Noturno Museus - 2022 - Museus

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  •  Peça: “É só uma formalidade”
    Peça: “É só uma formalidade”
    Peça: “É só uma formalidade” - Grupo Quatroloscinco

    O Complexo Cultural Funarte MG celebra, junto ao Grupo Quatroloscinco os quinze anos da estreia de É só uma formalidade. 

    Serão quatro apresentações entre os dias 01 e 04 de agosto, de quinta a domingo, às 20h.

     A obra, estreada em 2009, foi o primeiro espetáculo longo do grupo e responsável pela repercussão nacional do Quatroloscinco, com participação em 24 festivais pelo país e mais de 100 apresentações.

     Foi indicada a 5 prêmios Usiminas/Sinparc nas categorias Ator Coadjuvante, Atriz Coadjuvante, Texto Inédito, Trilha Sonora e Melhor Espetáculo, vencendo na categoria Melhor Atriz Coadjuvante, para Rejane Faria. “É só uma formalidade” é uma criação coletiva com dramaturgia e direção assinadas pelos atores do espetáculo e inaugurou a pesquisa teatral que o Quatroloscinco desenvolve até hoje, pautada na autoralidade, na atuação como presença e na relação direta com o espectador.

     O texto parte de uma livre adaptação da obra “Solo los giles mueren de amor”, do argentino Cesar Brie e se expande para outras narrativas e universos temáticos propostos pelo grupo. 

    A encenação é marcada pelo despojamento, pelo humor e pela proximidade afetiva com a plateia. 

    O Grupo Quatroloscinco acredita e investe na manutenção de repertório como uma forma de preservar a memória do grupo e como estratégia de sustentabilidade. 

    Atualmente, o Quatroloscinco possui 6 peças em repertório ativo. 

    No sábado, logo após o espetáculo, os artistas farão uma conversa com o público sobre a criação do espetáculo e outros assuntos relacionados ao trabalho do grupo.

  • Peça: "Eu Amarelo" - Circuito Cultural UFMG
    Peça: "Eu Amarelo" - Circuito Cultural UFMG
    Peça: "Eu Amarelo" - Circuito Cultural UFMG

    Baseado no livro Quarto de Despejo, da catadora de lixo que se tornou um fenômeno editorial na década de 60, a peça Eu Amarelo: Carolina Maria de Jesus conta a história da escritora que superou a miséria e foi traduzida para treze idiomas.

    Com interpretação de Cyda Moreno, o monólogo será exibido na quarta, 24, às 12h30, pelo projeto Quarta Doze e Trinta, e na quinta, 25, às 17h30, pelo Ao Cair da Tarde.

    As duas sessões acontecem no auditório da Reitoria do campus Pampulha, com entrada gratuita e aberta ao público externo.

    A realização é da Pró-reitoria de Cultura da UFMG (Procult), por meio do Circuito Cultural UFMG, em parceria com o 2º Festival de Teatro Negro da UFMG, promovido pelo Teatro Universitário (TU).

    A peça teatral, com direção de Isaac Bernat, apresenta um retrato contundente de Carolina Maria de Jesus. Tomando como base seu livro best-seller, a adaptação teatral evidencia as inquietudes sociais e as experiências emocionais vividas pela escritora.

    O texto, com dramaturgia de Elissandro de Aquino, apresenta fragmentos do legado de Carolina, que inspirou autoras como Conceição Evaristo e Elisa Lucinda, além de apresentar um retrato real e profundo de quem vive à margem, na luta pelo pão de cada dia sem perder a fé, a coragem e o sonho que transcende e inspira.

    O espetáculo apresenta três momentos cruciais na vida da escritora: sua estadia na favela que resultou nos diários; a ascensão literária que a tornou um fenômeno editorial de vendas; e, por último, o seu esquecimento total.

  •  Peça: Gargalhada Selvagem
    Peça: Gargalhada Selvagem
    Peça: Gargalhada Selvagem

    O Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas será palco para os atores Alexandra Richter, Joel Vieira e Rodrigo Fagundes encenarem a peça Gargalhada Selvagem, nos dias 9/6, sexta-feira, às 21h, e 10/6, sábado, às 20h.

    Dirigida por Guilherme Weber, que também assina a adaptação do texto o norte-americano Christopher Durang, a peça é uma sátira social sobre a importância de rirmos de nós mesmos.

    A classificação é 14 anos.