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    Literatura de Cordel: "Lampião Lá do Sertão”, com Mari Bigio

    Falar de Lampião para a criançada não é lá tarefa muito simples, mas a graça e a leveza da poesia popular fazem com que a história ganhe uma outra tônica. Neste Cordel, que ganha leitura online, a pernambucana Mari Bigio reinventa a história do mais famoso dos cangaceiros, com a participação de Thiago Martins  na rabeca. Entusiasta da palavra, a artista tem mais de 13 anos de carreira e é também contadora de histórias, cantora, compositora e radialista. A leitura, gravada em vídeo, tem duração de três minutos e 25 segundos.  

    Veiculação: YouTube e Facebook (disponível até 30/04)
    Classificação: Livre

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    Literatura de Cordel - “O Baú de Surpresas ou A Bagunça dos Brinquedos”, com Mari Bigio

    Literatura de Cordel e Brinquedos populares se unem nessa história cheia de boas surpresas. Com doçura e encantamento, a cordelista Mari Bigio costura um encontro brincante que começa bagunçado, mas termina cheio de harmonia. A trilha sonora e efeitos também ficam por conta da artista pernambucana, que atua ainda como contadora de histórias, cantora, compositora e radialista. A leitura, gravada em vídeo, tem duração de três minutos e 25 segundos.  

    Veiculação: YouTube e Facebook
    Classificação: Livre

  • A imagem apresenta uma mulher negra, usando roupas coloridas em tom azul e um homem negro, usando roupa branca, colares e turbante branco
    A imagem apresenta uma mulher negra, usando roupas coloridas em tom azul e um homem negro, usando roupa branca, colares e turbante branco
    LITERATURA: Encruzilhadas do Tempo

    Na terça-feira, 24, o público poderá conferir um momento de literatura, com o lançamento do livro "Encruzilhadas do Tempo com Cidinha Silva e Prof. Sidnei Nogueira". O evento acontece no Teatro Francisco Nunes, localizado na Av. Afonso Pena, 1321 - Centro, Belo Horizonte - MG, 30130-002

    Neste ano, o tema central do FAN BH 2023 é a Tríade Temporal, uma poderosa concepção que une o passado, presente e futuro. Este conceito norteia a construção do festival, atuando como uma ponte entre as tradições ancestrais e as visões futurísticas, tudo em busca de uma compreensão mais profunda do presente. O evento desempenha o papel de catalisador dessa interseção, provocando reflexões profundas sobre território, cultura e política.

    A 12ª Edição do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte, que acontecerá no Parque Municipal e outros espaços da PBH, é realizada pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Instituto Lumiar.