Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Crédito - Noturno nos Museus
    Crédito - Noturno nos Museus
    Acervo FCS – Mulheres

    A Fundação Clóvis Salgado dá continuidade à série de exibições de seu acervo de Artes Visuais com a exposição Acervo FCS – Mulheres, na PQNA Galeria Pedro Moraleida, com curadoria da Gerência de Artes Visuais da FCS, a mostra reunirá a produção das artistas mulheres em sua coleção com ênfase nas novas doações de artistas como Chris Tigra e Dalila Coelho vencedoras das últimas edições do Prêmio Décio Noviello, importante ação de fomento da Instituição. A mostra contará com um trabalho exclusivo da artista mineira Carolina Botura para o espaço expositivo.

     

     

  • Acervo on-line MUSEHUM apresenta coleção de fotos históricas de BH
    Acervo on-line MUSEHUM apresenta coleção de fotos históricas de BH
    Acervo on-line MUSEHUM apresenta coleção de fotos históricas de BH

    Fotografias históricas do desenvolvimento urbano de Belo Horizonte estão entre os destaques do Acervo Online MUSEHUM – Museu das Comunicações e Humanidades, que o Instituto Oi Futuro lança hoje, 29 de junho. A plataforma digital expõe mais de 3.800 itens inéditos de sua coleção, entre fotografias históricas, objetos e documentos.

    A plataforma foi criada para ampliar o acesso ao acervo, preservar a memória, abrir novas formas de interação com o público, para além do espaço físico, e provocar novas experiências, com trilhas digitais de visitação.

    A maioria das peças apresentadas no museu digital será vista pela primeira vez pelo público.

    Com o acervo virtual, o público de todo o país poderá acessar de qualquer lugar, a qualquer hora, no site do Oi Futuro.

  • Foto de capa de divulgação para a exposição "Acervo Palácio das Artes: Como Se A Casa Fosse"
    Foto de capa de divulgação para a exposição "Acervo Palácio das Artes: Como Se A Casa Fosse"
    Acervo Palácio das Artes: Como Se A Casa Fosse

    Inspirado no livro de poemas/correspondências entre Ana Martins Marques e Eduardo Jorge, Como se fosse a casa: uma correspondência, a exposição apresentada é um convite para uma visita, um café às cinco da tarde de uma terça-feira qualquer.

    Nesse recorte do acervo artístico do Palácio das Artes, que celebra os seus 55 anos, vê-se um diálogo entre a casa e sua capacidade poética: quantos metros cúbicos de sonhos são necessários para edificá-la? Quantos incômodos cabem nela? Os cupins sabem guardar segredos? Casa é palco do drama, da comédia, da vida humana, das intimidades que estabelecemos com os espaços que habitamos.

    Há, ainda, aquilo que resta de uma casa, podendo criar raízes e tornar-se fortaleza, ou dissipar-se ao primeiro vento. Uma construção que demora anos e se dissipa súbita e inevitavelmente, e ainda assim não é porque ela pode cair, que deixaremos de erguê-la.

    O Palácio das Artes é, assim, uma casa para a cultura de Minas Gerais: um espaço que cuida, ensina, abriga e possibilita experiências e intimidades próprias de um lar. Tornar pública e circular uma coleção é, também, um convite para que outros possam abrigar-se, onde gatos roçam as pernas no caminho até a cozinha; onde a sala de estar é encontro de afetos; onde o quintal é a cidade.