Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Com argolas douradas no pescoço, cabelos com dread e alargador dourado na orelha, Afroito usa cavanhaque, óculos espelhados e tem o colo tatuado. Ele está enrolado em um tecido estampado em azul e alaranjado.
    Com argolas douradas no pescoço, cabelos com dread e alargador dourado na orelha, Afroito usa cavanhaque, óculos espelhados e tem o colo tatuado. Ele está enrolado em um tecido estampado em azul e alaranjado.
    AFROITO

    DIVINA MARAVILHOSA 

    Com argolas douradas no pescoço, cabelos com dread e alargador dourado na orelha, Afroito usa cavanhaque, óculos espelhados e tem o colo tatuado. Ele está enrolado em um tecido estampado em azul e alaranjado.

    CRÉDITO: AUTORRETRATO

    O festival “Divina Maravilhosa” tem uma marca: sempre traz os novos nomes da cena LGBTQIAP+ da música brasileira para os palcos da capital mineira. São nomes que já estão prestes a alcançar projeção nacional, como é o caso de Afroito. Esta edição do festival faz parte da programação da Virada Cultural de Belo Horizonte e a presença de Afroito é marcada pelo coco, um dos ritmos mais genuínos e identificadores da cultura popular de Pernambuco.

    #ParaTodosVerem

    Com argolas douradas no pescoço, cabelos com dread e alargador dourado na orelha, Afroito usa cavanhaque, óculos espelhados e tem o colo tatuado. Ele está enrolado em um tecido estampado em azul e alaranjado.

     

  • A imagem mostra as três jovens do grupo “Afrolíricas” em um ambiente escuro. As três estão diante da câmera, de camisetas pretas. Duas delas estão posicionadas mais atrás e uma delas, de estatura um pouco mais baixa, está no meio. As três são negras. A jovem da esquerda tem um cabelo afro mais comprido e olha séria para a câmera. A moça do meio tem os cabelos tingidos de loiro, usa uma boina preta de lado, óculos de aros pretos, piercings no nariz e sobrancelha, argola e dois colares curtos no pescoço. A jo
    A imagem mostra as três jovens do grupo “Afrolíricas” em um ambiente escuro. As três estão diante da câmera, de camisetas pretas. Duas delas estão posicionadas mais atrás e uma delas, de estatura um pouco mais baixa, está no meio. As três são negras. A jovem da esquerda tem um cabelo afro mais comprido e olha séria para a câmera. A moça do meio tem os cabelos tingidos de loiro, usa uma boina preta de lado, óculos de aros pretos, piercings no nariz e sobrancelha, argola e dois colares curtos no pescoço. A jo
    AFROLÍRICAS

    VISIONÁRIAS DE QUEBRADA

    A imagem mostra as três jovens do grupo “Afrolíricas” em um ambiente escuro. As três estão diante da câmera, de camisetas pretas. Duas delas estão posicionadas mais atrás e uma delas, de estatura um pouco mais baixa, está no meio. As três são negras. A jovem da esquerda tem um cabelo afro mais comprido e olha séria para a câmera. A moça do meio tem os cabelos tingidos de loiro, usa uma boina preta de lado, óculos de aros pretos, piercings no nariz e sobrancelha, argola e dois colares curtos no pescoço. A jovem ao lado direito usa tranças no cabelo, enroladas em quatro pequenos coques. Ela esboça um sorriso, usa uma argola grande nas orelhas e um colar com o mapa da África no pescoço.

    CRÉDITO: PABLO BERNARDO

    O trio “Afrolíricas” é formado por três jovens negras que carregam a filosofia de ser “ponte de africanidades”. As poetas Anarvore, Eliza Castro e Iza Reys são artistas independentes, residentes em Belo Horizonte (MG). A performance literária “Visionárias de Quebrada” visa à partilha de experiências, unindo corpo e voz como potência, transpassando uma essência carregada de ancestralidade. As três são as idealizadoras do “Afrosarau” e “Afroslam” e, atualmente, realizam o “AfroCast: de Frente com o Verso”.

    #PraTodosVerem

    A imagem mostra as três jovens do grupo “Afrolíricas” em um ambiente escuro. As três estão diante da câmera, de camisetas pretas. Duas delas estão posicionadas mais atrás e uma delas, de estatura um pouco mais baixa, está no meio. As três são negras. A jovem da esquerda tem um cabelo afro mais comprido e olha séria para a câmera. A moça do meio tem os cabelos tingidos de loiro, usa uma boina preta de lado, óculos de aros pretos, piercings no nariz e sobrancelha, argola e dois colares curtos no pescoço. A jovem ao lado direito usa tranças no cabelo, enroladas em quatro pequenos coques. Ela esboça um sorriso, usa uma argola grande nas orelhas e um colar com o mapa da África no pescoço.

     

  • Foto:Levy Costa
    Foto:Levy Costa
    AFROMETÁFORAS: CARNE,SANGUE, ANCESTRALIDADE | TEATRO MARÍLIA

    Sinopse: 

    Afrometáforas: Carne, Sangue, Ancestralidade, Investiga o trânsito dos símbolos negros na espiralidade do tempo, diferentes camadas de existência dão forma ao movimento. A obra parte da ideia de que a memória não está distante, mas presente, inscrita na carne e acionada pelo movimento. Contamos nossa história dançando.

    Os gestos que emergem carregam histórias de quem foram e de quem seguem sendo nossos povos, revelando modos de viver, resistir e produzir sentido no mundo. Ao dançar, organizamos essas imagens, fazendo com que elas retornem transformadas, atualizando saberes que não se encerram no passado.

    A cena se constrói nesse fluxo, onde o tempo não é linear, mas espiralado. A dança se torna espaço de passagem, sustentando presenças, atravessamentos e continuidades que insistem em permanecer.
     

    Produção: Hugo Martins Silva

    • Data: 12 de Maio de 2026 às 19h          
    • Gênero: Dança                                                                      
    • Duração:  50 minutos                                                
    • Classificação etária: Livre | Menores de 12 anos devem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

    INGRESSOS 

    Horário de funcionamento: 2h antes dos eventos | O Teatro não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais.                        

    Av. Professor Alfredo Balena, 586 - Santa Efigênia - Belo Horizonte/MG