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  • Imagem da canjica cuja receita será ensinada por Dona Helena
    Imagem da canjica cuja receita será ensinada por Dona Helena
    Histórias de Alimentar a Alma - Episódio 1 - Quadrilha Pipoca Doce (BH) - Dona Helena - Canjica

    A canjica está diretamente ligada à história da Quadrilha Pipoca Doce e de uma de suas principais incentivadoras, a Dona Helena, personagem deste episódio do “Histórias de Alimentar a Alma”. 

    Criada em 2007, a quadrilha Pipoca Doce nasceu de uma brincadeira de três amigas que moravam no Morro das Pedras, na região oeste de Belo Horizonte. A partir de 2013, a direção artística do grupo foi assumida por Igor Paulo, alcançando, neste mesmo ano, o primeiro lugar do Grupo de Acesso do Arraial de Belo Horizonte. Em 2018, chegou em segundo lugar no grupo especial e, no ano seguinte, tornou-se a grande campeã do evento principal. 

    Todos os integrantes têm suas famílias ligadas indiretamente ao grupo, seja na confecção de adereços, na torcida ou na culinária. E é neste contexto que entra dona Helena, mãe do diretor artístico Igor Paulo. Além de uma excelente cozinheira, a integração de Helena com o mundo junino vem de berço. Ainda jovem, seu pai, João Paulo, junto com sua mãe, Iolanda Gomes, promoviam gratuitamente no bairro onde moravam a canjica de São João,o que fez com que Helena criasse uma forte relação com a culinária tradicional junina. Neste episódio, Dona Helena apresenta um pouco dessa história e ensina a receita tradicional que faz parte da biografia de sua família. 



     

    Forma de veiculação: Instagram, YouTube, Facebook e site 


    Classificação: livre

  • Imagem do prato de frango, com macarrão, feijão e salada, receita ensinada por Tia Neusa
    Imagem do prato de frango, com macarrão, feijão e salada, receita ensinada por Tia Neusa
    Histórias de Alimentar a Alma - Episódio 3 - Guarda de Congo Feminina Nossa Senhora do Rosário (BH) - Tia Neusa - Comida de Congado

    Cozinheira e matriarca da Guarda de Congo Feminina de Nossa Senhora do Rosário, Tia Neusa ensina a receita da receita de frango que ela prepara nos dias de festa para mais de 500 pessoas.  Aos 73 anos, Tia Neusa, como é carinhosamente chamada Neusa Pereira Teixeira, é uma das matriarcas e fundadoras da primeira Guarda de Congo Feminina de Nossa Senhora do Rosário do Bairro Aparecida, em Belo Horizonte.

    Filha de congadeiro e dançante da guarda de Congo, Tia Neusa herdou o papel de cozinheira da festa quando sua madrinha, que exercia a função, morreu.  A primeira vez que cozinhou para mais 500 pessoas, há 45 anos, tornou-se Cozinheira da Guarda de Congo. E a receita que todo mundo elogia, e que ela compartilha neste episódio, é a receita de frango, acompanhado de macarrão, feijão e salada.

    Classificação: livre 

    Acessibilidade: libras

    Forma de veiculação:

    Site do Circuito Municipal de Cultura: www.circuitomunicipaldecultura.com.br

    YouTube da Fundação Municipal de Cultura: youtube.com/canalfmc

    Facebook do Circuito Municipal de Cultura: facebook.com/circuitomunicipaldeculturabh

     

  • O pequeno Luan, de apenas 7 anos, acompanhado de Makota Cássia, sua avó, ativista do movimento negro e uma das lideranças do quilombo
    O pequeno Luan, de apenas 7 anos, acompanhado de Makota Cássia, sua avó, ativista do movimento negro e uma das lideranças do quilombo
    Histórias de Alimentar a Alma - Luan e Makota Cássia (BH) - Quilombo Manzo e a receita do caruru

    Segundo episódio da série de vídeos “Histórias de Alimentar a Alma”, no qual é abordado a história do Quilombo Manzo e a tradição da receita do caruru de Vunji. 

    Neste episódio, o “Histórias de Alimentar a Alma” conta a história do quilombo Manzo Ngunzo Kaiango e da tradição do caruru de Cosme e Damião. O prato - feito com ingredientes como quiabo picado, camarão seco, frango, temperos, entre outros - é oferecido primeiramente às crianças e é uma das tradições que demonstram como a cultura quilombola se preservou dentro do terreiro. 

    O pequeno Luan, que é conhecido no quilombo pela espontaneidade e pelo dom da comunicação, vai apresentar, junto com Makota Cássia, as  tradições do Quilombo Manzo, passando pelos rituais, assim como pela ancestralidade dos alimentos. 

    Forma de veiculação: Instagram, YouTube, Facebook e site

    YouTube da Fundação Municipal de Cultura: youtube.com/canalfmc

    Instagram do Circuito Municipal de Cultura: instagram.com/circuitomunicipaldecultura

    Facebook do Circuito Municipal de Cultura: facebook.com/circuitomunicipaldeculturabh

    Site do Circuito Municipal de Cultura: www.circuitomunicipaldecultura.com.br