Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Lançamento: “Afluentes” - Palácio das Artes
    Lançamento: “Afluentes” - Palácio das Artes
    Lançamento: “Afluentes” - Palácio das Artes

    Felipe Bedetti, jovem cantor e compositor mineiro, lança seu segundo álbum autoral “Afluentes”, dia 02 de abril de 2022 na Sala Juvenal Dias, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte.

    A sonoridade mineira é sentida em todo o espetáculo que contará com as participações de Tadeu Franco, Bárbara Barcellos e Pedro Volta.

    No repertório, além de composições em parceria com nomes consagrados, como Paulinho Pedra Azul e Felipe Bedetti trará releituras de canções do Clube da Esquina, Dori Caymmi e Tavinho Moura.

    O projeto do disco foi construído em uma grande rede colaborativa.

    Várias cidades do interior, Como Borda da Mata, Matipó e Ponte Nova foram lar das gravações e da mixagem deste trabalho.

  • Cantor Perreira da Viola
    Cantor Perreira da Viola
    Lançamento: Àfrica Inferior por Perreira da Viola

    Em “África Interior”, cada uma das 13 faixas é memória e cada silêncio é gesto de resistência. O violeiro, cantor e compositor reafirma seu lugar como um dos grandes nomes da viola brasileira e vai além: transforma o instrumento em ponte entre passado e futuro, tradição e reinvenção. É uma obra que fala da origem para alcançar o mundo, um olhar de fora para dentro e de dentro para fora.

    O álbum é um aprofundamento nas próprias raízes e um convite à escuta daquilo que pulsa no mais íntimo de sua história: a batida de um continente inteiro ressoando dentro de um corpo só. Entre participações de Mateus Aleluia, Fabiana Cozza, Chico César, Toninho Ferragutti e também os laços de sangue, sua filha Bartira Sene e o irmão Dito Rodrigues, Pereira tece um disco que é família, território, memória e reza, Minas, África, mundo. A direção e produção musical são de André Siqueira, violonista, arranjador e compositor, um parceiro de longa data.

    O título do álbum não é metáfora, é síntese. Representa a força da identidade do homem de origem africana e o processo de reconhecimento do artista que entende sua arte como gesto político, espiritual e social. “‘África Interior’ é o aprofundamento da minha vivência enquanto negro, enquanto descendente de África. Um entendimento amadurecido de quem sou e do que reverbera em mim”, define o músico.

    No show que celebra o lançamento do trabalho, Pereira da Viola será acompanhado pela banda formada por Camila Rocha (contrabaixo acústico), Paulo Fróis (bateria), Paulo Santos (percussões) e André Siqueira (guitarra, violão e direção musical). Também traz para a festa as participações de Everton Coroné (acordeón) e Dito Rodrigues (voz e violão).  

  • [Lançamento] Álbum experimental - Felipe dos Santos
    [Lançamento] Álbum experimental - Felipe dos Santos
    [Lançamento] "Álbum experimental" - Felipe dos Santos

    Já está disponível nas principais plataformas de streaming o álbum “Meu Amigo Tilelê Diz Que Sou Brega Mas Eu Acho Isso Meio Problemático”, do músico Felipe dos Santos.

    Baixistas dos blocos de carnaval de BH Abalô-Caxi e A Roda, o músico belo-horizontino estreia na carreira solo com esse projeto experimental.

    As gravações e todo o trabalho de tratamento das canções foram feitas em home-studio, um processo intrinsecamente relacionado à pandemia. “Durante a pandemia, comecei a organizar este álbum, sozinho em casa e com participações remotas de artistas amigos convidados.

    Esse contexto me fez optar por gravações feitas em casa, de home-studio, o que acaba trazendo muito destes tempos para as criações”, conta o músico nascido na região Noroeste da capital.

    Com fortes influências de Sidarta, com quem Felipe toca na banda Zen-Frito, acompanhando no contrabaixo, o disco ganha forma e conceito, a começar pelo longo nome que é, na verdade, uma provocação e também uma homenagem ao amigo.

    “Considero que Sidarta já é um dos artistas mais relevantes da cidade. Belo Horizonte tem uma tradição de cantautores que trabalham com letras e melodias acompanhadas por violão bem elaborado.

    Ele segue essa tradição, embora não se feche para as possibilidades estilísticas que temos hoje em dia - a inserção de elementos eletrônicos, por exemplo”.

    Sem abrir mão de harmonias complexas, o disco traz uma crítica ao pensamento elitista que separa o popular do 'populacho', que, segundo o músico, cria critérios para se determinar o que é boa música e ou música ruim, que conota com brega o que é do povão.

    “A organização dos compactos e do álbum remete também à vontade de retratar os diversos processos musicais que vivi e tenho vivido. Tive a sorte de me envolver com muitos fazeres musicais - desde o tocar em bailes até a Universidade, passando pelos voz-e-violão em bares.

    O álbum diz também dos bairros simples de Belo Horizonte e Região Metropolitana. Diz das relações de amor-e-ódio a uma certa dinâmica urbana, que também influencia a produção musical da cidade, e que carrega certo elitismo.

    Hoje eu tenho cada vez mais feito letras numa pegada mais popular, com toda a minha ironia” O disco tem uma divisão diferente dos quatro compactos e está organizado em Lado A e Lado B.

    Inicia, de um lado com “Meu amigo tilelê diz que sou brega” e do outro, “Mas Eu Acho Isso Meio Problemático”.

    As temáticas das músicas e das letras têm a ver com diversidade, reflexões sobre questões sociais, afetos e relatos confessionais.