Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Crédito: Mateus Lustosa
    Crédito: Mateus Lustosa
    "MOSTRA SIRICOTÉ - 15 ANOS DO GRUPO SERELEPE" com o Grupo Serelepe

     

    Espetáculo MOSTRA SIRICOTÉ - 15 ANOS DO GRUPO SERELEPE

    com o Grupo Serelepe

    Galpão 1

    Classificação indicativa: LIVRE

    Serelepiando há uma década e meia, o grupo apresenta parte do repertório do novo trabalho em processo de criação, o Siricoté, e revisita canções e brincadeiras dos espetáculos LocotocoBrinquedorias.

    O Serelepe é um grupo cênico musical, formado por Reginaldo Santos, Gabriel Murilo e Eugênio Tadeu, que se dedica à produção artística para crianças desde 2010, depois de criar e trabalhar por cinco anos no programa de rádio "Serelepe, uma pitada de música infantil". Integra o Movimento Música e Infância, o Movimento Brasileiro da Canção Infantil e o Movimento da Canção Infantil Latino-americana e Caribenha e já se apresentou em diversos países da América Latina.

  • Mostras "O Escambau", de Olister Barbosa, e"Mineiro de Ferro", de Demogolet
    Mostras "O Escambau", de Olister Barbosa, e"Mineiro de Ferro", de Demogolet
    Mostras "O Escambau", de Olister Barbosa, e"Mineiro de Ferro", de Demogolet

    As mostras "O Escambau", de Olister Barbosa, e"Mineiro de Ferro", de Demogolet, ficam em exposição na Galeria de Arte da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) desta segunda-feira (26/8/19) até o dia 13 de setembro. Interessados podem visitar a exibição de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas. O artista plástico Olister Barbosa traz uma série de obras que representam símbolos e signos da vida urbana incorporados por elementos estéticos indígenas, fazendo referência à prática do escambo, comum no Brasil colonial. As pinturas do artista retratam, sobretudo, a ancestralidade indígena reimaginada como algo da moda cotidiana, e busca trazer uma reflexão sobre consumismo e alienação. Essa troca representa uma crítica às estéticas fashions dominantes que não são de origem brasileira. O trabalho de Olister possui influência direta da Pop Art, dos quadrinhos e da linguagem publicitária.

  • Mostra “Sônia Viegas – Reflexões filosóficas sobre o cinema” - CineClássico Quarentena
    Mostra “Sônia Viegas – Reflexões filosóficas sobre o cinema” - CineClássico Quarentena
    Mostra “Sônia Viegas: Reflexões filosóficas sobre o cinema” - CineClássico Quarentena

    O CineCentro de fevereiro traz uma mostra especial em homenagem a Sônia Viegas, filósofa e professora da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG, que faleceu em 1989, aos 45 anos, vítima de câncer. Em sua curta trajetória produziu importantes e densas obras filosóficas e também se dedicou a escrever sobre cinema, artes plásticas e literatura. Os escritos foram reunidos no livro póstumo “Sônia Viegas. Escritos: Filosofia e Arte”, de onde foram retirados alguns ensaios para compor essa mostra. Sônia apresenta uma série de questões e perspectivas com abordagem sensível e significativa, envolvendo as relações entre cinema e filosofia.

    A programação do CineClássico Quarentena vem, através da mostra “Sônia Viegas – Reflexões filosóficas sobre o cinema”, compartilhar a produção da autora em tempos em que predominam o esquecimento. A leitura dos ensaios e escolha das películas analisadas pela filósofa permitem compreender sua visão sobre como o fazer cinematográfico possibilita pensar a experiência humana como uma forma de expressão do pensamento.

    Sônia Viegas, considerada “uma pensadora da cultura”, transcendeu os limites da Universidade e levou a filosofia para outros espaços da cidade de Belo Horizonte. Na década de 80 teve participação intensa no projeto “Cinema Comentado”, promovido pelo Savassi Cine Clube, assim como em eventos realizados na Sala Humberto Mauro.

    Para essa mostra foram selecionados os ensaios sobre os filmes Gritos e sussurros (I. Bergman), São Bernardo (L.Hirszman), O selvagem da motocicleta (F.F. Coppola), A festa de Babette (F.F. Coppola) e O sacrifício (A. Tarkovski). Uma série de reflexões sobre valores comuns a existência humana, tais como a dor, a morte, o amor, a identidade, o sacrifício e o esvaziamento de sentido da vida cotidiana são apresentadas nas análises da autora.

    A mostra começa e termina com vídeos que apresentam depoimentos sobre a vida e obra da filósofa. Os ensaios publicados no livro serão disponibilizados na íntegra, bem como os filmes, que podem ser acessados nos links fornecidos abaixo. Os textos foram cedidos por Ângela Viegas Andrade e Mônica Viegas Andrade, filhas de Sônia Viegas.