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  • Revista Eletrônica APCBH
    Revista Eletrônica APCBH
    Inscrições para a 8ª Revista Eletrônica do APCBH

    Inscrições de artigos para a próxima edição da Revista Eletrônica do Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte (REAPCBH) podem ser feitas até o dia 31 de agosto. 

    A publicação é um periódico científico anual e tem o objetivo de estimular a pesquisa e a reflexão científica sobre a cidade de Belo Horizonte, bem como sobre o campo de estudos arquivísticos, além de divulgar acervos documentais de diversas instituições. 

    A próxima edição da revista, a 8ª desde que ela começou a ser produzida, tem previsão de publicação no próximo mês de dezembro e integra as ações de celebração dos 30 anos do Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte (APCBH), completados em 2021. Para ressaltar a data, a edição terá um caráter especial, com a publicação do Dossiê “O Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte como fonte de pesquisa da cidade”. 

    Acesse informações e saiba como encaminhar seu artigo no Portal da Prefeitura de Belo Horizonte. 

     

  • Inscrições para o Concurso de Quadrilhas do Arraial de Belô 2026 vão até 16 de junho

    A Prefeitura de Belo Horizonte publicou no Diário Oficial do Município o regulamento do tradicional Concurso Municipal de Quadrilhas, um dos destaques da programação do 47º Arraial de Belô. Para participar, os representantes das quadrilhas devem entregar a documentação na sede da Belotur, na Diretoria de Eventos, localizada na Rua Espírito Santo, 527, térreo, Centro. As inscrições ficam abertas até o dia 16 de junho, de 10h às 12h e de 13h às 17h.

    No dia 16, as inscrições também poderão ser realizadas das 19h às 22h, durante reunião da União Junina Mineira, na sala 1.901 da Avenida Augusto de Lima, 30, Centro. O regulamento completo, com todas as orientações sobre o processo de inscrição e critérios de participação, está disponível no Portal da Prefeitura de Belo Horizonte. 

    Cada quadrilha inscrita e habilitada no Concurso Municipal receberá auxílio financeiro no valor de R$ 32,1 mil. Ao todo, serão destinados mais de R$ 1,4 milhão para o fomento das agremiações juninas da capital.

    “O Concurso Municipal de Quadrilhas é uma das expressões mais importantes da cultura popular de Belo Horizonte. Mais do que uma competição, ele representa o trabalho coletivo de centenas de quadrilheiros, costureiras, cenógrafos, coreógrafos e famílias que mantêm viva a tradição junina nas dez regionais da cidade. O Arraial de Belô fortalece o turismo, movimenta a economia criativa e reafirma Belo Horizonte como um dos principais destinos juninos do Brasil”, destaca Eduardo Cruvinel, presidente da Belotur.

    Além do auxílio financeiro, as agremiações vencedoras do Concurso Municipal de Quadrilhas 2026 receberão troféus e premiações em dinheiro, de acordo com a classificação:

    Grupo Especial

    1º lugar – R$ 17,5 mil
    2º lugar – R$ 15,3 mil
    3º lugar – R$ 13 mil
    4º lugar – R$ 10,7 mil
    5º lugar – R$ 8,4 mil

    Grupo de Acesso

    1º lugar – R$ 14,8 mil
    2º lugar – R$ 12,5 mil
    3º lugar – R$ 10,3 mil
    4º lugar – R$ 8 mil

    Grupo de Disputa

    1º lugar – R$ 11 mil
    2º lugar – R$ 9 mil
    3º lugar – R$ 7 mil
    4º lugar – R$ 5 mil

    Experiência Junina Completa

    O tradicional festejo no Mineirinho acontece nos dias 24, 25 e 26 de julho e 1º e 2 de agosto, com apresentações dos grupos de Acesso, Disputa e Especial. Para avaliar as performances, a comissão julgadora levará em conta quesitos como conjunto, coreografia, caracterização, marcador e casal de noivos, dentre outros.

    As quadrilhas mobilizam milhares de pessoas em suas apresentações no Mineirinho, reunindo torcidas, familiares e visitantes das nove regionais da cidade, reforçando o caráter democrático, afetivo e descentralizado da festa.

    Mais uma vez, o público poderá vivenciar a tradicional “Experiência Junina Completa”, que reúne o Concurso Municipal de Quadrilhas, shows musicais e diversas atrações gastronômicas. Este será o terceiro ano consecutivo em que o Arraial de Belô será realizado no Mineirinho.

    Tradição

    Criado em 1979, o Arraial de Belô se consolidou como uma das mais importantes celebrações juninas do Brasil, contribuindo para manter viva a tradição e a cultura popular ao longo de mais de quatro décadas.

    Na edição de 2025, a Quadrilha Fogo de Palha conquistou o título do Grupo Especial. A Quadrilha Pipoca Doce ficou em segundo lugar, seguida pela Quadrilha Feijão Queimado, em terceiro.

    Ao longo dos anos, o Arraial de Belô ganhou projeção nacional e colocou Belo Horizonte entre os principais destinos turísticos do período junino no país, reconhecimento concedido pelo Ministério do Turismo e pela Embratur.

  • Inscrições para residência artística de Benjamin Abras estão abertas

    11ª edição do Festival de Arte Negra de Belo abre inscrições para residência artística de Benjamin Abras

    A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (CIRC), informa que as inscrições para a Residência Artística Afro Butoh Nzila ti N’gombe, ministrada por Benjamin Abras, com participação de Cátia Costa e Mukanya, estão abertas de 20 a 28 de novembro de 2021. 

    O público-alvo são adultos, artistas da dança e teatro. A residência é gratuita e serão oferecidas 20 vagas. A seleção das pessoas participantes será realizada pelo ministrante e o resultado divulgado pelo site e redes sociais do FAN BH no dia 1 de dezembro de 2021. A aula magna, no dia seis de dezembro, será realizada de forma virtual, com transmissão pelo canal de Youtube da Fundação Municipal de Cultura, e aberta ao público geral, sem necessidade de inscrição. Já as aulas seguintes, entre os dias sete e dez, acontecem de forma presencial, durante a programação do festival, no Centro de Referência da Dança de Belo Horizonte. A atividade será realizada observando todos os protocolos de combate à covid-19 vigentes na capital mineira.

    Benjamin Abras é natural de Belo Horizonte, artista contemporâneo interdisciplinar, poeta, diretor de dança-teatro, dramaturgo e ensaísta. Cátia Costa, de Niterói (RJ) é atriz, performer, diretora teatral, preparadora de elenco, diretora de movimento e terapeuta. Mukanya, também de Niterói (RJ) é músico e escritor, promovendo a cultura africana no Brasil a partir da música.

    SOBRE BENJAMIN ABRAS

    Benjamin Abras é criador de performances, instalações, objetos, desenhos e pinturas que refletem suas experiências nas tradições afro-brasileiras do Candomblé e da Capoeira de Angola. Atuou, realizou exposições e participou de residências artísticas no Reino Unido, na Dinamarca, na Índia e no Senegal.

    SOBRE A RESIDÊNCIA AFRO BUTOH NZILA TI N’GOMBE DE BENJAMIN ABRAS

    Afro Butoh, tema dessa residência artística, é um campo de pesquisa performativo e filosófico contemporâneo, em que a arte atua na descolonização, através de técnicas advindas da ritualística e filosofias afro-diaspóricas brasileiras. Os fundadores são Tatsumi Hijikata e Kazuo Ohno e Yoshito Ohno, com o qual Benjamin Abras teve oportunidade de dançar e dialogar.

    Ao longo de 10 anos, o Afro Butoh foi utilizado pelo artista no Brasil, em espetáculos como Madame Satã e ZUMBI, e  vivenciado na Europa, Ásia e África. Para isso, Benjamin Abras vale-se da ritualidade como ação política, reescrita da memória e desconstrução do corpo institucionalizado, colonizado pelas identidades eurocêntricas.

    O trabalho oferece aos participantes uma imersão prática filosófica nas danças de Kalunga, na filosofia do Catimbó de preto velho, trabalhando imersivamente em três técnicas: ressonância de Umbanda, educação afro-somática e transe da presença. 

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    FAN BH 2021

    Neste ano, o FAN BH traz o tema “Muvuca de Pretuntu” e parte das conexões culturais entre Brasil e África, mais especificamente das influências da cultura bantu na formação da identidade brasileira e suas relações com Minas Gerais. Esta edição destaca o desejo de aproximação - através dos encontros, reflexões, trocas de experiências, de afetos -, a partir de processos criativos colaborativos que se darão durante o festival. A  curadoria do festival, em 2021, é composta pelo artista plástico Froiid, pela atriz, cantora e compositora Júlia Tizumba e pelo cantor e compositor Sérgio Pererê.