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  • Mostra: "Sangue de Bairro" de Affonso Uchôa e Desali - BDMG Cultural
    Mostra: "Sangue de Bairro" de Affonso Uchôa e Desali - BDMG Cultural
    Mostra: "Sangue de Bairro" de Affonso Uchôa e Desali - BDMG Cultural

    De 18 de novembro a 23 de janeiro, o BDMG Cultural realiza a exposição “Sangue de Bairro", série fotográfica dos artistas Affonso Uchôa e Desali, na Galeria de Arte BDMG Cultural e na plataforma virtual mostrasbdmgcultural.org

    As fotografias revelam o olhar dos artistas para o bairro Nacional, território periférico onde moram, na cidade de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. 

    A mostra "Sangue de Bairro" é composta por uma série de 60 fotografias, um vídeo e uma instalação sonora que trazem momentos de intimidade e retratos do cotidiano do bairro, assim como instantes de euforia, êxtase da vida diária e o convívio com a violência.

    A série fotográfica foi idealizada entre 2007 e 2008 e surgiu do desejo dos artistas de criarem um trabalho criativo pela linguagem da fotografia, interesse em comum de Affonso Uchôa e Desali.

    "O trabalho da série representa mesmo o nosso encontro, a nossa amizade, o nosso compartilhamento de experiências no bairro Nacional e, sobretudo, a atividade criativa na periferia, algo fundamental pra nossa trajetória e pro nosso trabalho", conta Affonso Uchôa.

    A exposição Sangue de Bairro é a quarta e última do Ciclo de Mostras BDMG Cultural 2021.

    Um ciclo que nasceu com a seleção pública de projetos em 2020 e se apresenta neste ano, em meio à pandemia.

    O Ciclo de Mostras já recebeu, na Galeria de Arte BDMG Cultural e em plataforma virtual, exposições de Clarice G Lacerda, da dupla Lucimélia Romão e Jessica Lemos e de Marc Davi.

    Todas as exposições estão disponíveis, virtualmente, em: bdmgcultural.mg.gov.br/mostras

  • Mostras Cine SESC - Brasil Profundo
    Mostras Cine SESC - Brasil Profundo
    Mostras Cine SESC - Brasil Profundo

    Em fevereiro, o Cine Sesc Palladium apresenta uma seleção de quatro filmes que propõem aproximações com as dinâmicas e subjetividades de personagens brasileiros. Os filmes apresentam um pequeno painel de temas estruturantes da nossa sociedade: família, desigualdade, violência, trabalho e afeto compõem as obras. Assistir aos quatro filmes em conjunto nos convida a refletir sobre quais são as marcas de um Brasil profundo.

    11, 15, 20 e 29/02 - BENZINHO às 19h30 | Classificação: 12 anos O primogênito de uma família de classe média é convidado para jogar handebol na Alemanha e lança sua mãe em uma espiral de sentimentos pois, além de ajudar a problemática irmã, lidar com as instabilidades do marido e se desdobrar para dar atenção ao seus outros filhos, ela terá de enfrentar sua partida antes de estar preparada para tal.

    02, 16, 21/02 e 01/03 - DEDO NA FERIDA às 19H30 (EXCETO DIA 16 E 01/03: 16H) | Classificação: livre Abordando o sistema financeiro e suas contradições, o documentário faz um questionamento a respeito de um dos principais discursos das autoridades financeiras: de que não podemos gastar mais do que arrecadamos. Através de diversas entrevistas, é composto um panorama de como o capital pode influenciar a política, os governos e a vida cotidiana de qualquer pessoa. 13, 18 e 27/02 - ARÁBIA às 19h30 | Classificação: 16 anos Em Ouro Preto, Minas Gerais, um jovem encontra por acaso o diário de um operário metalúrgico que sofreu um acidente e por suas memórias embarca numa jornada pelas condições de vida de trabalhadores marginalizados.

    14, 19 e 28/02 - PARAÍSO PERDIDO às 19h30 | Classificação: 14 anos Paraíso Perdido é um clube noturno gerenciado por José e movimentado por apresentações musicais de seus herdeiros. O policial Odair se aproxima da família ao ser contratado para fazer a segurança do jovem talento Ímã, neto de José e alvo frequente de homofóbicos, e aos poucos o laço entre o agente e o clã de artistas românticos vai se revelando mais e mais forte - com nós surpreendentes.

  • Mostra Sidney Poitier
    Mostra Sidney Poitier
    Mostra Sidney Poitier

    O Cine Humberto Mauro realiza, de 10 a 16 de setembro a mostra Sidney Poitier, dedicada ao ator e diretor americano, primeira pessoa negra a ser indicada e a vencer o Oscar de Melhor Ator em 1963. Na programação, estão clássicos como Acorrentados (1958), Ao Mestre Com Carinho (1967) e Adivinhe Quem Vem Para Jantar (1967), inspiração para o longa contemporâneo Corra! (2017) de Jordan Peele, que também será exibido. Esse evento tem correalização da Appa – Arte e Cultura. Em seu discurso depois de vencer o Oscar de Melhor Ator, Sidney Poitier declarou que traçou um longo caminho até aquele momento. O ator já havia sido indicado por Acorrentados (1958) e, antes dele, a única pessoa negra a levar a estatueta havia sido Hattie McDaniel, pelo papel coadjuvante em ...E O Vento Levou (1939). A atriz foi também a primeira pessoa negra a comparecer como convidada à festa do Oscar. A vitória de Poitier como melhor ator foi seguida de 39 anos de jejum: somente em 2002 Denzel Washington e Halle Berry levaram, respectivamente, o Oscar de Melhor Ator e Melhor Atriz. “Vencer um Oscar representa um lugar de destaque na indústria, e, na época, Poitier foi uma inspiração em todo o mundo”, conta Vítor Miranda, curador da mostra juntamente de Bruno Hilário, gerente do Cine.