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  • Peça: Gold - Circuito Cultural UFMG
    Peça: Gold - Circuito Cultural UFMG
    Peça: Gold - Circuito Cultural UFMG

    Na próxima semana, o público terá nova oportunidade de assistir à peça Gold, estreada em março deste ano e produzida pela turma de formandos do Teatro Universitário UFMG (TU).

    O espetáculo terá exibição na quarta (25), às 12h30, pelo projeto Quarta Doze e Trinta, e na quinta (26), às 17h30, pelo projeto Ao Cair da Tarde, ambos pertencentes ao Circuito Cultural UFMG, da Diretoria de Ação Cultural da Universidade.

    A entrada é gratuita e aberta ao público no auditório da Reitoria da UFMG.

    Com elenco formado por quatro atuantes (Ana Luísa Cosse, Fernando Dornas, Bianca Freire e Victor Velloso), Gold busca instigar no público reflexões importantes sobre o meio ambiente, a humanidade e o futuro do planeta, principalmente após uma crise de grandes proporções como a pandemia de covid-19.

    Marcando a retomada das apresentações presenciais dos espetáculos de formatura do TU, a peça reflete as inquietações dos próprios atores acerca de assuntos como a exploração e a busca desenfreada pelo lucro das sociedades capitalistas.

    Ao questionar se há um futuro possível para a Terra e seus viventes, a peça confronta a beleza, o silêncio, a vida sem hierarquias e a sacralidade da terra com sua violação e destruição.

  • Peça: Helena Blavatsky "a voz do silêncio" - Temporada virtual
    Peça: Helena Blavatsky "a voz do silêncio" - Temporada virtual
    Peça: Helena Blavatsky "a voz do silêncio" - Temporada virtual

    Depois do sucesso nas plataformas digitais, a peça Helena Blavatsky, a voz do silêncio, voltará em cartaz na versão on-line para curta temporada, com sessões aos domingos e as terças-feiras.

    As apresentações começam no próximo dia 21, às 19h30, e se estendem até 30 de março.

    Helena Petrovna Blavatsky foi uma das figuras mais notáveis do final do século XIX.

    A escritora russa foi, antes de tudo, uma incansável buscadora de sabedoria antiga e atemporal, revolucionando o pensamento humano e se tornando imprescindível no pensamento moderno.

    O monólogo, escrito pela filósofa Lucia Helena Galvão e com interpretação da atriz Beth Zalcman, teve todas as apresentações esgotadas na primeira temporada, rompendo fronteiras e se consolidando no meio teatral.

    Os ingressos para todas as sessões já podem ser adquiridos pela Sympla.

    Parte da bilheteria será destinada para o programa Criança para o Bem, que beneficia crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social da periferia do Distrito Federal.

  •  Peça: “Homem- Bomba” com Luiz Arthur
    Peça: “Homem- Bomba” com Luiz Arthur
    Peça: “Homem- Bomba” com Luiz Arthur

    Livremente inspirado no livro “O médico e o monstro”, do inglês Robert Louis Stevenson, a peça “Homem- Bomba”, solilóquio com Luiz Arthur, será apresentada no Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas, no dia 15/4, sábado, às 20h.

    Escrito por Cynthia Paulino e dirigido e protagonizado por Luiz Arthur, o espetáculo cumpriu temporada exitosa em São Paulo, de onde retornou com diversos elogios e críticas positivas.

    Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro ou no site da eventim.

    A classificação é de 12 anos.

    O solo se passa em um mundo desigual, cada vez mais parecido com um grande abatedouro.

    Nesse lugar inóspito, um homem, interpretado por Luiz Arthur, tenta compreender os vários eus que o habitam e, para tal, adota métodos nada convencionais. “É um personagem provocador, que busca intimamente a compreensão dos monstros que existem escondidos em todos nós”, comenta Luiz Arthur.

    Para discutir essa dualidade do ser humano, a peça busca como referência o romance “O Estranho Caso do Dr. Jekyll e Sr. Hyde”, popularizado como “O Médico e o Monstro”, do autor britânico Robert Louis Stevenson (1850-1894). “O monstro não é alguém distante de nós. É nosso duplo.

    O monstro nos habita e cabe a cada um saber cuidar, compreender e educar a sua própria sombra”, revela Luiz Arthur.

    Em cena, esse monstro se materializa em uma figura que se aproxima a de um açougueiro. “Esse personagem foi se firmando durante todo o processo de construção da dramaturgia.

    Mas não podia ser um açougueiro qualquer. Precisava ter o lado do cientista, do médico.

    E que faz de si a sua própria cobaia”, acrescenta o ator e diretor.