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  • Peça: “LEOPOLDINA, INDEPENDÊNCIA E MORTE”
    Peça: “LEOPOLDINA, INDEPENDÊNCIA E MORTE”
    Peça: “LEOPOLDINA, INDEPENDÊNCIA E MORTE”

    Após temporada de sucesso no CCBB de São Paulo em 2018, chega à capital mineira o espetáculo “Leopoldina, Independência e Morte”, montagem que destaca o papel decisivo da imperatriz Leopoldina no processo de independência do Brasil. Esposa, mãe e também estadista: estes foram os papéis vividos por Leopoldina, casada com Dom Pedro I, numa época em que o lugar da mulher era restrito a funções privadas. Mas sua importância decisiva no processo de independência do país é desconhecida pela maioria dos brasileiros. Com texto e direção de Marcos Damigo, a peça recria três momentos da vida da arquiduquesa austríaca que virou imperatriz do Brasil no século XIX, entre 1817 e 1826: recém-chegada da Áustria, ela relata a uma interlocutora estrangeira suas primeiras impressões sobre o Brasil; Leopoldina, agora imperatriz, e José Bonifácio, seu principal aliado, analisam o complexo processo de independência após um acerto de contas; e, por fim, o delírio que consumiu seus últimos dias.

  • Peça literária "NA SALA COM CLARICE"
    Peça literária "NA SALA COM CLARICE"
    Peça literária "NA SALA COM CLARICE" - Centenário de Clarice Lispector no CCBB

    O projeto patrocinado pelo Banco do Brasil segue os moldes de um acontecimento gastronômico, oferecendo ao público um "cardápio literário" com entrada, prato principal e sobremesa, representados pelos contos e crônicas da autora. Serão oferecidas 15 opções para cinco serem escolhidas e apresentadas na sequência.

    A peça tem duração de 60 a 90 minutos, variando em função das escolhas do dia.

    A cada rodada da apresentação, alternam os elementos oferecidos ao público para estimular sua escolha: leitura de pequenos trechos; apresentação das sinopses; exposição de objetos relacionados aos textos, sem que o público conheça sequer seus títulos.

    O critério de seleção das obras seguiu uma linha afetiva “Escolhi primeiramente textos que me atravessam, que me intrigam, alguns que me divertem, muitos que me emocionam, outros que me questionam, uns que me colocam diante do espelho ou à beira do mistério indizível. Depois tive que abrir mão de muitos contos, porque queria quase tudo. Meu critério era muito amplo, quase uma falta de critério.

    Então cortei da lista, primeiro, os contos mais extensos que, sozinhos, já dariam uma peça. Mas fui me dando conta de que a seleção estava diversa, uma espécie de panorama de muitas das facetas de Clarice e achei bom que assim fosse. Primeiro porque a obra dela é mesmo multifacetada e sempre me chegou de formas igualmente diversas. E porque todos nós somos mesmo muito vastos, cheios de nuances e contradições.

    E especialmente Clarice nunca se furtou de procurar conhecê-las, de mostrá-las, de mergulhar nelas.”, conta Odilon. Esse caráter interativo possibilita que o público se posicione subjetivamente diante do leque de opções que lhe é oferecido, contribuindo para que haja um entrelace dos imaginários comuns dos espectadores reunidos naquela sessão.

    Um formato que visa aproximar ainda mais o público do acontecimento cênico-literário, implicando-lhes em sua construção e considerando cada dia como um percurso único.

    A proposta deste projeto é apresentar alguns de seus textos na íntegra, oralizando a palavra escrita com vistas a potencializar o encontro desta com o público. Um trabalho que pretende ser acessível e convidativo, mas sem simplificações.

    O espectador será munido de ferramentas para acessar outras camadas da obra de Clarice, praticamente sem cortes no seu original.

    A aplicação do método das Ações Vocais (de Constantin Stanislavski), que Odilon Esteves vem estudando desde 2002, aproxima o espectador do texto e das imagens propostas pela autora.

    O minimalismo da encenação visa concentrar-se no essencial, descartando tudo o que seja supérfluo no cenário e figurino, ou redundante e ilustrativo no movimento e na ação física, para dar espaço à imaginação do espectador e jogar com ela.

    A escuta como lugar de potência.

  • Peça: "Maio, antes que você me esqueça" - Cine Theatro Brasil
    Peça: "Maio, antes que você me esqueça" - Cine Theatro Brasil
    Peça: "Maio, antes que você me esqueça" - Cine Theatro Brasil

    Em outubro, os atores Ilvio Amaral e Mauricio Cangucu retornam ao centro cultural Cine Theatro Brasil Vallourec para mais um espetáculo de sucesso!

    Nos dias 23/10, às 21h e 24/10, às 19h, eles estarão em cartaz com a peça “Maio, antes que você me esqueça”, uma história divertida e emocionante! 

    A peça gira em torno de uma relação entre pai e filho, e promete boas gargalhadas, reflexões e muita emoção.

    O evento será híbrido, e os ingressos já estão à venda, tanto na bilheteria do Cine Brasil como no site.