Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Mostra: Clássicas - Insubmissas Mulheres de Cinema
    Mostra: Clássicas - Insubmissas Mulheres de Cinema
    Mostra: Clássicas - Insubmissas Mulheres de Cinema

    Ao longo de décadas, o Cine Humberto Mauro valoriza as mulheres do e no cinema. A mostra “Clássicas: Mulheres na Direção”, que ocorre sempre em março, mês do Dia Internacional da Mulher, 8, já se tornou uma tradição da programação do cinema – e, neste ano, chega à quinta edição. Desta vez, com título inspirado na obra “Insubmissas lágrimas de mulheres”, da escritora mineira Conceição Evaristo, “Clássicas: Insubmissas Mulheres de Cinema” acontece de 11 de março a 3 de abril.

    As sessões vão destacar a perspectiva das mulheres no cinema através do trabalho de 30 renomadas diretoras como as belgas Agnés Varda e Chantal Akerman, além da carioca Helena Solberg. São 34 obras, de 14 países, que celebram a diversidade feminina, desde longas-metragens contemporâneos aclamados, como “Garota Infernal” (2009), de Karyn Kusama, até clássicos da sétima arte, caso de “Senhoritas de Uniforme” (1931), da pioneira Leontine Sagan.

    Além disso, o público poderá acompanhar sessões comentadas dos filmes “Miss Mary”, “India Song” (dentro da sessão Cinema e Psicanálise) e “Privilégio”, nos dias 13, 14 e 19, respectivamente. Em 21 de março, a sessão da meia-noite irá exibir “Häxan – A Feitiçaria Através dos Tempos” (1922).

    O Cine Humberto Mauro, no Palácio das Artes, tem entrada gratuita, com retirada de ingressos a partir de meia hora antes de cada sessão, na bilheteria do cinema.

  • Mostra “CLINT” - Cine Humberto Mauro
    Mostra “CLINT” - Cine Humberto Mauro
    Mostra “CLINT” - Cine Humberto Mauro

    A Fundação Clóvis Salgado, por meio do Cine Humberto Mauro, apresenta a mostra CLINT, que exibe, entre os dias 4 de fevereiro e 06 de março de 2022, diversos filmes de grande relevância presentes na carreira de Clint Eastwood, um dos nomes mais icônicos da história do cinema.

    Com entrada gratuita, os ingressos serão distribuídos durante o horário de funcionamento da bilheteria, no dia de cada sessão, com lotação máxima do cinema de 133 lugares, além de quatro espaços reservados para cadeirantes. Com mais de 60 anos de carreira, a imagem de Clint Eastwood é marcada na memória dos amantes da sétima arte por suas célebres atuações em clássicos faroestes, principalmente, de anti-heróis carismáticos.

    Porém, a versatilidade do norte-americano prevalece não só na frente das câmeras, mas também atrás delas. Aos 91 anos, o cineasta continua ativo como ator, diretor, produtor e compositor. “Apesar de começar a ser reconhecido nos seus papéis atuando, principalmente, nos filmes clássicos de Sergio Leone e Don Siegel, ele começou a dirigir seus próprios filmes nos anos 1970, junto, também, com Spielberg e Scorsese, que são diretores que permanecem produzindo até hoje. Ele representa esse elo entre o cinema moderno e o cinema contemporâneo”, explica Vítor Miranda, da Gerência do Cine Humberto Mauro.

    Os filmes dirigidos por Eastwood ganharam notoriedade pelo estilo direto e objetivo, abordando temas humanos, complexos e sombrios, além do requintado desenvolvimento dos personagens. “Não por acaso, escolhemos o nome da mostra apenas como 'CLINT'.

    É direto ao ponto, assim como ele, que possui uma característica muito direta e clássica. Muitas vezes percebemos que não há uma mão pesada na direção, traduzindo para o público uma maneira mais discreta o que ele quer demonstrar”, relata Vítor.

    Vencedor quatro vezes do Oscar da Academia e homenageado pela mesma em 1995 em reconhecimento à sua longa carreira no cinema, além de ser o primeiro ator a estrelar em filmes considerados de "grande sucesso" por mais de 50 anos consecutivos, o norte-americano atingiu números que poucos astros de Hollywood conseguiram alcançar ao longo da carreira.

    Suas performances, direções, produções e composições estão marcadas na história do cinema em mais de 100 filmes, que comprovam com clareza a grandiosidade de Clint para a sétima arte. “Ele é um dos primeiros nomes que as pessoas procuram para uma primeira cinefilia. Ele possui a relevância de ser um nome muito grandioso e prolífico para a história do cinema”, explica Miranda.

    O Governo de Minas Gerais e a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, por meio da Fundação Clóvis Salgado, apresentam a mostra CLINT, que tem correalização da APPA – Arte e Cultura, patrocínio master da Cemig, AngloGold Ashanti, ArcellorMittal e Instituto Unimed-BH¹, por meio das Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura, e patrocínio ouro da Codemge – Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais.

  • Mostra coletiva: “Brasilidade Pós-Modernismo” - CCBB BH

    Celebrar o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922 e lançar luz aos traços, remanescências e conquistas que o movimento trouxe, no decorrer dos últimos 100 anos, às artes plásticas do Brasil e refletir, a partir da atualidade, sobre um processo de rever e reparar este contexto.

    Este é o objetivo de Brasilidade Pós-Modernismo, mostra que já passou com sucesso por outras três capitais e fecha sua temporada, entre 29 de junho e 19 de setembro, no Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte.

    Com curadoria de Tereza de Arruda, a mostra aborda as diversas características da arte contemporânea brasileira cuja existência se deve, em parte, ao legado da ousadia artística cultural proposta pelo Modernismo.

    Nuances que o público poderá conferir nas obras dos 51 artistas de diversas gerações que compõem o corpo da exposição, dentre os quais Adriana Varejão, Anna Bella Geiger, Arnaldo Antunes, Cildo Meireles, Daniel Lie, Ernesto Neto, Ge Viana, Jaider Esbell, Rosana Paulino e Tunga.

    “Esta exposição não é idealizada com o olhar histórico, mas sim focada na atualidade, com obras produzidas a partir de meados da década de 1960 até o dia de hoje, sendo algumas inéditas, ou seja, já com um distanciamento histórico dos primórdios da modernidade brasileira”, explica Tereza de Arruda.

    “Não é uma mostra elaborada como um ponto final, mas sim como um ponto de partida, assim como foi a Semana de Arte Moderna de 1922, para uma discussão inovadora a atender a demanda de nosso tempo, conscientes do percurso futuro e guiados por protagonistas criadores”, completa a curadora.

    Organizada em seis núcleos temáticos: Liberdade; Futuro; Identidade; Natureza; Estética e Poesia, a mostra apresenta pinturas, fotografias, desenhos, esculturas, instalações e novas mídias.

    Segundo Tereza de Arruda, por meio deste conjunto plural de obras, “a Brasilidade se mostra diversificada e miscigenada, regional e cosmopolita, popular e erudita, folclórica e urbana".

    Para aproximar ainda mais o público da Semana de 22, serão desenvolvidas, ao longo do período expositivo, diversas atividades gratuitas no Espaço de Convivência do Programa CCBB Educativo.

    Um webapp também será disponibilizado por QR code, com um conjunto compreensivo de conteúdos da mostra, garantindo a acessibilidade de todos, que pode ser acessado pelo link.