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  • Peça "Vestido de Noiva" | CCBB BH
    Peça "Vestido de Noiva" | CCBB BH
    Peça "Vestido de Noiva" - CCBB BH

    Entre 26 de maio e 26 de junho, o CCBB BH recebe “Vestido de Noiva”, uma peça teatral de Nelson Rodrigues encenada pelo Grupo Oficcina Multimédia.

    Utilizando material cênico, teatro e vídeo, o Grupo mescla realidade, memória e alucinação para contar a triste história de Alaíde. Após ser atropelada por um carro em alta velocidade, ela é hospitalizada em estado de choque.

    Na mesa de cirurgia, oscilando entre a vida e a morte, a mente de Alaíde busca reconstruir sua própria história e, aos poucos, seus sonhos inconscientes e desejos mais inconfessáveis vêm à tona.

    Quem vai ajudá-la nessa reconstrução é a enigmática Madame Clessi e, juntando as peças desse quebra-cabeça, as duas descobrem que houve um crime, cuja investigação será um dos motivos centrais da trama.

  •  Peça virtual "Revoluções Tropicalistas: uma experimentação cênica"
    Peça virtual "Revoluções Tropicalistas: uma experimentação cênica"
    Peça virtual "Revoluções Tropicalistas: uma experimentação cênica"

    Este ano mudou a história do mundo. De uma hora para outra nos vimos obrigados a rever nossa vida e todos os setores da cultura tiveram que se adaptar a uma nova realidade. E, com certeza, um dos meios que mais foram afetados foi o teatro.

    Mas como arte é resiliência e inquietação, um grupo teatral situado em Colônia (Alemanha) percebeu que essa também poderia ser a hora de se expressar, e sentindo que a discussão sobre criar em tempos de pandemia é muito forte e necessária, criaram a peça virtual Revoluções Tropicalistas: uma experimentação cênica.

    A concepção do espetáculo nasceu em formato digital, e sem encontros presenciais, desde o início, já que a Alemanha enfrentava lockdown e quarentenas estendidas. Mesmo assim, o grupo, que partilha o interesse pela língua portuguesa e pela cultura lusófona, resolveu em junho de 2020 contar essa história no meio da pandemia.

    Mas como manter a teatralidade inerente ao texto estando a um palmo de uma câmera?

    Começaram longos ensaios diários, estudos de texto, pesquisa de linguagem, e junto com tudo isso o medo da capacidade de se adequar a tantas mudanças.

    Mas o medo deu vazão à vontade de criar. Foram três meses de preparação, onde todos os participantes se debruçaram em pesquisa, levantando todo o tipo de material sobre a Tropicália: de livros a documentários, passando por músicas e filmes da época, além de entrevistas e conversas informais com pessoas que viveram o movimento.

    Revoluções tropicalistas: uma experimentação cênica é encenada por onze atores, de diferentes origens e nacionalidades.

    Aproveitando-se da vantagem do encontro virtual, enquanto a maioria dos participantes reside em Colônia, na Alemanha, o experimento também conta com atores do Brasil e França. A peça é toda falada em português com legendas em alemão para que o público local também possa entender.

    A apresentação é transmitida gratuitamente e de forma exclusiva pela plataforma Zoom, às 20h na Alemanha e 15h no Brasil.

    Após todas as apresentações, os atores e o diretor continuam na plataforma para conversar com o público sobre este caminho que estão seguindo e responder dúvidas dos espectadores.

    A montagem é gratuita, mas é necessário que se faça uma inscrição prévia pelo site oficial.

    As apresentações acontecerão nos dias 9, 16, 23 e 30 de janeiro, sempre às 15h.

  • Peça: “Vozes da Rua”
    Peça: “Vozes da Rua”
    Peça: “Vozes da Rua”

    O Complexo Cultural Funarte MG recebe entre os dias 14 e 24 de maio, de quarta a sábado às 20h30, o espetáculo “Vozes da Rua”, projeto contemplado pelo Programa Funarte Aberta. A entrada custa R$30,00 (inteira), R$15,00 (meia) e os ingressos podem ser adquiridos aqui. Vozes da rua é uma peça escrita pelo diretor Hailton Karran, inspirada no livro de contos “Vozes de rua” da escritora Ludovina Pires, sua amiga e conterrânea da cidade de Ponte Nova - MG. 

    O espetáculo coloca em pauta o abandono, as escolhas individuais e suas consequências, e busca trazer ao público de forma realista uma breve representação da vida e o drama de duas pessoas em situação de rua, com o objetivo principal de mostrar às pessoas que todo mundo possui histórias, motivações, desejos e dores. No espetáculo, Dadá e Catraca são duas pessoas em situação de rua com histórias distintas que têm o abandono como pano de fundo. Neste dia suas memórias se alinham para admitir e entender a realidade: a culpa e a espera doem de maneiras diferentes. Em geral, o elenco sugere ao público um bate papo breve e de forma voluntária imediatamente após as apresentações para tratar um pouco mais dos temas abordados, esclarecer dúvidas, curiosidades, etc. 

    O compartilhamento de ideias e pontos de vista por meio desses diálogos contribuem em diversos âmbitos para o desenvolvimento social, ético e cultural de todos os envolvidos, além de fomentar o desejo de mudanças, gerar empatia entre as pessoas e a quebra de paradigmas e de preconceitos.