Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • História de Orquestra - Edição 4
    História de Orquestra - Edição 4
    História de Orquestra - Edição 4

    Vem aí o quarto concerto didático da Orquestra SESIMINAS

    Em "História de Orquestra", o maestro Felipe Magalhães e a Orquestra SESIMINAS traçam uma linha do tempo que explica a história da orquestra e seus instrumentos, por meio de um repertório eclético e variado.

    É aula? É. Mas também é um baita espetáculo.

  • HISTÓRIA E VOCAÇÃO CULTURAL E MUSEOLÓGICA DA PAMPULHA SÃO TEMAS DE PUBLICAÇÃO DO PAMPULHA TERRITÓRIO MUSEUS

    A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, e o Instituto Periférico lançam a publicação "Pampulha: tempo, história e museus", atividade do Pampulha Território Museus. A publicação nasce da investigação da vocação cultural e museológica do Território Pampulha, a partir das confluências e divergências com as camadas que o compõem, sejam elas geográficas, históricas, patrimoniais ou sociais. O material percorre um caminho cronológico que se inicia na Pampulha rural e vai até a sua consolidação como território museológico. A publicação é de livre acesso e o download pode ser feito AQUI

     

    "Pampulha: tempo, história e museus" revela aspectos fundamentais da trajetória da Pampulha para consolidar-se como território museológico. O material abre caminho para a reflexão acerca dos desafios contemporâneos e futuros do Museu de Arte da Pampulha, Museu Casa Kubistchek e Casa do Baile - Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design na construção de suas relações com a cidade.  

     

    A publicação foi desenvolvida pela Peixe Vivo Histórias - Memória e Patrimônio e o projeto gráfico é de Phill Albuquerque e Mirela Persichini. 

     

    CONHEÇA OS AUTORES

    O Peixe Vivo - Histórias - Memória e Patrimônio é um escritório especializado na coordenação e realização de estudos técnicos para projetos culturais envolvendo o Patrimônio Cultural, Museus, Arquivos e Educação Patrimonial. Dirigida pelos historiadores Raul Lanari e Hugo Rocha, a empresa busca valorizar as diversas manifestações da cultura brasileira e contribuir para as políticas públicas de salvaguarda do patrimônio cultural brasileiro. 

     

    O Pampulha Território Museus é uma realização da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Instituto Periférico.

     

    SOBRE O PAMPULHA TERRITÓRIO MUSEUS

    O Museu de Arte da Pampulha – MAP e a Casa do Baile são reconhecidos pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade, e o Museu Casa Kubitschek é um importante ícone da arquitetura residencial modernista. Os três são unidades museais presentes na paisagem cultural do Conjunto Moderno da Pampulha. Ao reconhecer sua importância e representatividade para Belo Horizonte, o “Pampulha Território Museus”, lançado em dezembro de 2020, busca promover cada um desses espaços, valorizando suas vocações museológicas e sua relação com a cidade. Por meio da parceria entre a Fundação Municipal de Cultura e a OSC Instituto Periférico, selecionada por meio de edital, os museus recebem uma programação cultural inovadora, com exposições, atividades culturais e educativas, estimulando a participação ativa dos cidadãos.  Até dezembro de 2021, a iniciativa realizará 3 exposições, 20 atividades culturais, 48 atividades educativas, 10 projetos de design e 3 publicações.

     

  • História na Esteira - Espaço do Conhecimento UFMG
    História na Esteira - Espaço do Conhecimento UFMG
    História na Esteira - Espaço do Conhecimento UFMG

    Nas terras indígenas Xakriabá, em Minas Gerais, as palavras corpo e território trazem uma relação especial. Afinal, para o grupo, ambos os termos representam a morada. Entender mais sobre esse conceito tão rico é a proposta da atividade História na Esteira, que acontece no Espaço do Conhecimento UFMG no próximo sábado, dia 08 de fevereiro, às 18h.

    A atração começa com uma contação de histórias, quando os visitantes são imersos no mundo Xakriabá. Em seguida, é hora de arregaçar as mangas: os participantes poderão construir suas próprias histórias a partir do conceito corpo-território. O objetivo é criar um vídeo animado através de personagens moldados em argila.