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  • Peça ritual de teatro: "Seu Zé"
    Peça ritual de teatro: "Seu Zé"
    Peça ritual de teatro: "Seu Zé"

     O Complexo Cultural Funarte MG recebe o espetáculo "Seu Zé" que desembarca na capital mineira, e promete encantar e emocionar o público nos dias 22 e 23 de novembro, às 20h e 24 de novembro, às 19h. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Unitiket, com preços de R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia entrada). Mais informações nas redes sociais : @espetaculoseuze.

     

         "Seu Zé" é uma peça teatral que aborda a vida, as relações humanas e a espiritualidade de forma única e envolvente. Convidando o público a entrar descalço e sentir a conexão com o chão, a peça se apresenta em formato de arena completa, proporcionando uma experiência ritualística. 

         Através da arte, diversas histórias emergem, conectando os espectadores ao rico universo das religiões de matriz africana. A intenção é desfazer preconceitos, valorizar a cultura e elevar as almas presentes. Com certeza, quem assiste aprende com Zé Pilintra o segredo de ser feliz, mesmo quando a vida não é perfeita.

     

         Idealizado pela produtora cultural Axé Deles, criada por Gabriel Bittencourt e Joathan Pires, o projeto busca unir arte e religião, pilares essenciais para o progresso social. A peça é inspirada em Zé Pilintra, uma importante entidade dos cultos afro-brasileiros, especialmente entre os umbandistas, que surgiu no Catimbó, uma crença nordestina. Com apoio da Prefeitura de Juiz de Fora, o projeto foi viabilizado pelo edital Da/Na Quebrada da Funalfa em 2022. A estreia em 2023 incluiu três apresentações gratuitas no Terreiro de Umbanda Cabana Oxossi das Matas, proporcionando acesso à arte de forma democrática e incluindo oficinas de dança afro-brasileira e formação teatral.

         Após sua estreia, o espetáculo ganhou a estrada. Em março de 2024, "Seu Zé" iniciou sua circulação independente, passando por várias cidades como Lima Duarte, Barbacena e Tiradentes. A peça foi bem recebida, com sessões esgotadas em diversos locais, incluindo o Teatro Ruth de Souza no Rio de Janeiro.

     

         Em abril, o espetáculo participou do 12°Fetuba, Festival de Teatro de Ubá, onde conquistou prêmios como Melhor Espetáculo e Melhor Ator, além de outros reconhecimentos. Em julho, foi premiado como Melhor Espetáculo Alternativo no 4° Festival Nacional de Teatro de Passos, e em agosto teve apresentações esgotadas na Campanha de Popularização do Teatro e da Dança de Juiz de Fora.

          Este projeto foi contemplado no Edital Funarte Aberta MG. 

  • Peça: “Senhora dos chapéus” - MTC Cultura
    Peça: “Senhora dos chapéus” - MTC Cultura
    Peça: “Senhora dos chapéus” - MTC Cultura

    Livremente inspirado no livro “Ciranda das mulheres sábias”, da psicanalista e poeta Clarissa Pinkola Estés, a peça “Senhora dos chapéus”, do dramaturgo Orlando Orube, será apresentada no Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas, no dia 10/7, domingo, às 19h.

    A atriz Renata Duarte Dutra interpreta em linguagem terna o arquétipo misterioso e irresistível da mulher sábia.

    Os ingressos  podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro ou no site eventim.

    A classificação é 14 anos. É obrigatório o uso de máscara em locais fechados.

    A publicação que inspirou a peça faz uma reverência à maturidade feminina.

    O texto homenageia as mulheres que souberam e sabem acumular sabedoria ao longo de suas vidas e passá-las adiante.

    Sozinha no palco, a atriz Renata Duarte Dutra transmite a beleza de ser uma mulher madura, sábia e cheia de conhecimentos de maneira delicada e direta.

    O espetáculo “Senhora dos Chapéus”, toma para si a ideia do empoderamento feminino e convida o público a viver plenamente: “ser jovem enquanto velha, velha enquanto jovem”. “Todos temos uma avó ou pelo menos uma representação de uma mulher, que nos inspira sabedoria, serenidade, confiança, cuidado, mas ao mesmo tempo coragem, ousadia, obstinação e intimidação.

    Essa imagem da grande mulher ou grande mãe, habita no nosso imaginário, mas além disso: habita em todas as mulheres enquanto possibilidade de ser”, comenta Orube, escritor da peça.

    O espetáculo, que foi concebido no momento mais fechado da pandemia, conta com figurinos de Ricca Costumes e preparação corporal e coreografias de Fábio Dornas. “O processo de montagem, que aconteceu durante a pandemia, foi extremamente difícil e ao mesmo tempo prazeroso, revigorante, cheio de significados.

    Sou muito grata à toda minha equipe por confiar neste grande desafio e ao meu diretor Orube, por me conduzir e dignamente poder representar tantas mulheres e histórias.

    Estamos rompendo barreiras, impensáveis!” diz a atriz Renata Duarte Dutra.

  • Peça: Senta que o leão é manso - CCBB BH
    Peça: Senta que o leão é manso - CCBB BH
    Peça: Senta que o leão é manso - CCBB BH

    O que nos tornamos após um trauma?

    Esta é uma das perguntas da peça Senta que o leão é manso, que estreia no dia 28 de outubro e segue temporada até 21 de novembro, de sexta a segunda, no Teatro II do CCBB BH.

    Senta que o Leão é Manso é um espetáculo autobiográfico, concebido a partir de memórias, frustrações e traumas da atriz Kelly Crifer e do dançarino Getúlio Ramalho.

    Para compor a montagem, foram utilizados áudios, imagens e cartas plenas de afetos.

    O contexto leva ao ano de 2001, quando se apresentavam na montagem homônima dirigida por Eid Ribeiro para o programa “Circo de Todo Mundo”, voltado para jovens em vulnerabilidade sociocultural.

    Na ocasião, enquanto faziam um número de acrobacias e equilibrismo intitulado Nas Garras da Mulher Aranha, Kelly sofreu uma estafa e desmaiou.

    A atriz mantinha somente um dos pés sob a cabeça do seu portô, Getúlio Ramalho, que se equilibrava no rola-rola.

    Com a queda, sofreu traumatismo craniano, ficando em coma por três dias, além de ter as clavículas fraturadas.

    Em lenta recuperação, seguiu com a carreira de atriz, abandonando o circo.

    Getúlio, por sua vez, enveredou pelas aulas de dança de salão e pelos estudos de dança contemporânea.

    A atriz e o dançarino trabalham com a presença da câmera desde o início do espetáculo e, enquanto o presente é posto em cena, o passado e uma rede de memórias são exibidos numa tela que pode ser lida como uma terceira personagem.

    A tela se faz presente na cena como uma extensão dos corpos.

    Além da função de exibir a parte documental da obra, essa tela conecta Kelly e Getúlio ao público, quando antes e durante o espetáculo, a plateia é filmada e transmitida na tela, passando a integrar, de forma ativa, a cena. Sinopse: Um duo sobre a trajetória de dois jovens no circo.

    Um grave acidente, ruptura e tentativa de superação. Traumas e tramas.

    O espetáculo parte da experiência vivida pela atriz Kelly Crifer e pelo dançarino Getúlio Ramalho com um número de acrobacia e equilíbrio no rola-rola, no início do milênio. Treinam, viajam, se apresentam. Sucesso. Fim?