Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Peça: "O Sucumbido" - Memorial Vale
    Peça: "O Sucumbido" - Memorial Vale
    Peça: "O Sucumbido" - Memorial Vale

    Dia 6 de outubro, quarta-feira, às 19h30, o ator Gustavo Sousa apresenta a peça “O Sucumbido”, no YouTube do Memorial Vale. Livremente inspirada em “Carta de um Defunto Rico” de Lima Barreto, a cena apresenta, entre o cômico e o satírico, o desabafo de um homem de classe média, que mesmo morto queixa-se de suas frustrações pós-vida - suas perdas materiais, as dívidas em seu nome e o velório nada agradável ao seu gosto. O evento foi selecionado pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021 e integra o projeto “Contemporâneo” do Memorial Vale.

    O trabalho faz uma crítica ao sistema capitalista voraz, que, como os vermes, devoram o sujeito até a alma. Entre o cômico e o satírico, o ator apresenta o entorno do cemitério do Bonfim em Belo Horizonte, descrevendo sua “vida de morto”. A cena se apresenta como um monólogo, através de uma pluralidade artística entre literatura, cinema, música e teatro, ampliando, assim, as convenções das artes cênicas vistas em plataformas de vídeo, possibilitando novas formas de interação com o público.

  • Peça: "O Vendedor de Sonhos" - Minascentro
    Peça: "O Vendedor de Sonhos" - Minascentro
    Peça: "O Vendedor de Sonhos" - Minascentro

    O Minascentro recebe no Grande Teatro a peça "O Vendedor de Sonhos".

    Adaptação teatral do best-seller de Augusto Cury.

    Sucesso de público, a peça já foi vista por mais de 200 mil pessoas em mais de 250 apresentações. 

    Dia: 30 de julho às 21h 

    Local: Grande Teatro do Minascentro

    Adquira seu ingresso no link.

    Produção: APPLAUS

  • Perdoa-me por morrer: um concerto minimalista para as vidas que sobraram
    Perdoa-me por morrer: um concerto minimalista para as vidas que sobraram
    Peça: Perdoa-me por morrer

    O grupo Contraponto cumpre temporada do dia 23 a 25 de agosto na Funarte MG, com a peça Perdoa-me por morrer: um concerto minimalista para as vidas que sobraram. Segundo o diretor Luiz Carlos Garrocho, que também assina o roteiro, a peça trata daqueles e daquelas que estão submetidos aos processos de desterritorialização, numa existência liminar e sujeita aos riscos. Hoje, segundo o diretor, “milhões de pessoas são obrigados, seja devido às guerras ou à extenuação dos recursos elementares do viver, a abandonar suas terras e moradas: refugiados, atravessadores, jovens rebelados que se lançam contra as patrulhas fronteiriças e suas milícias”.