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  • HÍBRIDA - Carolina Bortura, Giulia Puntel e Julia Panadês
    HÍBRIDA - Carolina Bortura, Giulia Puntel e Julia Panadês
    HÍBRIDA - Carolina Bortura, Giulia Puntel e Julia Panadês

    A exposição Híbrida nasce da união entre três grupos de trabalhos individuais produzidos por Carolina Botura, Giulia Puntel e Julia Panadés. Juntas, elas compõem uma mostra que, como a etimologia do nome indica, gera um cruzamento de fronteiras artísticas e criativas, dando lugar a um gênero expositivo experimental, aberto à colaboração e à troca de experiências.

    Como no poema de Anna Maria Maiolino o eu, o tu e o corpo são elementos que se combinam e formam um novo corpo, corpo artístico, corpo território, corpo de forças, corpo pele, feminino-masculino, corpo híbrido, corpo humano. Botura, Puntel e Panadés são artistas que, cada uma ao seu modo, interessam-se pelo corpo como força criadora, mutante, erótica e sentimental. Em "Adoraria Gritar mas Minha Boca está Cheia”, Giulia propõe uma reflexão sobre os corpos super-expostos, sem identidade, mas atravessados por uma construção fantástica de imagens que se estabelecem e se completam a partir dos encontros e relações. Suas pinturas deixam espaço para o mistério, para uma tensão criada, não pelo que se vê, mas, principalmente, pelo que está escondido ou prestes a acontecer. É a partir do imaginável e da troca com nossa própria percepção de vida que a obra se completa, na atmosfera densa resultante do desconhecido, na busca por uma narrativa de mundo mais libertadora.

    Ela, a criação, é a força motora das obras de Julia. “Corpo em Obra” nomeia o conjunto de trabalhos em seda, linho, algodão, linha e madeira. Poemas bordados, dobras, rasgos, e tecidos sobrepostos geram uma escultura penetrável, o vestido-tenda Cartilha da Cura, além de uma série de bandeiras instaladas sobre as paredes, as Flâmulas Fêmeas e as Flâmulas em Bando. Elas apresentam, como traço comum, uma diversidade de formas, entre fendas e dobras, evocando a anatomias possíveis. A outra série, Flâmulas do Naufrágio, apresenta livro-poemas cujos versos bordados são distribuídos sobre as camadas de tecido sobrepostas. As peças convidam à manipulação, gerando uma leitura dilatada dos sentidos, pouco a pouco revelados: ’Intimidade / é uma casa pequena’; ‘Nem só má / Nem só terna / Materna’; ‘Ela/ Desfazia o que tecia / como oferta ao recomeço.’ As obras de Julia afirmam a posição da mulher em sua força criadora, tanto no campo da arte, quanto na geração da vida, sem reforçar o estereótipo da mulher domesticada por funções sociais e biológicas.

    Na instalação ‘Amantes’, composta por pinturas, litogravuras, esculturas e vídeos, Carolina aponta em suas obras a equalização das energias complementares femininas e masculinas como um caminho para o autoconhecimento e o equilíbrio entre e além gêneros. Somos todos luz e escuridão, vida e morte, consciente e inconsciente, suavidade e dureza e, justamente neste cruzamento em busca do equilíbrio é que as obras de Botura ganham força. Na união entre o profano e o sagrado, o misticismo e o realismo evidencia-se a plasticidade das relações corporais e interpessoais. Dos vidros soprados surgem o ovo, o útero, os ovários e o pênis; a dupla estrutura do corpo, sexual, renascido e valorizado. Na busca da expansão da consciência encontra-se então o amor e a compaixão, a fusão natural entre os seres e, consequentemente, o enlace. “É na conversa e nas zonas de silêncio que esses corpos de trabalhos poderão gerar criações híbridas, singulares e partilhadas através do convívio entre universos simbólicos distintos, e também correlatos. Uma galeria viva, cujo espaço-tempo possível é nutrido por encontros e alianças entre o eu, o tu e os novos corpos emergentes” explica Laura Barbi.

    A mostra integra a quinta edição do Programa ARTEMINAS, Narrativas Femininas – Sou aquilo que não foi ainda.

  • A foto mostra um grupo de crianças sendo conduzidas por adultos na prática de slackline, andando sob cordas suspensas.
    A foto mostra um grupo de crianças sendo conduzidas por adultos na prática de slackline, andando sob cordas suspensas.
    HIGHLINE FEELINGS

    A foto mostra um grupo de crianças sendo conduzidas por adultos na prática de slackline, andando sob cordas suspensas.

    SLACKLINE PARA TODOS

    Oficina de slackline para todas as idades.

    Classificação livre

     

  • Highway Meet com Kisu
    Highway Meet com Kisu
    Highway Meet com Kisu

    O cantor Kisu, ex-integrante do grupo 24K, participará de um encontro virtual com o público brasileiro.

    O artista fará um meet & greet, por meio de videochamada, em fevereiro.

    No evento, fãs poderão conversar com o cantor por até quatro minutos, pela plataforma Zoom, com ingressos vendidos pela Sympla.

    Os encontros acontecerão nos dias 19 e 20 de fevereiro, às 19h.

    Os participantes poderão escolher entre quatro modalidades de ingressos: o ingresso de R$65 dá direito a um minuto de conversa com o artista; por R$115, o fã poderá conversar por dois minutos; por R$160, o participante terá três minutos de conversa; e por R$200, será possível conversar com o Kisu por quatro minutos.

    Não será cobrada taxa de conveniência. Cada participante poderá escolher a quantidade de minutos de acordo com sua preferência e combinar dois ou mais ingressos para poder falar com o artista por mais tempo.

    No evento, haverá uma intérprete disponível para traduções entre os idiomas português e coreano.