Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • GIRÁ – CEFART - Fundação Clóvis Salgado
    GIRÁ – CEFART - Fundação Clóvis Salgado
    GIRÁ – CEFART - Fundação Clóvis Salgado

    Alunos das escolas de Dança, Música, Teatro e Tecnologias da Cena do Centro de Formação Artística e Tecnológica - Cefart trabalham conjuntamente em GIRÁ, instalação e performance que envolve um dispositivo cenográfico móvel, na Galeria Aberta Amílcar de Castro. Com proposta transdisciplinar e horizontal, as performances acontecerão às 19h dos dias 5 e 6 de novembro, e às 18h do dia 9 de novembro, com entrada gratuita. O público também é convidado a participar. Esse evento tem correalização da Appa – Arte e Cultura. A concepção da performance partiu da criação do objeto no semestre passado, durante a disciplina de Cenografia, ministrada pelo professor convidado Luiz Gustavo. Com balanços, espelhos, tecidos, uma escada e até mesmo uma porta que abre e fecha, o objeto é um cubo de 2,40m de altura que foi explorado nos últimos dois meses pelos alunos do teatro e dança em busca de um repertório de improvisação. “Para criar um dispositivo que funcionasse para performance, o grupo projetou e construiu em parceria com a OBJ Design um cubo móvel que possibilita diversas interações”, explica Geraldo Octaviano, Coordenador da Escola de Tecnologia da Cena do Cefart. Para Geraldo, o Girá é uma oportunidade de vivenciar um processo que rompe o conceito de lugares inferiores dentro da criação. “No Cefart estamos em um ambiente multidisciplinar, com várias expressões artísticas no mesmo espaço. Nestas performances, os artistas em formação improvisam de maneira horizontal de maneira que cada um possa provocar o que acontece em cena, fazendo com que cada apresentação seja única”, explica Geraldo, que desenvolveu, junto dos alunos, uma espécie de direção artística.

  • GIRAFAFOLIA 2020

    Este ano vamos comemorar nosso primeiro carnaval. O Girafolia acontecerá no dia 16/02, de 09h às 13h, em nosso espaço no bairro Castelo! Uma das atrações principais é a Cia Pé de Moleque, grupo tradicional de Belo Horizonte, conhecido por apresentar canções, histórias e brincadeiras musicais em seu repertório.

  • Divulgação
    Divulgação
    GIRA LITERÁRIA – Roda de conversa com Autoras e Autores Negros

    A atividade integra o FAN e a Festa Literária Internacional, reunindo autores e artistas em torno da produção literária negra contemporânea. Com mediação de Renato Negrão, a roda celebra lançamentos e reflete sobre literatura, religiosidade e oralidade como formas de criação e memória.

     

    FUNARTE – Galpão 1

    CLASSIFICAÇÃO: Livre

     

     

     

     

    RENATO NEGRÃO
    Renato Negrão é poeta, compositor, artista visual, performer, curador e arte-educador. Sua obra investiga relações entre palavra, imagem e som em livros, performances, fotografias e música. É licenciado em Artes Visuais (UEMG) e ministra cursos de escrita criativa, leitura crítica e sensível de originais. Recebeu o Prêmio Itaú Rumos Educação. Publicou dez livros, como "Odisseia Vácuo" (traduzido para alemão e inglês), "Escrevam-me", "Tu Comigo/Você foi Sonhade" e "Vicente Viciado". Está presente em antologias nacionais e internacionais. Realizou apresentações em Angola, Moçambique, Espanha, Portugal e Alemanha. Tem parcerias musicais com Alice Ruiz, Estrela Leminski e Sérgio Pererê, entre outros. Recebeu os prêmios Itaú Rumos Educação, Cultura e Arte e Zumbi de Cultura na categoria Literatura. Como curador, assinou o Circuito Literário Praça da Liberdade, Ciclo de Literatura Contemporânea (BH), Mostra de Poesia Mineira (Barcelona) e Mostra Tecendo Afrografias (Maputo e Luanda).

     

     

    PAI RICARDO
    Pai Ricardo de Moura coordena a Associação de Resistência Cultural Afro-brasileira Casa de Caridade Pai Jacob do Oriente (CCPJO), terreiro que atua há cerca de 80 anos no Buraco Quente, região da Pedreira Prado Lopes, em Belo Horizonte, uma das mais tradicionais comunidades afroperiféricas da cidade. Herdeiro dos conhecimentos da matriz Angola-Bantu transmitidos por seus pais, exerce também o cargo de Rei Congo da Guarda de São Jorge de Nossa Senhora do Rosário, no Bairro Concórdia (BH). Desde 2016, é professor convidado da Formação Transversal em Saberes Tradicionais da UFMG, onde compartilha os fundamentos dos terreiros com estudantes e professores em um espaço de diálogo entre regimes de conhecimento. Também atua como consultor, palestrante e orientador em políticas públicas voltadas à cultura, religiosidade e direitos dos povos de terreiro. É colíder do grupo de pesquisa Matuta: comunidade de pesquisa em terreiro, inscrito no diretório do CNPq, e autor do livro "Da Macega à Makaia: tramas de relação do falar negro de terreiro" (2025), desenvolvido junto ao Programa Rumos Itaú Cultural.

     

     

    MAÍRA BALDAIA
    Multifacetada e plural, Maíra Baldaia é atriz, tamborzeira, musicista, cantora, compositora, escritora, diretora, roteirista, cineasta, artista plástica e profissional de marketing cultural. Já realizou shows no Brasil, Portugal, Estados Unidos, Alemanha e Espanha. Recentemente, Baldaia lançou duas novas obras artísticas: dia 6 de novembro, estreou "OBÍ 2.0", seu quarto álbum recheado de colaborações especiais; e, dia 31 de outubro, foi a data do lançamento de seu primeiro livro, "A mulher e as águas do tempo", na Flitabira. Seu trabalho une a força da enunciação feminina, a ancestralidade e o olhar de uma artista contemporânea que ama mulheres e transforma o mundo pela arte. A música "Insubmissa" sintetiza a mensagem de Maíra Baldaia: "É que o sistema quebra quando a gente se ama!"

     

     

    JÚNIA BERTOLINO
    Mestra em dança afro, capoeirista, bailarina e arte-educadora, Júnia é filha de Dalva Santana e Elson Bertolino, naturais de Minas Gerais. Família grande de nove irmãos, Júnia é mãe de Dandara e Jahi Amani. Uma mulher negra com formação diversificada, atua há mais de 20 anos como professora, atriz, cantora, escritora, produtora cultural, terapeuta em constelação familiar e Reiki. Tem graduação em Jornalismo (PUC-Minas) e Antropologia (UFMG), com pós-graduação em Estudos Africanos, afro-brasileiros e Direito.s Humanos. É fundadora da Cia Baobá Minas e idealizadora do Prêmio Zumbi de Cultura. Como escritora, possui quatro livros publicados, entre eles "Herdeiros de Zumbi - Mestres, Grupos Culturais e Artistas homenageados pelo Prêmio Zumbi de Cultura da Cia. Baobá Minas".

     

     

    COLETIVO NEGRAS AUTORAS
    O Coletivo Negras Autoras é formado por Elisa de Sena, Júlia Tizumba, Manu Ranilla e Vi Coelho, artistas mineiras de trajetórias consolidadas e profundamente ligadas às questões da negritude e do empoderamento da mulher negra. Criado em 2015, o grupo já realizou dois espetáculos cênico-musicais, "NEGR.A" (2015) e "ERAS" (2017), este com preparação vocal de Fabiana Cozza e direção de Grace Passô, e lançou, em 2020, seu primeiro disco, disponível em todas as plataformas digitais. Com apresentações em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e até em Portugal, o coletivo afirma-se como uma iniciativa potente que amplia e fortalece as vozes negras no cenário artístico contemporâneo.