Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Alberto Mussa e Sérgio Abranches - Literatura e História #SempreUmPapoEmCasa
    Alberto Mussa e Sérgio Abranches - Literatura e História #SempreUmPapoEmCasa
    Alberto Mussa e Sérgio Abranches no #Sempre um papo em casa

    O escritor e cientista político, Sérgio Abranches e o escritor Alberto Mussa são os convidados de Afonso Borges para falaram sobre o tema “”Literatura e História”. Essa será mais uma edição virtual do “Sempre um Papo” com transmissão ao vivo no Youtube, Instagram e Facebook do Projeto e o encontro vai acontecer no dia 13 de agosto, quinta-feira, às 18h.

    SempreUmPapoEmCasa, esta sequência de atividades é patrocinada pela Cemig, com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

    Alberto Mussa nasceu no Rio de Janeiro, em 1961. Contista e romancista, dedica-se atualmente à elaboração do “Compêndio Mítico do Rio de Janeiro”, série de cinco romances policiais, um para cada século da história carioca. Recriou a mitologia dos antigos tupinambás; traduziu a poesia árabe pré-islâmica; e escreveu, com Luiz Antônio Simas, uma história do samba de enredo. Além de figurar em listas de “melhores do ano” de veículos como Veja, O Globo e Folha, ganhou os prêmios Casa de Las Américas, Academia Brasileira de Letras, Oceanos, Machado de Assis (FBN) e APCA. Estudada na Europa, nos Estados Unidos e no Mundo Árabe, sua obra está publicada em dezessete países e quinze idiomas.

    SÉRGIO ABRANCHES nasceu em Curvelo (MG), em 1949. É sociólogo, cientista político e escritor. É autor, entre outros, de Copenhague: Antes e depois, O pelo negro do medo, Que mistério tem Clarice?, A era do imprevisto: A grande transição do século XXI e Presidencialismo de Coalizão – Raízes e evolução do modelo político brasileiro.

  • Alberto Villas e Miguel Paiva no #Sempre Um Papo Em Casa
    Alberto Villas e Miguel Paiva no #Sempre Um Papo Em Casa
    Alberto Villas e Miguel Paiva no #Sempre Um Papo Em Casa

    O escritor e jornalista Alberto Villas e o cartunista, artista gráfico e escritor Miguel Paiva são os convidados de Afonso Borges para falaram sobre o tema “Jornalismo e Humor”. Essa será mais uma edição virtual do “Sempre um Papo” com transmissão ao vivo no Youtube, Instagram e Facebook do Projeto e o encontro vai acontecer no 18 de agosto, terça-feira, às 18h.

    SempreUmPapoEmCasa, esta sequência de atividades é patrocinada pela Cemig, com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

    Alberto Vilas, jornalista e escritor, é mineiro de Belo Horizonte. Formou-se no Institut Français de Presse e desde 1980 já passou pelos principais jornais e redes de televisão do pais. Foi o criador do Caderno 2 do jornal O Estado de S.Paulo e durante dez anos editor-chefe do Fantástico da Rede Globo em São Paulo. É autor de seis livros publicados pela Editora Globo, um pela Editora Conceito e dois e-books publicado pela e-galáxia.

    Miguel Paiva nasceu em 1950, no Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira nos anos 60 e, no final da década, publicava no Pasquim, no Correio da Manhã e na revista O Cruzeiro. Morou na Itália por 6 anos, onde colaborou com muitas revistas de quadrinhos da Europa, como Linus, Corriere dei Piccoli e Pardon. De volta ao Brasil, criou a série Happy Days para a IstoÉ, e os personagens Radical Chic, Ed Mort (com Luís Fernando Veríssimo), Gatão da Meia Idade e Chiquinha, publicados no Jornal do Brasil e O Globo, dentre outros. Trabalhou com Ziraldo, escreveu musicais com Zé Rodrix e conviveu com muita gente – de Umberto Eco a Paulo Leminski, de Paulo Freire a Carlos Lacerda, dos Mutantes a Bobby Short. É cartunista, artista gráfico e escritor. Lançou recentemente o livro “Memória do Traço” (Chiado Books), que tem texto e edição de Vitor Paiva e retrata a época e a trajetória do artista. Atualmente, desenha, pinta e trabalha como roteirista de cinema e TV.

  • Imagem de divulgação do evento
    Imagem de divulgação do evento
    Alceu Valença – 80 Girassóis

    O espetáculo celebra a trajetória de um dos pilares da música popular brasileira em uma turnê comemorativa que reverencia suas oito décadas de existência. A apresentação revisita o percurso artístico do músico, abrangendo desde as produções iniciadas na década de 1970 até as composições contemporâneas. O palco do BeFly Hall recebe o artista para uma jornada sonora que reúne obras emblemáticas do cancioneiro nacional, incluindo peças como Anunciação e Tropicana, além de composições que exaltam a vibração do frevo e a atmosfera carnavalesca.

    Acompanhado por uma formação instrumental completa e sob a coordenação musical de Tovinho, o intérprete reafirma sua conexão com as origens nordestinas e sua potência lírica. O show é estruturado para destacar a capacidade da obra de Alceu Valença em sensibilizar diferentes faixas etárias, unindo gerações em torno de um repertório que mescla tradição e inovação. A montagem funciona como um tributo vivo à história de um ícone cultural, evidenciando o vigor de sua performance e a relevância de seu legado para a identidade musical do país.