Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Literatura no Palladium convida Elisama Santos
    Literatura no Palladium convida Elisama Santos
    Literatura no Palladium convida Elisama Santos

    O Literatura no Palladium convida Elisama Santos autora de seis livros entre eles os best sellers Educação não violenta (2019), Por que gritamos (2020) e Conversas corajosas (2021), e o romance Mesmo Rio (2022).

    Psicanalista e educadora parental, apresentadora do SAC das emoções, no canal GNT e TED Speaker, referência em Comunicação não violenta e Educação não violenta no Brasil, Elisama Santos fará o lançamento do seu mais recente livro Vamos Conversar, pela Editora Record, que trará neste encontro tópicos importantes que as pessoas interessadas em viver a comunicação não violenta precisam saber.

    A mediação desta conversa fica por conta de Cris Moreira, atriz, gestora cultural, criadora do Podcast Tetas y tretas e autora do livro Gambiarra: uma construção de maternidade.

    Entre as reflexões que Elisama e Cris vão trocar teremos intervenções artísticas de trechos do Vamos Conversar na voz e corpo de Hérlen Romão atriz e coordenadora do MORRO ENCENA - grupo de teatro formado por mulheres, pretas e faveladas do Aglomerado da Serra.

  • Literatura no Palladium "Dona Ivone Lara"
    Literatura no Palladium "Dona Ivone Lara"
    Literatura no Palladium "Dona Ivone Lara"

    O projeto Literatura no Palladium, em celebração ao mês da Consciência Negra, apresenta, no Grande Teatro do Sesc Palladium, no dia 13/11, quarta-feira, às 19h, a obra de Jacques Fux que conta a história de uma das personalidades mais importantes do país, Dona Ivone Lara. 

    Por meio da leitura e análise do livro infantojuvenil “Dona Ivone Lara e o Sonho de Sambar e Encantar”, o autor da obra e a cantora, compositora, sambista e médica do SUS Júlia Rocha, terão uma conversa musical, mediada pela jornalista especialista em cultura, arte e música brasileira Camila de Ávila, sobre a obra de Dona Ivone e seu legado para o cenário cultural do país no que tange o samba e a ciência.

     Os ingressos  podem ser adquiridos no site da Sympla. 

    A classificação é 10 anos. “Dona Ivone Lara é a primeira e única, com a magia de sua personalidade de orgulhosa simplicidade, no tecido das contradições dos que rompem a mediania para a afirmação de inimitável na sua arte eterna”, escreveu o jornalista Villas-Bôas Corrêa (1923-2016) no encarte do CD em que a música da artista é apresentada no formato instrumental pelo pianista Leandro Braga.

     Todos os biógrafos e pesquisadores atestam que Yvonne Lara da Costa, seu nome de batismo, é uma exímia musicista, que compreende a música de maneira ímpar e intuitiva, como se a canção fosse o som de sua alma. “É importante ressaltar que Dona Ivone é uma das provas de que a arte escolhe onde quer residir. Essa artista, definitivamente, é uma casa plena da música brasileira em sua versão mais genuína, o samba”, observa Jacques Fux.

  • Cartaz com fundo vermelho do evento Literatura no Palladium: Espetáculo poético-musical "Salmos Mestiços" e imagem do artista César Gilcevi
    Cartaz com fundo vermelho do evento Literatura no Palladium: Espetáculo poético-musical "Salmos Mestiços" e imagem do artista César Gilcevi
    Literatura no Palladium: Espetáculo poético-musical "Salmos Mestiços"

    No mês em que se comemora a luta e resistência dos Povos Originários no Brasil, o projeto “Literatura no Palladium” abre a sua programação de 2026, recebendo o espetáculo poético-musical "Salmos Mestiços", protagonizado pelo poeta indígena César Gilcevi.

    No dia 28 de abril, terça-feira, às 19h30 no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie do Sesc Palladium. A proposta une poesia e música em formato híbrido, inovador e conectado às matrizes culturais brasileiras. E conta com os músicos Lamartine (percussão), Chesco Napoli (guitarra), Francisco César (saxofone) e Fernanda Nogueira (voz), ampliando sua dimensão interdisciplinar.

     A apresentação percorre uma ampla gama de estilos e matrizes culturais: da reza à língua banto mineira, do concretismo ao ponto de macumba, da música indígena ao rap, do free jazz ao samba. Essa diversidade estética e temática traduz a pluralidade das poéticas brasileiras e sua interseção com o cancioneiro nacional, oferecendo ao público uma experiência artística que transita entre tradição, experimentação e contemporaneidade. Além de seu valor artístico, o espetáculo possui caráter formativo e pedagógico, ao estimular a escuta crítica, o reconhecimento das raízes culturais e a valorização da literatura como linguagem viva e em constante diálogo com outras artes. A proposta contribui para ampliar o acesso do público às múltiplas linguagens, fortalecer a representatividade indígena no campo literário e musical e promover o encontro entre diferentes matrizes culturais.

     Evento gratuito.