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  • IV Luso Encontro-Brasileiro de Bioética do CFM / I Ibero Americano de Bioética do CFM 2022
    IV Luso Encontro-Brasileiro de Bioética do CFM / I Ibero Americano de Bioética do CFM 2022
    IV Luso Encontro-Brasileiro de Bioética do CFM / I Ibero Americano de Bioética do CFM 2022

    O IV Congresso Luso-Brasileiro de Bioética do CFM e o I Ibero Americano do CFM trará uma abordagem ética universal do futuro pós-pandemia, novos desafios e múltiplos cenários no mundo globalizado.

    Em parceria com a Universidade do Porto e com o Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais (CRM-MG), o Conselho Federal de Medicina (CFM) realiza o IV Encontro Luso-Brasileiro de Bioética e o I Encontro Ibero Americano de Bioética.

    O evento será presencial, em Belo Horizonte (MG), nos dias 8 e 9 de junho, com entrega de certificados.

    Programação:

    Tema Central:  Futuro Pós-Pandemia

    Data: 8 e 9 de junho de 2022

    Local: Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais (CRM-MG)

    Dia 8 de junho de 2022 – Quarta-feira

    08h                         Credenciamento

    8h30                       Solenidade de abertura

    Mauro Luiz de Britto Ribeiro – Presidente do CFM

    José Hiran da Silva Gallo – Coordenador da CT de Bioética do CFM

    Rui Nunes – Diretor do Programa Doutoral em Bioética Faculdade de Medicina da Universidade do Porto

    Cibele Alves de Carvalho – Presidente do CRM-MG

    Alexandre de Menezes Rodrigues – Conselheiro Federal do CFM pelo estado de Minas Gerais

    Lincoln Ferreira – Presidente da CONFEMEL

    Tomás Cobo – Presidente da Organização Médica Colegial da Espanha (OMC)

     

    9h                               Conferência:  

     Covid-19:  Uma Ética global para um mundo pós-pandemia

    Coordenador:        Mauro Luiz de Britto Ribeiro – Presidente do Conselho Federal de Medicina

    Conferencista:       Rui Nunes – Professor Catedrático e Diretor do Programa Doutoral em Bioética da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

    10h às 11h              Mesa Redonda: Bioética e Contemporaneidade   

    Moderador:            Maria do Carmo Wanssa – Membro da Câmara Técnica de Bioética do CFM

    Debatedor:             Jeancarlo Cavalcante – Universidade Federal do Rio Grande do Norte

    Expositores:

    Tema 1: Bioética e desafios da genômica

    José Lorente – Universidade de Granada, Espanha

    Tema 2: Responsabilidade social em saúde

    Cristina Nunes – Associação Portuguesa de Bioética, Portugal

    Tema 3: Reflexões Bioéticas da Pandemia no mundo árabe

    Tema 4: Acesso justo a medicamentos

    José Rodrigues Sendi – Organização Médica Colegial da Espanha (OMC)

    11h às 12h00          Debates

    12h às 12h45          Mesa Redonda: Práticas, vivencias e ensinamentos que salvam vidas

    Moderador:            Helena Carneiro Leão – Membro da Câmara Técnica de Bioética do CFM e Conselheira Federal do CFM

    Debatedor:              Élcio Bonamigo – Universidade do Oeste de Santa Catarina

    Expositores:

    Tema 1: Lições deixadas para história

    Doutor. Bruno Rodolfo Schlemper Junior – Pós doutor em Bioética pela Universidade Complutense de Madrid

    Tema 2: Ética, cuidados intensivos e covid-19

    Doutor. Paulo Maia – Universidade do Porto, Portugal

    Tema 3:  Ajuda humanitária na pós-pandemia

    Tomás Cobo – Presidente da OMC, Espanha

    12h45 às 14h         Debates

    Dia 9 de junho de 2022 – Quinta-Feira

    9h às 10h                Mesa Redonda: Desafios da assistência à saúde no Brasil

    Moderador:             Dilza Teresinha Ribeiro Ambrós – Diretora do CFM

    Debatedor:              Roberto d’Ávila – Membro da Câmara Técnica de Bioética do CFM

    Expositores:

    Tema 1: A medicina face aos desafios da covid-19

    Fernando Regateiro – Universidade de Coimbra, Portugal

    Tema 2: O SUS salvou a população brasileira?

    Raphael Câmara – Secretário de Atenção Primária à Saúde/MS

    Tema 3: A atuação da Agência Nacional de Saúde Suplementar diante da pandemia

    Teófilo José Machado Rodrigues – DIPRO/ANS

    Tema 4: Aspectos bioéticos na vacinação

    Hélio Angotti – Secretário Nacional de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde

    10h às 11h              Debates

    11h às 11h30          Mesa Redonda: Tomada de decisão em situações clínicas especiais

    Moderador:              Giselle Gracindo – Membro da Câmara Técnica de Bioética do CFM

    Debatedor:               Maria Inês – Conselheira Suplente do CFM pelo Estado de Minas Gerais

    Expositores:

    Tema 1: Deliberação: mecanismos decisórios

    Maíra Dantas – Membro da Câmara Técnica de Bioética do CFM

    Tema 2: Escolha da via de nascimento e o princípio da autonomia

    José Humberto Belmino Chaves – Universidade Federal de Alagoas

    11h30 às 12h30      Debates

    12h30 às 13h30      Conferência de encerramento:

    O luto do fim solitário: Réquiem aeternam sem velório

    Conferencista:        Aníbal Gil Lopes – Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec)

    Coordenador:         Henrique Batista e Silva – Membro da Câmara Técnica de Bioética do CFM

    13h30                     Leitura da Carta de Minas Gerais

     

  • IV Mostra Diálogos pela Equidade exibe 33 filmes dirigidos por mulheres brasileiras no Cine Santa Tereza

    Evento do Circuito Municipal de Cultura acontece gratuitamente entre 7 e 26 de março, traçando panorama da produção contemporânea de curtas e longas-metragens dirigidos por mulheres; Mostra homenageia a produtora mineira Anavilhana com sessões comentadas

    Discutir e refletir sobre como as mulheres têm ocupado espaço no cinema, jogando luz sobre seus processos criativos na direção e em outras áreas de atuação do audiovisual. Esses são alguns objetivos da Mostra Diálogos pela Equidade, cuja 4ª edição acontece entre os dias 7 e 26 de março, no Cine Santa Tereza. Com o tema “Mulheres Plurais”, o evento exibe 33 filmes que traçam um panorama contemporâneo da produção de curtas e longas-metragens dirigidos por mulheres no Brasil. A mostra é realizada pela Prefeitura  de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Fundação Municipal de Cultura e Secretaria Municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania, em parceria com o Instituto Odeon. Integrando a programação do Circuito Municipal de Cultura, a Mostra tem ingressos gratuitos, que podem ser retirados on-line pelo site do Sympla ou na bilheteria do cinema, 30 minutos antes da sessão. Mais informações podem ser encontradas no portal da PBH, bem como nas redes sociais e no site do Circuito.

    Nesta edição, a IV Mostra Diálogos Pela Equidade traz uma programação que faz referência ao 8M  - ou 8 de março, o Dia Internacional das Mulheres, data mundialmente marcada por protestos e marchas feministas. Assim, o evento busca propor a ampliação do entendimento em torno das possibilidades de ser mulher, da existência de corpos e olhares plurais no cinema. “A mostra traz a possibilidade de pensarmos criticamente as relações de gênero através dos diversos olhares e das subjetividades femininas apresentadas pelas diretoras e produtoras selecionadas. Trazer o ponto de vista destas profissionais para as produções audiovisuais desafia a estrutura patriarcal das produções, historicamente dominada por homens, possibilitando ao público novos produtos e diferentes narrativas. Dar visibilidade às vozes dessas mulheres, principalmente as mulheres negras e trans, é uma forma coletiva de enfrentarmos as diversas opressões, principalmente o machismo, o racismo e a LGBTfobia, na luta pela igualdade de direitos e por uma sociedade livre de violências”, afirma Daniella Lopes Coelho, Diretora de Políticas para as Mulheres, ressaltando a importância da representatividade de profissionais mulheres em setores historicamente dominados por homens, como é o caso do audiovisual.

    A curadoria da Mostra enfoca as artistas mineiras do cinema, trazendo lançamentos e títulos ainda não exibidos em BH, além de várias sessões comentadas com diretoras e realizadoras. Para a coordenadora do Cine Santa Tereza, Vanessa Santos, o conjunto de filmes  apresenta um recorte potente da criação cinematográfica das mulheres brasileiras, especialmente as de Minas Gerais. “Há na programação obras premiadas, que rodaram importantes festivais, realizadas por mulheres negras, bissexuais e indígenas, o que evidencia a pluralidade e a potencialidade do que representa hoje a presença feminina no cinema realizado no Brasil e em Minas Gerais. São narrativas múltiplas, tecidas a partir dos olhares plurais dessas mulheres, que se voltam ao resgate de memórias e ancestralidades, ressignificando corpos, existências e experiências. Valorizar esse cinema, promover o acesso e a difusão dessas obras, é fortalecer a participação feminina no mercado audiovisual brasileiro.”, ressalta.

    ::: PROGRAMAÇÃO :::

    Um dos destaques do evento é a homenagem à produtora mineira Anavilhana, das sócias Clarissa Campolina, Luana Melgaço e Marília Rocha - uma referência na produção cinematográfica de Minas Gerais, com mais de 20 anos de trajetória no audiovisual e diversas produções premiadas. Para celebrar o percurso da produtora, construído pelo trabalho coletivo e coroado por acertadas parcerias, a programação começa, no dia 7, terça-feira, com as sessões “Anavilhana Convida”. Serão exibidos curtas-metragens assinados por mulheres que contribuíram com a história da Anavilhana, em sessões comentadas com a presença das respectivas realizadoras: às 18h, os filmes “Eu te amo é no sol” (Yasmin Guimarães, 2021), “Cor de Pele” (Larissa Barbosa, 2019), “Obreiras” (Ana França, Gabriela Albuquerque e Isadora Fachardo, 2017) e “Exsicata” (Laura Godoy, 2021); e, às 19h30, “O cérebro é uma zona erógena” (Analu Bambirra, 2022), “Sala de Espera” (Paula Santos, 2023) e “Reflexos” (Larissa Bicalho e Vanessa Gomes, 2022).

    Como parte da homenagem e da retrospectiva de filmes da Anavilhana promovida pela Mostra Diálogos Pela Equidade, no dia 9, quinta-feira, às 19h, as sócias Clarissa, Luana e Marília se reúnem para falar sobre a sua experiência no cinema os desafios e as perspectivas, participando de uma sessão comentada do documentário “A Falta Que me Faz” (Marília Rocha, 2010). Antes, às 17h, acontece a exibição de “Girimunho” (Clarissa Campolina e Helvécio Martins, 2011) e, ao longo da semana, o público poderá conferir outros dos prestigiados trabalhos realizados pela produtora: dia 8, quarta-feira, às 17h, “Aboio”  (Marília Rocha, 2005); dia 10, sexta, às 17h, serão exibidos o média-metragem “Notas Flanantes” (Clarissa Campolina, 2009) e o curta “Solon” (Clarissa Campolina, 2016); às 19h, é a vez do premiado “A Cidade Onde Envelheço” (Marília Rocha, 2016); dia 12, domingo, às 19h, será exibido o documentário “Enquanto Estamos Aqui” (Clarissa Campolina e Luiz Pretti, 2019); e, às 17h, acontece a exibição do longa-metragem “Kevin” (2021), dirigido por Joana Oliveira, com produção executiva assinada por Luana Melgaço.

    No dia 11, sábado, às 19h, o público poderá conferir o trabalho mais recente da diretora Clarissa Campolina, o longa-metragem “Canção ao Longe”, de 2022. Depois de rodar por festivais de cinema em Brasília, Rio de Janeiro, Tiradentes e Marrakech (Marrocos), o filme será exibido pela primeira vez na capital mineira, em uma sessão comentada com a presença da diretora e de integrantes da equipe.

    A Mostra Diálogos Pela Equidade continua no dia 14, terça-feira, focando produções assinadas por realizadoras negras. A partir das 19h, serão exibidos os curtas-metragens “Aurora” (Everlane Moraes, 2018) e “Eu, Negra” (Juh Almeida, 2022), além do média-metragem “Vaga Carne” (2019), de Grace Passô e Ricardo Alves Júnior. No dia 15, quarta, também às 19h, é a vez da sessão comentada de “Sementes - Mulheres Pretas no Poder” (Ethel Oliveira e Júlia Mariano, 2020) - documentário que acompanha as campanhas a deputada federal ou estadual de Mônica Francisco, Rose Cipriano, Renata Souza, Jaqueline de Jesus, Tainá de Paula e Taliria Petrone, em 2018, no Rio de Janeiro, em um histórico levante de mulheres negras na política brasileira, ocorrido após a execução da vereadora carioca Marielle Franco.

    Ao longo da semana, serão exibidos outros dois longas-metragens do cinema negro contemporâneo realizado por mulheres: no dia 16, quinta, às 19h, acontece a sessão comentada de “Espero que esta te encontre e que estejas bem” (2020), com a presença da diretora Natara Ney; no dia 17, sexta-feira, às 19h, é a vez de “Até o Fim” ( 2020), da dupla Glenda Nicácio e Ary Rosa; e no dia 18, sábado, às 19h, o público confere “Desterro” (2020), da cineasta Maria Clara Escobar, cuja estreia mundial aconteceu no Festival de Roterdã, na Holanda.

    No dia 19, domingo, às 17h, a Mostra traz uma sessão especial composta por dois filmes contemporâneos realizados por cineastas indígenas. Primeiro filme realizado por mulheres Yanomami, o lançamento “Thuë pihi kuuwi – Uma Mulher Pensando” (Aida Harika Yanomami, Edmar Tokorino Yanomami e Roseane Yariana Yanomami, 2023) abre as exibições, seguido pelo longa “YamiYhex: As Mulheres-Espírito” (2020), de Sueli Maxakali e Isael Maxakali. A programação do dia acaba às 19h, com “Eu, um Outro” (2019), documentário da cineasta Sílvia Godinho que aborda as questões de gênero.

    A última semana da programação começa no dia 21, terça-feira, às 19h, com uma sessão que integra as ações do Dia Nacional das Tradições das Raízes de Matrizes Africanas e Nações do Candomblé. Na ocasião, será exibido o documentário “A Rainha Nzinga Chegou” (2019), que mostra três gerações de rainhas da Guarda de Moçambique e Congo Treze de Maio de Nossa Senhora do Rosário, de Belo Horizonte. A sessão será comentada pelas diretoras Júnia Torres e Isabel Casimira. No dia 22, quarta, às 19h, será exibido “Baronesa” (2017), de Juliana Antunes; e no dia 23, quinta, também às 19h, é a vez da sessão comentada de lançamento do documentário “Se Eu Contar, Você Escuta?” (Renata M. Coimbra, 2022), que revela a história de oito meninas vítimas de violência sexual.

    Outros dois documentários voltados para a história e a luta das mulheres serão exibidos no dia 24, sexta-feira: às 17h, é a vez de “Formigueiro - A Revolução Cotidiana das Mulheres”  (Bruna Provagi e Tica Moreno, 2022); às 19h, será exibido o lançamento “Matriarcas da Serra” (Deivson Marcos, Gabriela Matos e Simone Moura, 2023), em sessão comentada com a presença das realizadoras e de integrantes do elenco do filme.

    Fechando a IV Mostra Diálogos Pela Equidade, no dia 26, domingo, serão exibidas duas ficções que enfocam o cotidiano da mulher brasileira. Às 17h, o público assiste “Um dia com Jerusa” (2020), filme de Viviane Ferreira que marca a história do cinema brasileiro, por ser apenas o segundo longa-metragem dirigido por uma mulher negra no Brasil; já às 19h, a mostra encera com a exibição de “A felicidade das coisas” (2021), de Thaís Fuginaga.

    SERVIÇO | CIRCUITO MUNICIPAL DE CULTURA
    IV Mostra Diálogos Pela Equidade - Mulheres Plurais
    Quando. De 7 a 26 de março
    Onde. Cine Santa Tereza (Rua Estrela do Sul, 89 - Santa Tereza)
    Quanto. Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados pelo Sympla
    Link para a Mostra

    Circuito nas redes. Site | Instagram | Facebook | YouTube

  • IV Mostra Periferia Cinema do Mundo
    IV Mostra Periferia Cinema do Mundo
    IV Mostra Periferia Cinema do Mundo

    Vem aí a IV Mostra Periferia Cinema do Mundo

    Quando: De 12 a 17 de dezembro, no Cine Santa Tereza. Confira a programação!

    Dia 12, terça-feira, 19 horas

    Nunca pensei que seria assim | (Meibe Rodrigues l MG l 2022 l 11 min)
    Através de memórias do próprio passado, a artista Meibe Rodrigues propõe uma reflexão sobre negritude e escrevivência.
    Classificação Indicativa: 12 anos.

    Ramal | (Higor Gomes l MG l 2023 l ficção l 16 min)
    Jovens se encontram durante à tarde, diminuem a marcha e jogam o corpo para trás.
    Classificação indicativa: 14 anos

    A natureza que se observa através de mim | (Dea Vieira | MG l 2023 | experimental | 2'45")
    Curta  experimental que acessa o transitório pelo movimento da dança.
    Classificação indicativa: Livre

    Dia 13, quarta-feira, 19 horas

    7 giras passageiras | (Denise dos Santos, Luana Costa e Michelle Sá l 2023 l MG l 29 min)
    7 passageiras negras: Creuza Ezequiel trabalhadora doméstica, Nívea Sabino artista independente moradora da região metropolitana de Belo Horizonte, Jéssica Angel estudante secundarista, Yunni Anumaréh produtore cultural não binárie, Maria da Penha Siqueira trabalhadora da educação, Lucinea Santana mãe de um jovem privado de liberdade e Andréia de Jesus primeira deputada negra eleita na história da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, tecem relatos subjetivos, auto percepções e narrativas biográficas sobre alguns aspectos da realidade abusiva e violenta à qual são cotidianamente expostas e submetidas ao andar a pé, esperar por um ônibus à noite ou se deslocar dentro do transporte coletivo. 7giras passageiras vem megafonizar um dos aspectos mais comuns das violências de gênero que se ressaltam ao se tratar da segurança das mulheres no espaço público, o assédio no transporte coletivo.
    Classificação indicativa: 12 anos

    Dia 14, quinta-feira, 19 horas

    Kalunga do Rosário | (Capitão Washington Luís (Kamugenan) l MG l 2023 l doc. l 20:38)
    O filme traz uma visão de dentro da Festa do Kongo na Irmandade Os Leonídios, em Oliveira (MG). O Capitão e realizador Washington Luís (Kamugenan) dá-a-sentir a força da espiritualidade e ancestralidade africanas que imantam objetos-imagem em relação à festa, à travessia transatlântica e a Kalunga - o mar, conector dos mundos físico e espiritual.
    Classificação indicativa: Livre

    Vidas do rosário | (Marcelo Lin l MG l 2023 l ficção l 15 min)
    Dandara trilha os caminhos da ancestralidade tentando encontrar respostas para o futuro.
    Classificação indicativa: Livre

    | (Dea e Marcus Vieira l MG l 2023 l 7'33)
    O curta documental acompanha um recorte do Congado que acontece na comunidade do Cabana do Pai Tomás. Zé do Congado é um dos primeiros moradores do bairro e mestre do Congado.
    Classificação indicativa: Livre

    Dia 15, sexta-feira, 19 horas

    Corpovivência | (Sheyla Bacellar, Sandra Sawilza l 2022 l MG l experimental l 6 min)
    O filme ilustra a afetação de marcas e vivências no corpo de uma mulher negra, embalado pelos sons naturais do local somado aos ritmos do samba e do funk. Norteado por sensações expressadas através de movimentos livres e/ou coreografados, fazendo referência direta a dança de rua, Hip Hop, contemporâneo e outras influências vividas pela bailarina. Um corpo provocado a partir da narrativa de um conto que envolve Liberdade, Conflito, Violência, Abuso e Empoderamento.
    Classificação indicativa: Livre

    Na boca do leão | (Kiandewame Samba l MG l 2022 l experimental l 2:34)
    Na boca do leão é um documentário sobre a narrativa do tempo na presença do homem e as simbologias que carregam os grandes centros urbanos contemporâneos. Sobre os destroços coloniais e as ruínas das grandes cidades jovens guerreiros urbanos constroem uma nova narrativa para sua reexistência.
    Classificação: Livre

    Estudo para uma pintura o lavrador de café | (Desali l 2023 l MG l experimental l 13 min)
    Estudo para uma pintura o lavrador de café é um curta experimental que documenta a criação de uma pintura durante a pandemia. Inspirado na obra "O Lavrador de Café", de Portinari, o curta utiliza imagens que fazem pequenas releitura de diversas pinturas do artista para formar  novas imagem. As imagens se destacam em meio a resiliência e a esperança encontradas na arte em tempos difíceis. Uma jornada visual que celebra a transformação e a beleza mesmo em meio à adversidade.
    Classificação indicativa: Livre

    Dia 16, sábado, 19 horas

    Retrospectiva P.drão videoclipes P.drão l 2023 l MG l músical l 30 min)
    Retrospectiva de videoclipes produzidos pelo cineasta P.drão.
    Classificação indicativa: Livre

    Dia 17, domingo, 16h30

    Colina | (Chiquinho Matias l 2023 l MG l Doc. l 53 min)
    O documentário COLINA - Comando de Libertação Nacional, resgata a trajetória dessa organização guerrilheira que se originou em Belo Horizonte e região metropolitana e lutou contra a ditadura militar. O COLINA tinha como principal ação a luta armada e expropriações a bancos, e como objetivo principal, instalar o regime comunista no Brasil nos moldes de Cuba. No final da década de 60, depois do assalto a dois bancos ao mesmo tempo na cidade de Sabará, Minas Gerais, o grupo foi preso e vários militantes serviram de cobaias em aulas de torturas na Vila Militar, no Rio de Janeiro.
    Classificação indicativa 10 anos.

    Dia 17, domingo, 19 horas

    Noites Alienígenas | (Sérgio de Carvalho | 2022 | | 91min)
    Rivelino, Sandra e Paulo são três amigos de infância e da periferia que se reencontram na cidade de Rio Branco em um contexto trágico de chegada das facções criminosas do sudeste do Brasil para a Amazônia.
    Classificação indicativa: 14 anos

    Os ingressos podem ser adquiridos no site da Sympla pelo LINK.