Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Uma mulher negra sorri, com o rosto virado para seu lado esquerdo. Ela usa uma blusa branca e um turbante colorido e segura, ao redor do corpo e com os braços abertos, um tecido também estampado. Na parede do fundo desfocada, uma panela está dependurada.
    Uma mulher negra sorri, com o rosto virado para seu lado esquerdo. Ela usa uma blusa branca e um turbante colorido e segura, ao redor do corpo e com os braços abertos, um tecido também estampado. Na parede do fundo desfocada, uma panela está dependurada.
    ​​​​​​​KILOMBO MANZO NGUNZO KAIANGO

    PEMBELE MANZO: TERRITÓRIO ANCESTRAL

    Uma mulher negra sorri, com o rosto virado para seu lado esquerdo. Ela usa uma blusa branca e um turbante colorido e segura, ao redor do corpo e com os braços abertos, um tecido também estampado. Na parede do fundo desfocada, uma panela está dependurada.

    CRÉDITO: IAGO VIANA

    O filme “Pembele Manzo: território ancestral”, dirigido pela cineasta Januaceli Murta, aborda o tema da intolerância religiosa, documentando a diversa expressão cultural do Kilombo Manzo Ngunzo Kaiango. Na obra, o quilombo abre as portas e mostra com muito respeito e amor a religião que vivenciam diariamente, o Candomblé de Angola. Exemplo de resistência, é um espaço com notória história de coragem. “Pembele Manzo” é um filme que trata, a partir do olhar interno, a significância sagrada intrincada na religião, que inspira e desperta a vontade de conhecer o Manzo e a “Mãe Efigênia”. Esse projeto foi realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.

    #PraTodosVerem

    Uma mulher negra sorri, com o rosto virado para seu lado esquerdo. Ela usa uma blusa branca e um turbante colorido e segura, ao redor do corpo e com os braços abertos, um tecido também estampado. Na parede do fundo desfocada, uma panela está dependurada.

     

  • Teatro Raul Belém Machado
    Teatro Raul Belém Machado
    Kilombos e Palenques nas Américas: Njilas Minas/Colômbia | Teatro Raul Belém Machado

    SINOPSE: Durante uma passagem pelo sul da Bahia, na cidade de Belmonte, em dezembro de 2021, Kasula, Sathan Mavambo, Ojú Obá e Rio Bantu Fulô do Kariri, quatro amigos que já giraram muitas encruzilhadas, escutaram da Tia Ana de Ogun: “vocês andam demais! Parecem uns mavambos”. Mavambo é uma alteração de Mavambu, que em Kikongo significa encruzilhada. Nos terreiros de matrizes africanas de Nação Angola no Brasil, Mavambo é o nome dado a um nksi, mais conhecido como Njila Mavambo, guardião dos caminhos. Diante das nossas escutas e andanças entre o estado da Bahia, Pernambuco e Ceará, Nathan sugeriu a ideia de criarmos um grupo musical inspirado n’Os Tincoãs. Nós também nascemos com o intuito de pesquisar e experimentar músicas e cantos negros de África e da diáspora africana. Além de Bruno, Nathan e Ojú Obá, Ridalvo e Gui de Oxossi (caririense que nos esperava para os primeiros shows no Cariri),  Victor Hayem também faz parte desse grupo que nasceu ambientado nos trânsitos provocados pelos Mavambos em cada Njila que a vida 

    • CATEGORIA: MÚSICA
    • DIREÇÃO: RIVALDO FÉLIX DE ARAÚJO (RIO BANTU FULÔ DO CARIRI)
    • DIA e HORÁRIO:  1º de novembro, sábado às 19h.
    • INGRESSOS: EVENTO GRATUITO - Adquira seus ingressos no site SYMPLA e fisicamente na bilheteria do teatro (duas horas antes do espetáculo).
    • CLASSIFICAÇÃO: LIVRE
    • DURAÇÃO: 90 Min
       
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    Kilombo Souza

    Reconhecido apenas em 2020 como Patrimônio Cultural Imaterial pela CDPCM-BH, a também conhecida como Vila Teixeira é um quilombo urbano, localizado em Belo Horizonte. Com mais de 70 anos de história, o quilombo abriga 33 moradores, mas teve seu início no século XX com apenas duas pessoas: o escravo liberto pela Lei Áurea Petrolino de Souza (1879) e a nascida livre Elisa da Conceição (1887). Após se casarem no interior de Minas, o casal veio para a capital, onde decidiram começar uma vida nova, com novos empregos e uma família na casa recém adquirida, onde um dia viria a ser o bairro Santa Tereza. 

    Segundo os moradores mais antigos, o local era "barroca", um despenhadeiro cheio de mto, mas foi onde a família limpou, construiu, plantou e transformou em lar, contribuindo assim para o processo de urbanização do local. O espaço abriga não apenas pessoas, abriga também um berço da cultura do povo escravizado, do povo negro, suas histórias, seus costumes e a resistência contra a escravidão e a opressão.