Coletivo Coisa de Preto (Coletivo de Cinema Negro) e fundadora, idealizadora e gestora do grupo Morro Encena, formado por mulheres negras e periféricas, e idealizadora do Teatro Favela, metodologia que une arte, território e transformação social. Sua trajetória afirma a potência da arte como ferramenta de resistência e emancipação. Mas o título que ela mais se orgulha de carregar é o de ser mulher, preta e favelada.

     

     

    NELL ARAÚJO
    Nell Araújo é Relações Públicas com habilitação em Marketing pela Universidade Católica do Salvador (UCSAL), especialista em Gestão Cultural Contemporânea pelo Itaú Cultural (SP) e em Urbanismo Social pelo Insper (SP). Atualmente, é mestrando em Desenvolvimento e Gestão Social pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como Gerente de Educação e Conteúdo da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI Brasil), à frente da Casa das Histórias de Salvador, onde coordena o programa educativo, desenvolvendo ações voltadas à valorização da memória, da cultura afro-indígena e da formação cidadã. Reconhecido por sua contribuição à cultura, à educação e à inclusão, Nell recebeu o Prêmio de Protagonismo no Mercado da Comunicação e Cultura Nacional e Internacional (Universidade Católica do Salvador), o título de Doutor Honoris Causa da Ordem dos Capelães do Brasil e o Prêmio Iyálodè 2022. Em 2024, foi homenageado com o Título de Honra ao Mérito pela Escola Baiana de Comunicação pelo trabalho desenvolvido à 

     

  • Arte Divulgação
    Arte Divulgação
    GINGA – FAN 30 Anos e FAN Rotas

    SINOPSE: Encerrando o ciclo de conversas, o encontro reúne Marcos Cardoso, Rui Moreira e Rosalia Diogo para revisitar os 30 anos do Festival de Arte Negra. A mesa propõe uma reflexão sobre as rotas percorridas, as trajetórias coletivas e os desafios futuros da arte negra em Belo Horizonte.

     

    LOCAL: FUNARTE – Galpão 5

    CLASSIFICAÇÃO: Livre

     

    MINI BIOS:

     

     

    ROSALIA DIOGO
    Rosalia Diogo é professora, curadora de Artes, curadora do Instituto Cultural Casarão das Artes Negras, diretora de Redação da Revista Canjerê, jornalista e ativista cultural. Mestra em Psicologia Social pela Universidade Federal de Minas Gerais e doutora em Letras/Literatura pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG). Pós-doutora em Antropologia pela Universidade de Barcelona. Foi coordenadora do Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado, de 2017 a 2024, e professora visitante da Universidade Eduardo Mondlane (Moçambique), entre 2024 e 2025.

     

     

    MARCOS CARDOSO
    Filósofo, mestre em História Social e doutorando em Ciência da Informação pela UFMG. Professor de História da África e pesquisador das culturas negras.

     

     

    RUI MOREIRA
    Rui Moreira é trabalhador da dança e ativista pelo direito de fruição e amplitude social das artes. Desenvolve investigação gestual focada nas expressões tradicionais patrimoniais, populares e contemporâneas do Brasil, tendo como principal atenção o diálogo envolvendo corpos, culturas e memórias como dispositivo para suas pesquisas criativas. Compôs como bailarino e atuou como criador junto a renomados elencos de companhias de dança nacionais e internacionais. Fundou e dirigiu em Belo Horizonte a Cia. SeráQuê?, a Associação SeráQuê Cultural e criou a Rui Moreira Cia de Danças. É empreendedor de ações focadas na produção e difusão de espetáculos, na promoção de processos de sensibilização e formação em dança, e na produção de seminários reflexivos sobre novos e melhores rumos sociais para a fruição das artes do corpo, com foco em dança. No ano de 2003, iniciou sua trajetória como gestor cultural, curador e diretor artístico de eventos. Realizou junto à Prefeitura de Belo Horizonte cinco edições do FAN BH, considerado o maior festival multiartístico de artes negras da América Latina. Idealizou e realizou os encontros sobre danças negras – Rede Terreiro Contemporâneo de Danças. No campo da educação, como artista convidado, ministrou o módulo Corporeidades Negras na Fundação Educacional de Macaé (RJ) e Performance e Ritual na PUC Minas Gerais. É professor de danças graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutor em Artes por notório saber, titulação outorgada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente, é diretor do recém-criado Centro de Dança da Fundação Nacional de Artes (Funarte).

  • Arte Divulgação
    Arte Divulgação
    GINGA – Juventudes e Infâncias

    SINOPSE: Marcus Carvalho, Fabiana Brasil e Negona Dance abordam a formação de jovens e crianças em contextos periféricos e de acolhimento. A conversa enfatiza o papel da arte, da educação e do afeto como caminhos de construção de identidades positivas e potentes.

     

    LOCAL: FUNARTE – Galpão 1

    CLASSIFICAÇÃO: Livre

     

    MINI BIOS:

     

     

    MARCUS CARVALHO
    Marcus Carvalho é um artista das encruzilhadas: ator, contador de histórias, músico, dramaturgo, diretor de espetáculos teatrais, arte-educador e palhaço. Nascido em Venda Nova e forjado na pedagogia insurgente do grupo Teatro Negro e Atitude, pesquisa uma teatralidade comprometida com a memória, o empoderamento e a descolonização de corpos negros. Por mais de dez anos, atuou como arte-educador em territórios periféricos. Dirigiu espetáculos dedicados às infâncias negras e, como palhaço, pesquisa um riso antirracista que ocupa hospitais, ruas e palcos, entendendo o humor como força de cura, afeto, proteção e luta.

     

     

    NEGONA DANCE
    Negona Dance, nome artístico de Welleton Carlos, é referência em dança. Moradora do Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte, construiu sua trajetória a partir do protagonismo negro, da valorização da cultura periférica e do uso da dança como ferramenta de transformação social e afirmação identitária. Atualmente, é gestora cultural, produtora, coreógrafa, arte-educadora e pesquisadora do corpo periférico, além de cursar Dança na UFMG, onde pesquisa o funk como linguagem estética, política e educacional. É diretora e coreógrafa do Grupo Identidade Oficial e integrante da CIA Favelinha, iniciativas voltadas ao empoderamento da juventude periférica. Atuou na produção do Baile Funk da Serra e de grandes eventos como o Festival de Arte Negra (FAN), Minas Con, Virada Cultural e Disputa Nervosa Nacional, além de ministrar oficinas de dança funk em escolas e projetos sociais.

     

     

    FABIANA BRASIL
    Fabiana Brasil é atriz, contadora de histórias e doutora em Literaturas de Língua Portuguesa pela PUC-MG. É graduada em Letras pela UFMG e formada no curso técnico de ator no Teatro Universitário da UFMG. Integra a Cia. Bando de Belo Horizonte, dedicada ao teatro para as infâncias. Sua trajetória, de pesquisas e práticas, segue o percurso da escrita de mulheres negras.